(filme: Um amor para recordar - a walk to remember)
Olá, gente. Há muitos anos venho observando o modo como os casais que conheço expressam o amor que sentem. Também gosto de ler sobre o tema, o que me deu estas opiniões que agora exponho. A causa disso é a aproximação do dia dos namorados, evento que sempre me leva a pensar no amor romântico, e nas várias fases que ele atravessa, ao longo da vida. O primeiro amor, geralmente surgido na adolescência, é lindo e é ele, ou outro - que ocorre depois - que nos vêm à mente, quando pensamos no dia dos namorados.
( filme Os últimos cinco anos)
O amor entre jovens é maravilhoso, pois é cheio de expectativas e inocência. Nesta época, a gente ama o amor, e ama a idéia que faz do outro, que pode ser diferente da pessoa real. Quando nos apaixonamos, o objeto do nosso amor vira uma espécie de obsessão, e só nos sentimos bem quando estamos com ele. Mas esta fase tende a passar. E não é raro que seja seguida pela decepção ou pelo aturdimento, que ocorre quando descobrimos que não sabemos de fato quem é a pessoa com quem estamos. Mas há casais que têm sorte, porque a idéia que um faz do outro corresponde à pessoa real, ou vai aproximando-se dela, com o passar do tempo.
( encontrado em psychology.uh.edu)
O amor verdadeiro, porém, é algo profundo e sublime. Ele é construído, mas a sua construção depende de uma motivação que parece vir diretamente da alma. É o amor altruísta e capaz de grandes sacrifícios. É o amor que vivifica o outro, pois quer o seu bem. O amor vivificante é – por exemplo – o do marido que fica cuidando à noite dos filhos pequenos, porque a esposa faz uma faculdade noturna, que talvez seja até paga por ele. É claro que a situação pode ser oposta: é o marido que estuda, enquanto a esposa é a provedora que "encara" o “segundo turno”, em casa, depois de um dia de trabalho duro. A parte sacrificada aceita o sacrifício, porque deseja a plenitude do outro, deseja o bem dele. São muitas as situações que podem envolver sacrifícios numa relação, por isso eu não vou enumerá-las.
A pessoa que ama de verdade sabe que, movendo-se por amor, estará sempre contribuindo para o bem do outro e, por desdobramento, para o bem do mundo. O amor verdadeiro não é tão comum, ele é espiritual, poderoso e de muito valor.
É isso, por enquanto. Até já, com mais coisas sobre o dia dos namorados e o amor!







