Mostrando postagens com marcador amor. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador amor. Mostrar todas as postagens

sábado, 30 de maio de 2015

Dia dos Namorados - O que é o verdadeiro amor?


                              (filme: Um amor para recordar - a walk to remember)


Olá, gente. Há muitos anos venho observando o modo como os casais que conheço expressam o amor que sentem. Também gosto de ler sobre o tema, o que me deu estas opiniões que agora exponho. A causa disso é a aproximação do dia dos namorados, evento que sempre me leva a pensar no amor romântico, e nas várias fases que ele atravessa, ao longo da vida. O primeiro amor, geralmente surgido na adolescência, é lindo e é ele, ou outro - que ocorre depois - que nos vêm à mente, quando pensamos no dia dos namorados.


                                                  ( filme Os últimos cinco anos)


O amor entre jovens é maravilhoso, pois é cheio de expectativas e inocência. Nesta época, a gente ama o amor, e ama a idéia que faz do outro, que pode ser diferente da pessoa real. Quando nos apaixonamos, o objeto do nosso amor vira uma espécie de obsessão, e só nos sentimos bem quando estamos com ele. Mas esta fase tende a passar. E não é raro que seja seguida pela decepção ou pelo aturdimento, que ocorre quando descobrimos que não sabemos de fato quem é a pessoa com quem estamos. Mas há casais que têm sorte, porque a idéia que um faz do outro corresponde à pessoa real, ou vai  aproximando-se dela, com o passar do tempo.



                                           ( encontrado em psychology.uh.edu)


O amor verdadeiro, porém, é algo profundo e sublime. Ele é construído, mas a sua construção depende de uma motivação que parece vir diretamente da alma. É o amor altruísta e capaz de grandes sacrifícios. É o amor que vivifica o outro, pois quer o seu bem. O amor vivificante é – por exemplo – o do marido que fica cuidando à noite dos filhos pequenos, porque a esposa faz uma faculdade noturna, que talvez seja até paga por ele. É claro que a situação pode ser oposta: é o marido que estuda, enquanto a esposa é a provedora que "encara" o “segundo turno”, em casa, depois de um dia de trabalho duro. A parte sacrificada aceita o sacrifício, porque deseja a plenitude do outro, deseja o bem dele. São muitas as situações que podem envolver sacrifícios numa relação, por isso eu não vou enumerá-las.





A pessoa que ama de verdade sabe que, movendo-se por amor, estará sempre contribuindo para o bem do outro e, por desdobramento, para o bem do mundo. O amor verdadeiro não é tão comum, ele é espiritual, poderoso e de muito valor.






É isso, por enquanto. Até já, com mais coisas sobre o dia dos namorados e o amor!





quarta-feira, 11 de junho de 2014

Biscoitos de leite Condensado nº 2 e Umas Coisinhas Sobre a Evolução do Amor



Olá, gente! Ontem resolvi testar a receita dos biscoitinhos de leite condensado, que a minha querida amiga Renata publicou, tempos atrás. Eu costumo fazer uns biscoitinhos semelhantes, mas a receita deles é 'enorme', só as farinhas devem perfazer um quilo e meio, rsrs. E não adianta dividir a receita, pois os biscoitos resultantes não ficam igualmente bons. Já estes ficaram muito gostosos e o blog da Renata também é delicioso, caso você ainda não o conheça, sugiro que dê uma passadinha lá! 
    
Biscoitinhos de leite Condensado
(estou mantendo o texto original) 

 Ingredientes:   
 
350 g de farinha de trigo 
40 g de fécula de batata 
100 g de açúcar 
150 g de manteiga em temperatura ambiente, levemente amaciada
1 ovo batido 
1 colher de chá de fermento em pó (16 g)
leite condensado quanto baste 

Preparo

Misture bem e todos os ingredientes e vá adicionando o leite condensado aos poucos, até que forme uma mistura homogênea, mas cuidado, não amasse muito!    Faça uma bola com a massa e coloque na geladeira para descansar 30  minutos.    Ligue o forno a 180 graus Celsius. Retire a massa da geladeira, abra com um rolo e corte no formato desejado. Leve ao forno  médio por cerca de 15/18 minutos.  

Nota: a receita dos biscoitinhos de leite condensado nº 1, que são bem diferentes destes, está aqui


************************************************




Fazendo os biscoitinhos acima, para o dia dos namorados (ou outro!), você pode servi-lo numa bandeja como esta, com café ou chá. Eu acho que é muito importante mostrar à pessoa que escolhemos para parceiro amoroso, que ele ou ela é especial, sobretudo se a relação já é longa. Digo isso por saber que o tempo, a intimidade e a rotina tendem a fazer desaparecer as pequenas gentilezas, que a gente costuma fazer para o outro, no início da relação. Isso, de certa forma é irônico, pois não deveríamos dispensar melhor tratamento, justamente às pessoas de quem somos mais íntimos? Mas, infelizmente, não é bem isso que acontece, e uma das causas disso é nos descuidarmos dessas pequenas amabilidades. Claro que sei que os relacionamentos são complexos e que a coisa não é tão fácil assim, rsrs. Bem, eu não me iludo, sei que há muitos casais que terão de separar-se; o 'encontro' entre eles terá de ser mesmo provisório, por diversas razões. Contudo, desde que vi o filme 'As Confissões de Schmidt', há muitos anos, sempre que penso em relações longas, me lembro do casamento do casal desse filme. A certa altura, o tal Schmidt diz que tudo o que a esposa dele faz o irrita, até as coisinhas banais e rotineiras. Fiquei pensando nisso, porque com muita gente acontece o mesmo. Depois de uns anos, as pessoas parecem levar a relação adiante por puro comodismo, pois ela não lhes dá o menor prazer. O filme - que é muito bom - não trata disso, este é só um detalhe, mas não é uma pena que muitas pessoas tenham casamentos assim? 

Depois eu li a frase abaixo - com a qual eu concordo - por aí, pela Internet:

     "A paixão passa, o amor lava e cozinha", rsrs.

Todos sabemos que depois da fase da paixão, quando caímos de novo em nós, ou seja, quando recuperamos a nossa individualidade, já não é tão fácil ser 'automaticamente' amável com  o outro não é verdade? rsrs. Mas deveríamos nos esforçar para isso! No início das relações as pessoas - geralmente - como que se fundem no parceiro, e disso nasce uma terceira personalidade, um tipo de Frankenstein romântico, que é uma mistura das duas pessoas do casal. Porém, que ninguém se engane, essa fase tem de passar! Na fase seguinte, em vez da decepção pelo arrefecimento da animação e calor iniciais, ou, em vez de confundir isso com o fim do amor, as pessoas envolvidas deviam perceber que entraram num outro nível de intimidade. Nesse, necessariamente, os sentimentos têm de ir se aprofundando, tornando-se mais verdadeiro e mais real. O amor então já não é mais uma fantasia, mas uma escolha. A paixão passou e o casal tem de 'lavar', 'cozinhar' e fazer - do melhor modo possível -  todas as coisas necessárias para preservar a graça da relação e as alegrias da vida em comum. E isso até que alcancem o nível seguinte, que é aquele em que é possível ensinarem, à nova geração, o que aprenderam sobre o amor. Mas, antes de chegar lá, eu acho que a amabilidade, o esforço para se colocar no lugar do outro, e as pequenas indicações de estima podem fazer milagres pela relação. E nesse contexto, com certeza, estão as celebrações das datas festivas.


                               É isso aí, tim-tim!



                                         
Pin It button on image hover