Olá, gente!
Ontem resolvi testar a receita dos biscoitinhos de leite condensado, que a
minha querida amiga Renata publicou, tempos atrás. Eu costumo
fazer uns biscoitinhos semelhantes, mas a receita deles é 'enorme', só as
farinhas devem perfazer um quilo e meio, rsrs. E não adianta dividir a receita,
pois os biscoitos resultantes não ficam igualmente bons. Já estes ficaram muito
gostosos e o blog da Renata também é delicioso, caso você ainda não o conheça,
sugiro que dê uma passadinha lá!
Biscoitinhos de leite Condensado
(estou mantendo o texto original)
Ingredientes:
350 g de farinha de trigo
40 g de fécula de batata
100 g de açúcar
150 g de manteiga em temperatura ambiente, levemente amaciada
1 ovo batido
1 colher de chá de fermento em pó (16 g)
leite condensado quanto baste
100 g de açúcar
150 g de manteiga em temperatura ambiente, levemente amaciada
1 ovo batido
1 colher de chá de fermento em pó (16 g)
leite condensado quanto baste
Preparo
Misture bem e todos os ingredientes e vá adicionando o leite condensado aos poucos, até que forme uma mistura homogênea, mas cuidado, não amasse muito! Faça uma bola com a massa e coloque na geladeira para descansar 30 minutos. Ligue o forno a 180 graus Celsius. Retire a massa da geladeira, abra com um rolo e corte no formato desejado. Leve ao forno médio por cerca de 15/18 minutos.
Nota: a receita dos biscoitinhos de leite condensado
nº 1, que são bem diferentes destes, está aqui.
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Fazendo os biscoitinhos acima, para o dia dos namorados (ou outro!),
você pode servi-lo numa bandeja como esta, com café ou chá. Eu acho que é
muito importante mostrar à pessoa que escolhemos para parceiro amoroso, que ele
ou ela é especial, sobretudo se a relação já é longa. Digo isso por saber que o tempo, a
intimidade e a rotina tendem a fazer desaparecer as pequenas gentilezas, que a
gente costuma fazer para o outro, no início da relação. Isso, de certa forma é
irônico, pois não deveríamos dispensar melhor tratamento, justamente às pessoas
de quem somos mais íntimos? Mas, infelizmente, não é bem isso que acontece,
e uma das causas disso é nos descuidarmos dessas pequenas amabilidades. Claro que sei que os relacionamentos são complexos e que a coisa não é tão fácil assim,
rsrs. Bem, eu não me iludo, sei que há muitos casais que terão de
separar-se; o 'encontro' entre eles terá de ser mesmo provisório, por diversas
razões. Contudo, desde que vi o filme 'As Confissões de Schmidt', há muitos
anos, sempre que penso em relações longas, me lembro do casamento do casal
desse filme. A certa altura, o tal Schmidt diz que tudo o que a esposa dele faz
o irrita, até as coisinhas banais e rotineiras. Fiquei pensando nisso, porque
com muita gente acontece o mesmo. Depois de uns anos, as pessoas parecem levar a relação adiante por puro comodismo, pois ela não lhes dá o menor prazer. O filme - que é muito
bom - não trata disso, este é só um detalhe, mas não é uma pena que muitas
pessoas tenham casamentos assim?
Depois eu li a frase abaixo - com a qual eu concordo - por aí, pela Internet:
Depois eu li a frase abaixo - com a qual eu concordo - por aí, pela Internet:
"A paixão passa, o amor lava e cozinha",
rsrs.
Todos sabemos que depois da fase da paixão, quando
caímos de novo em nós, ou seja, quando recuperamos a nossa individualidade, já
não é tão fácil ser 'automaticamente' amável com o outro não é verdade?
rsrs. Mas deveríamos nos esforçar para isso! No início das relações as pessoas
- geralmente - como que se fundem no parceiro, e disso nasce uma terceira
personalidade, um tipo de Frankenstein romântico, que é uma mistura das duas
pessoas do casal. Porém, que ninguém se engane, essa fase tem de passar! Na
fase seguinte, em vez da decepção pelo arrefecimento da animação e calor iniciais, ou, em
vez de confundir isso com o fim do amor, as pessoas envolvidas deviam perceber
que entraram num outro nível de intimidade. Nesse, necessariamente, os
sentimentos têm de ir se aprofundando, tornando-se mais verdadeiro e mais real.
O amor então já não é mais uma fantasia, mas uma escolha. A paixão passou e o
casal tem de 'lavar', 'cozinhar' e fazer - do melhor modo possível -
todas as coisas necessárias para preservar a graça da relação e as alegrias da
vida em comum. E isso até que alcancem o nível seguinte, que é aquele em que é
possível ensinarem, à nova geração, o que aprenderam sobre o amor. Mas, antes de
chegar lá, eu acho que a amabilidade, o esforço para se colocar no lugar do
outro, e as pequenas indicações de estima podem fazer milagres pela
relação. E nesse contexto, com certeza, estão as celebrações das datas festivas.
É isso aí, tim-tim!



