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segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Bolo - 9º aniversário do blog e a inauguração das postagens do Natal de 2017



Olá! Eu estava pensando nos posts alusivos ao Natal, que tenciono publicar nos próximos dias, quando me dei conta de que este blog hoje completa nove anos! Então eu saquei a foto deste bolo aí em cima (feito para uma reunião de família, ocorrida na última 5ª feira), e a trouxe para que tenhamos - pelo menos por enquanto - um bolo para os nove anos do blog! rsrs.  Trata-se do mesmo bolo que já apareceu por cá muitas vezes (o bolo de chocolate e morango, cuja receita pode ser encontrada aqui, mas desta vez eu não fiz o chantilly). 

Com este bolo eu quero dar também, o ponta pé inicial para o Natal de 2017. Desde o final do mês de setembro eu tenho visto lojas apresentarem decorações e produtos natalinos. 

esta loja (de Brasília), por exemplo, já ostentava lindas mesas e outros produtos natalinos em setembro

E Em outubro, quando estive em Gramado, no Rio Grande do Sul, vi também algumas lojas já exibindo produtos natalinos, como foi o caso desta, da foto abaixo.


outra foto da mesma loja de Gramado

No final de outubro, aliás, a bela cidade de Gramado já estava iniciando - pra valer - a decoração natalina de 2017



E eu já iniciei as preparações iniciais de biscoitos e bolachas natalinos, a fim de selecionar as receitas que utilizarei este ano, embora goste de todas as receitas que já publiquei.



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(a receita das bolachas das duas fotos acima foi postadas aqui).

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É só para o momento, mas tenciono mesmo vir por cá muito mais frequentemente, por causa da proximidade do Natal. Estou pensando em publicar pelo menos duas vezes por semana. Até lá!




quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Bolachas de manteiga e baunilha e as novelas Amok e Xadrez de Zweig


Olá! Andei viajando recentemente com o meu marido, e esta é a razão de haver me demorado para vir atualizar as postagens deste blog, rsrs. Depois que voltei estive a ponto de vir publicar algumas receitas que já fiz, inclusive cheguei a anunciar uma torta de frutas no Facebook, mas resolvi adiar um pouco a publicação dela por causa destas bolachas.


Trata-se de bolachas simples, de manteiga e baunilha, mas elas, que são fáceis e rápidas de fazer,  resultam muito saborosas (vejam que as meninas do blog de onde tirei a receita dizem que esta é a melhor). Por isso decidi que mereciam a prioridade. Digo que são rápidas de fazer porque geralmente receitas desse tipo requerem a refrigeração da massa, o que não é o caso desta massa. Outra vantagem desta receita é que ela produz muitas bolachas (cerca de 65) por levar 6 xícaras de farinha. As bolachas também ficam com uma superfície plana, e não abaulada ou "inchada", apesar do fermento que entra nelas, o que as torna perfeitas para receberem decoração com glacê ou outras.

Bolachas de manteiga e baunilha (a melhor receita)

xícara = 240 ml

Ingredientes

 2 xícaras de manteiga com sal
 2 xícaras de açúcar
 2 colheres de sopa de essência de baunilha (coloquei só 1 colher de sopa  e achei mais do que suficiente!)
 2 ovos
 4 colheres de chá de Fermento em pó
 6 xícaras de farinha de trigo

Instruções

Unte e enfarinhe duas assadeiras grandes para biscoitos e deixe-as de lado. Na batedeira e usando o batedor em forma de âncora, bata a manteiga com o açúcar até que estejam bem misturados. Adicione a baunilha e os ovos e misture-os bem. Adicione o fermento e misture-o bem. Acrescente a farinha (duas xícaras de cada vez), até que misturem bem. Abra a massa com um rolo de massa (é melhor fazer isso colocando a massa entre dois pedaços de plástico). Ligue o forno em 180º C. Corte as bolachas na forma desejada. Distribua-as nas assadeiras preparadas e asse-as em forno preaquecido (em 180ªC) por 6-8 minutos, dependendo do tamanho e espessura da bolacha (o fundo delas tem que ficar marrom).  



Amok e Xadrez, de Stefan Zweig



Levei estes livros em minha viagem, reli o Grande Gatsby, do Fitzgerald, li o livro do Zweig (que tem duas novelas: Amok e Xadrez), mas não consegui terminar de ler este pequeno livro do Martin Page (Como me tornei estúpido), por causa das muitas saídas que fizemos, mas quero concluir a leitura dele agora. 



Atenção! Os textos abaixo fazem revelações sobre os enredos das novelas Amok e Xadrez, de Stefan Zweig!


Amok

Amok seria uma palavra malaia que designa uma espécie de loucura que acomete repentinamente um indivíduo, levando-o a sair correndo, furioso, matando as pessoas com quem cruza.  

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Um médico alemão, depois ter se envolvido de forma extremada com uma mulher que o leva a cometer atos ilícitos, parte para um remoto distrito da Indonésia (lugar precário e com poucos habitantes), a fim de se afastar do epicentro do escândalo em que se metera, e também para poder exercer livremente a sua profissão, coisa que lhe seria negada em seu país.
Lá, depois de um tempo, ele começa a se ressentir do isolamento, da solidão, do clima e da ausência de seres humanos que lhe sejam semelhantes, mas tenta compensar isso estudando e se dedicando aos seus afazeres. 
Deprimido e nostálgico, ele se vê obrigado a permanecer no país por mais tempo, para poder fazer jus a uma pensão que lhe permitirá retornar à Europa e recomeçar a vida.  
Um dia ele recebe inesperadamente a visita de uma dama inglesa que, numa conversa cheia de sutilezas e rodeios, pede que lhe seja feito um aborto. De algum modo o médico percebe que o marido da mulher (que se encontra fora do país, devendo retornar em poucos dias) não é o pai da criança e, num assomo de loucura, diz que só a ajudará, caso ela se ‘entregue’ a ele.
Esta proposta deixa a mulher tão surpresa e indignada, que ela chega a gargalhar de nervosismo. Ela se retira da presença dele disposta a nunca mais lhe por os olhos em cima, mas no momento mesmo em que ela sai, o homem cai em si e se arrepende do mal feito.
Daí em diante, o médico fica como que acometido de Amok, no sentido de estar tomado por uma obsessão, um desejo desesperado, mas que, no caso, é o de reparar a ofensa feita à mulher.
O encontro com esta mulher, o sucedido entre os dois, e o que acontece depois marcará o médico para sempre.

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                                                Xadrez 
                                      
(este foi o último trabalho de Zweig, escrito em Petrópolis, no Rio de Janeiro, poucos meses antes da morte dele) 

Aqui a estória se passa num navio que viaja de Nova York a Buenos Aires. Nele se encontra  um arrogante campeão de xadrez (excelente jogador, mas um ser humano medíocre e limitado).

Porém,  encontra-se também no navio, um advogado que, em consequência das ações perpetradas por Hitler, no período da ascensão do Nazismo, fora detido pela Gestapo por longos meses, num quarto de hotel.  O objetivo dessa prisão era o de levar o homem a fazer revelações do interesse do nazismo, para se livrar da tortura psicológica que lhe estava sendo infligida.
Mas, o homem conseguira manter a sanidade e a discrição, porque passara o seu tempo de confinamento disputando imaginárias partidas de xadrez. Deste modo ele adquirira um domínio do jogo capaz de botar em risco o título do 
campeão.  




Ah, durante os meus dias de descanso eu fiz também o bordado desta bailarina com saião!



Bem, é isso, até a próxima!




domingo, 20 de março de 2016

Biscoito em versão Pascoalina e outras idéias para a Páscoa



Olá, gente, desejo que o outono de todos seja muito feliz! Dei início ontem à temporada de "fazer biscoitos", pois  tenciono presentear alguns parentes com pacotinhos de biscoitos e bolachas, nesta Páscoa. Comecei por escolher esta receita, que é de execução fácil e produz biscoitos deliciosos. Ela tem uma  massa muito boa para trabalhar (moldar e cortar). Por isso mesmo, estes biscoitos podem ser feitos com crianças pequenas, numa brincadeira divertida de criar novas possibilidades sobre as existentes, como eu fiz com os biscoitos das fotos.  Para obter massas de duas cores é só acrescentar um pouquinho de chocolate em pó a uma parte da massa original (ou corante de alimento, se você preferir). Com o acréscimo do chocolate em pó é provável que você necessite acrescentar também um tiquinho de leite ou água, à massa, para que ela recupere a maleabilidade.   


Para fazer estes coelhinhos acrescentei especiarias a uma parte da massa. Esta é a razão de eles terem ficado mais escuros do que os outros biscoitos, e com estas pintinhas, rsrs.

 
Depois de prontos os biscoitos podem ser embalados em pacotes bonitinhos ou criativos, para valorizar ainda mais o presente, rsrs. se for usar uma embalagem triangular como esta, é bom fazer biscoitinhos pequenos também, para que eles "preencham" a ponta inferior dela (eu não fiz tantos). 


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Ao longo dos anos eu mostrei muitos biscoitos especiais para a Páscoa, aqui no blog. Todos estes das fotos abaixo já tiveram as respectivas receitas publicadas.

 


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Mas eu também já mostrei várias mesas, comidas e outras idéias, próprias para a Páscoa (ou adaptáveis a ela). Nesta colagem de fotos, feita rapidamente, selecionei algumas coisas em vermelho ou com toques desta cor.



 e já mostrei mesas com coelhos e e outros elementos pascoalinos.

É só para o momento. Em breve, se Deus quiser, voltarei aqui! bye bye, rsrs. 



domingo, 10 de janeiro de 2016

Biscoitos Craquelados de Chocolate e o que rolou nos últimos dias


 


Olá, minha gente! Feliz 2016, que este ano traga muitas coisas boas para todos! Depois de vários dias de correria, eis-me de volta, rsrs. Tenho feito frequentemente estes biscoitos craquelados (também chamados de biscoitos nevados; 'crinkle cookies', em inglês). Eles são bem gostosos mas, pessoalmente, acho-os um pouco doce demais, por isso sempre me digo que na próxima vez que os fizer, vou reduzir o açúcar deles. E não é para menos, já que eles são rolados em açúcar, que lhes confere esta aparência típica. O fato é que ninguém aqui reclama de nada, pelo contrário, todos são fãs deste biscoito porque ele  é especialmente chocolático. A receita deles foi publicada num livro da Betty Crocker, lançado há mais de 50 anos. Nela o chocolate indicado é o amargo, em barra. Nós ainda não produzimos um chocolate amargo, só meio amargo (alô, alô, senhores fabricantes, já passa da hora do lançamento de um chocolate amargo no Brasil. E que seja de boa qualidade, por favor!), então eu utilizei um chocolate gringo, numa das vezes em que os fiz. Porém, há muito tempo, criaram uma versão desta receita com chocolate em pó (ou cacau), e as duas se tornaram as preferidas dos anglófonos (gostaram do 'anglófonos'? são as pessoas que falam inglês, para quem não sabe, rsrs). Testei ambas e - para ser sincera - não vi diferença no sabor dos biscoitos resultantes.


    vejam que este chocolate é amargo, e não meio amargo, não dá para comê-lo ao natural, porque ele não é nem um pouco doce


Biscoitos Craquelados (Nevados) de Chocolate
Faz 3-4 dúzia (dependendo do tamanho que são feitos)

Ingredientes

1 xícara de chocolate em pó de boa qualidade (usei ¾ de xícara de chocolate em pó + ¼ de xícara de cacau em pó; na receita original consta 120 gramas de chocolate amargo derretido e frio)
1/2 xícara de óleo vegetal
2 xícaras de açúcar granulado comum (quero reduzir da próxima vez para 1 e ½ xícaras, ou até menos)
4 ovos
2 colheres de chá de essência de baunilha
2 xícaras de farinha de trigo comum
2 colheres de chá de fermento em pó
1/2 colher de chá de sal

1 xícara de açúcar de confeiteiro para rolar os biscoitos (usei 2 xícaras de Glaçúcar, porque para mim 1 xícara não tem sido suficiente)

Preparo

Em uma tigela média, misture o óleo, o chocolate, o açúcar granulado e a baunilha. Adicione os ovos, um de cada vez (mexendo sempre). Junte a farinha, o fermento e o sal. Cubra a tigela  e leve-a à geladeira por  pelo menos 3 horas (gosto de fazer a massa à noite, e assar os biscoitos no dia seguinte). Unte e enfarinhe duas assadeiras grandes para biscoitos (ou forre-as com papel próprio para forno). Ligue o forno em temperatura média (180º). Ponha o açúcar de confeiteiro numa vasilha à parte. Tire porções da massa com uma colher de sobremesa e faça bolinhas pouco maiores que um brigadeiro. Role as bolinhas no açúcar de confeiteiro e distribua-as nas assadeiras preparadas. Tenha o cuidado de manter as bolinhas uns dois centímetros distantes umas das outras porque enquanto assam elas esparramam-se para os lados e podem grudar. Asse os biscoitos por 10-12 minutos (até que eles não afundem no centro, se você os tocar levemente; mas saiba que eles saem ainda moles do forno). Transfira os biscoitos da assadeira para uma gradinha, para que esfriem (eu geralmente não faço isso, porque os biscoitos recém assados ainda estão moles, como já mencionei, mesmo assim os meus biscoitos não ficam duros. Se você quiser seguir a receita à risca, tire os biscoitos da assadeira com muito cuidado).




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Eu havia dito que voltaria com informações sobre o nosso jantar de Réveillon, mas a verdade é que eu só pude fotografar o Chester, por causa da correria, rsrs. Mas quero voltar a fazer alguns dos pratos servidos porque ficaram muito bons.





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Antes do Natal eu fui a um dos bazares natalinos que acontecem por aqui. Num deles (que deve ser o maior do Brasil) comprei uns panos de prato bordados, como este da foto.

Nesse bazar há uma seção que vende bordados lindíssimos (e finíssimos), e também muitos panos de pratos.

comprei lá também estas xicrinhas, que vêm envoltas em papel celofane, numa embalagem para presente. Depois me ocorreu que elas dariam uma ótima lembrancinha de um Chá Festivo (Tea Party).



E é só, para o momento, até mais!




quarta-feira, 28 de outubro de 2015

Bolachas de nata (e canela) de Pirenópolis. E uma borboletinha para enfeitar o chá.



Olá, meu povo! Estive bem enrolada nestes últimos dias, por conta de umas reformas que estamos fazendo por cá. Mas cozinhei bastante, como sempre, rsrs. Fiz, por exemplo, estas deliciosas bolachinhas de nata e canela. A receita foi passada a um programa de TV (O jornal do Campo) pela família que as faz lá Em Pirenópolis, cidade situada aqui perto, no estado de Goiás. As bolachas são vendidas largamente, na cidade, e têm muitos fãs, inclusive em outros estados. Eu fiz metade da receita, pois achei a inteira grande demais.

Bolachas de nata (e canela) de Pirenópolis


Ingredientes



500 gramas de farinha de trigo

350 gramas de nata (aqueci ligeiramente a nata gelada, para que ela se misturasse melhor à farinha)

185 gramas de açúcar (coloquei só 150 gramas, por considerar que as bolachas seriam roladas em açúcar)

1 e ½ colheres de sopa de margarina

Pitada de sal

½ colher de sopa de fermento


açúcar e canela para rolar as bolachas (umas 5 colheres de sopa de açúcar refinado + 1 e ½ colheres de sopa de canela em pó; misture os dois ingredientes muito bem numa vasilha grande e rasa)



Preparo


Ligue o forno em temperatura média (180º C). Unte com manteiga uma assadeira grande para bolachas e ponha-a de lado. Misture todos os ingredientes da receita (exceto o açúcar e canela separados para rolar as bolachas). Abra a massa com um rolo e corte as bolachinhas no formato desejado (ou faça as bolachas no formato que preferir: bolinhas, rosquinhas, parafusos etc.). Role as bolachas no açúcar com canela e distribua as mesmas na assadeira previamente untada com manteiga. Leve a assadeira ao forno, e deixe que as bolachas assem por cerca de 15 minutos. Espere que amornem, antes de retirá-las, cuidadosamente, da assadeira.


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As Borboletinhas
  


Num dos dias que tive de fazer uma parada forçada, devido às obras iniciadas num anexo da casa, resolvi tentar fazer estas borboletinhas, que eu havia visto numa página que trata de design de embalagens e coisas tais. Não sei as tais borboletinhas chegaram a ser comercializadas, mas gostei da idéia de combinar artesanato e chá, por isso quis fazer a minha versão delas, rsrs.


é só desenhar pequenas borboletas e pintá-las dos dois lados. As minhas foram feitas por minha filha Bellita. Mas você pode simplesmente imprimir figuras/desenhos de borboletas, que são oferecidos para impressão gratuitas em alguns sites. Depois você tira a etiqueta que vem grampeada na ponta da linha dos saquinhos de chá, e passa a linha por uma agulha, dando posteriormente um ponto na altura da cabeça da borboleta. Depois você faz um corte em V no corpo da borboleta, para fixá-la à xícara (é bom verificar que tipo de corte é mais adequado à sua xícara, fazendo cortezinhos em pedaços pequenos (e dobrados) de papel, antes de cortar a borboleta propriamente)

  embora ame o aroma do café e o sabor dele em muitas iguarias da culinária, eu sou grande fã de chá

 e desde sempre o prefiro (como bebida) ao café.

 o chá do Ceilão (atual Sri Lanka) é especial

 por isso tem denominação especial (embora ela pareça óbvia): chá do Ceilão (Ceylon tea), rsrs.

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Ah, já ia me esquecendo: A festa do Halloween está aí! Aqui no blog há muitas receitas e idéias para o evento, dê uma pesquisada digitando Halloween na caixa de pesquisa aí em cima, na barra lateral:







quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Bolachas Digestivas e filme 'Dúvida'





Olá, gente! Dias atrás estive pesquisando receitas de biscoitos e bolachas digestivas, porque queria os fazer para enviar a pessoas idosas de minha família. A palavra "digestiva" sempre nos remete a comidas mais saudáveis, não é verdade? Mas estas bolachas há muito tempo perderam esta característica, se é que um dia realmente a tiveram. Eu acreditava que elas correspondessem aos nossos biscoitos 'Maizena- Maria', que, por serem mais sequinhos (menos gordurosos?) e básicos, são utilizados até para fazer massas de tortas. As receitas que encontrei, porém, os mostravam como biscoitos "normais", amanteigados e/ou ricos em ingredientes calóricos e pouco digestivos, rsrs. Escolhi esta receita porque ela se chama "Perfet Digestives Biscuits" (Biscoitos Digestivos Perfeitos) e leva farinha integral, aveia e açúcar mascavo. E o fato é que gostei muito delas! São pouco doces (esta sim, uma característica dos biscoitos digestivos) saborosas e com uma textura meio granulosa. O único problema desta receita é que ela rende poucas bolachas (em minha opinião), dezoito, maiores do que uma bolacha Maria comum.
 
Bolachas Digestivas Perfeitas

Ingredientes:

 3/4 xícara de Farinha de trigo integral
 1/4 xícara de farinha de trigo
 1/2 colher de chá de fermento em pó:
 1 colher de sopa de flocos de aveia (coloquei duas)
 4 colheres de chá de manteiga
 4 colheres de sopa de açúcar mascavo
 4 colheres de sopa de leite


Passos


1. Preaqueça o forno à temperatura de 190º C. Unte, levemente com manteiga, uma assadeira de tamanho médio.
2. Numa tigela grande, peneire o fermento em pó e a farinha. Junte a farinha de aveia. Bata a manteiga e o açúcar mascavo juntos, e adicione-os à outra mistura. Junte o leite e certifique-se que a mistura se transforma em pasta grossa.
3. Na superfície enfarinhada sove a massa até que fique homogênea. Abra-a (com um rolo de massa (entre dois pedaços de plástico). Com cortador de biscoitos, corte a massa em rodelas não muito finas. Transfira as bolachas para a assadeira, e use um garfo para furá-las.
4. Para o processo de cozimento, você vai precisar de 15 a 18 minutos, e se certificar de que as bolachas comecem a dourar. Na grelha, deixe que esfriem e depois armazene-as potes herméticos.

Notas:

1 - A massa fica meio mole, mas chega ao ponto de abrir devido à farinha da superfície em que é estendida. Se você desejar que a massa fique mais firme, sem este acréscimo de farinha, ponha-a na geladeira por 1 hora, antes de abri-la. Acrescentei mais uma colher de sopa de aveia à minha massa e isto melhorou a textura e o sabor das bolachas.



2 - A manteiga pode ser substituída por margarina; e o leite por leite de soja ou água, o que deixará  as bolachas livres da lactose.




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Revi ontem, num dos canais pagos, o filme abaixo:






Filme: Dúvida (Doubt – EUA – 2008)

Pode existir algo mais injusto e odioso do que ser alvo de suspeitas infundadas de alguém? E se as desconfianças se transformam em fofocas, que distorcem ações bem intencionadas, transformando-as em manipulação e abuso? Mas... por outro lado, e se os juízos feitos não forem infundados e as acusações tiverem causa real? É esta a questão de que trata este filme. Todavia, nada fica definitivamente claro, e tudo colabora para que a dúvida persista. 

A ação se passa no início dos anos 60, época em que ainda havia muita rigidez nos costumes, sobretudo nos relacionados à educação de crianças. Esta rigidez era mais forte nas escolas de base religiosa, caso desta da qual iremos falar, que é uma escola católica. Ela é dirigida pela irmã Aloysio (interpretada por Meryl Streep) freira linha dura, conservadora, à antiga, e defensora da disciplina imposta através do medo. 

A escola acabou de receber o primeiro aluno negro, Donald, menino de doze anos, que devido à intolerância de que é vítima, se vê protegido pelo padre Flynn (Philip Seymour Hoffman), sacerdote da escola, mais liberal e contrário às rígidas práticas de irmã Aloysio. Padre Flynn parece ser uma pessoa mais humana e compassiva, enquanto que irmã Aloysio é pura austeridade e rigor. O rigor pessoal das freiras era tanto, que uma gratificação simples, como a de adoçar o chá, era vista como fraqueza. Ocorre que padre Flynn gostava de adoçar o chá, de música profana e das crianças. E também tinha o mau hábito de manter unhas sem corte!

Irmã Aloysio desaprovava tudo isso, mas só “comprovou” mesmo, que havia algo muito errado com o padre, quando outra freira (Amy Adams) relata que Donald fora chamado à reitoria, pelo padre Flynn. E voltara de lá com um jeito esquisito. Irmã Aloysio suspeita que o menino fora molestado pelo padre. E aí começa o embate entre este e as duas freiras.



Achei a interpretação dos três atores brancos maravilhosa. Mas, para mim, a parte mais emocionante do filme foi proporcionada pela atriz Viola Davis, que faz a mãe de Donald. Chorei na parte em que ela dialoga com irmã Aloysio - caminhando pela rua, porque dispunha de pouco tempo para a conversa com a freira. São muito comoventes as razões que ela apresenta para a postura que assume. Este filme é muito bom, recomendo!





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