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sábado, 18 de janeiro de 2014

Uma bebida linda e saborosa chamada Kir Royal e a minha opinião sobre o livro Morte Súbita, de JK Rowling


 
Olá, gente! Este coquetel, que já figurou em filmes, é muito fácil de fazer, fica lindo e é também saboroso. Ele foi criado por um político francês, cujo nome era Félix Kir e inicialmente era feito com vinho branco, que depois passou a ser substituído por Champanhe. O champanhe é combinado com uma pequena parte de licor de Cassis. E é só, rsrs. Mas surgiram outras versões desta bebida, como o Kir Imperial e outros. Há quem apenas coloque um pouco de licor de Cassis na taça e complemente com o champanhe, mas eu vou dar a receita que faço.  


Kir Royal ou Kir Royale

1 parte de licor de Cassis
5 partes de Champanhe
1 morango ou outra fruta vermelha (opcional, mas todos acrescentam)

Preparo

Num copo para Champanhe coloque o licor/creme de Cassis. Despeje o Champanhe sobre o licor suavemente. Jogue a fruta dentro da bebida.


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Morte Súbita de JK Rowling

(Atenção, spoiler, texto com revelações sobre o enredo do livro abaixo)

 
Li – e muito apreciei – o livro acima, Morte Súbita (The Casual Vacancy) de JK Rowling. A estória dele talvez possa ser resumida numa frase: “as consequências, para duas comunidades, da morte súbita de um conselheiro chamado Barry Fairbrother”. Eu penso que ser membro de um conselho, como o em que atuava Barry Fairbrother deve equivaler a ser um vereador, talvez um deputado distrital, enfim, alguém com possibilidade de mudar as leis de sua comunidade. O conselho em que Barry Fairbrother atuava deseja que sejam cortados os vínculos que ligam a sua pequena cidade a uma outra, dependente administrativamente dela, que foi construída, à revelia dos moradores,  em suas adjacências. Desde a construção, a nova cidade tornou-se um incômodo para muitas pessoas da mais antiga. Barry Fairbrother não só era contra o desligamento das duas cidades como também tentava ajudar, pessoalmente, alguns indivíduos da cidade nova e mais pobre. 

Então vamos sendo  apresentados  às pessoas mais, digamos, representativas das duas comunidades. O lado novo é habitado por gente carente e cheia de problemas. Nele há, inclusive, uma família em que a mãe é viciada em heroína, fato que impõe, como se pode imaginar, riscos e perdas enormes, para a própria mulher e o seus  dois filhos, uma adolescente e um menininho de 3 anos e meio. No lado mais rico a gente vê pessoas inconsequentes, egoístas, fofoqueiras, insensíveis, tolas, pai violento, cujo filho chega a fantasiar  matá-lo, adolescente praticante de bullying, e vai por aí. Então, um único fato simples e isolado -  “de alçada política”, como se poderia dizer  -  que é a decisão de fazer o desligamento das duas cidades acaba acarretando, indiretamente, a morte dos dois filhos da viciada em heroína.  Mas, do que o livro trata mesmo é da falta de compaixão e de reflexão aprofundada sobre as coisas que dizem respeito aos que nos cercam, especialmente os mais desprovidos. Trata das mesquinharias das pessoas em geral, inclusive a minha e a sua, leitor, que agora lê este texto, rsrs (pelo menos se você é do tipo que se coloca na pele dos personagens dos livros que lê, rsrs). E, para além disso, a gente é confrontada com as misérias provocadas pelo vício em droga pesada; com as coisas temerárias vinculadas à prática do bullying; com o preconceito racial  e muito mais. Para mim, que não li nenhum dos livros da série Harry Potter, estrondoso sucesso editorial da escritora, que foi inteirinha lida e relida pelos demais membros de minha família, este livro foi uma revelação. Revelou-me uma autora de  visão arguta e sensível, com relação ao encadeamento das questões humanas. Achei a estória também corajosa, pois funciona como uma boa alfinetada nas consciências mais adormecidas.

Em tempo, como meses atrás o meu marido havia comentado que soubera que este livro havia sido desaprovado por muita gente, dos países anglófonos, vim pesquisar na Internet, a fim de descobrir detalhes sobre isso. Encontrei de fato muitas pessoas, inclusive uma tal, que é crítica do New York Times, metendo o malho no livro. O argumento de todos é que a estória é sombria e  - pasmem! - enfadonha (cadê a magia? alguém perguntou). Sei não, diante dessas opiniões fiquei meio propensa a concordar com os dizem que esse povo é meio descerebrado. 



  

17 comentários:

A Paixão da Isa disse...

adoro esta bebida ja mt tempo que nao bebo a tua esta com uma cor mt bonita o livro nao conheço bjs bd

Lili disse...

legal, mãe! fica muito doce?

gostei do comentário do livro. =) será que agora você anima de ver Harry Potter?

Lili disse...

*de ler

Pepa disse...

Sério que esse livro é tão bom assim ??
Eu não li nenhum da saga Harry, mas esse seu "relato" me encheu de vontade... vou caçar na biblioteca e depois te falo minhas opiniões (viu que tô metida né ?? srrss)

Que drink chique... adorei a cor, apesar de não beber absolutamente nada, srrsrs

bjus 1000 e uma semana lindona por ai !!!

Arione Torres disse...

oi amiga, adorei a receita, parece ser uma delícia!
E sobre o livro, tenho vontade de ler, mas ando com falta de tempo rsrs
Beijos e tenha uma ótima semana!

✿ chica disse...

Esse drink é bom demais e gostei de tua resenha do livro!!1 bjs praianos,chica

Prata da casa disse...

Olá Marly: uma bebida tão chique e ainal é bem simples de preparar. Adorei.
Quanto a JK Rowling, a verdade é que só li ( devorei) a saga Harry Potter. Comprei para os meus filhos, claro, mas depois do 3º, comprava-os e só os mostrava quando tinha acabado de ler (lol).Claro que ela já tinha avisado que o seu novo livro não tinha nada a ver com o mundo mágico de Harry Potter. Aliás este é um livro dirigido a um público mais adulto ( penso eu).Gostei do teu comentário. Vou ver se compro.
Bjn
Márcia

Lúcia Soares disse...

Uma delícia de sugestão para uma bebidinha refrescante, Marly.
Quanto ao livro, só leio elogios sobre ele.
A saga do Harry Potter é deliciosa, os 3 primeiros livros são muito bons, os outros vão sendo mais cansativos, mas ainda assim são bem interessantes.
Beijo e boa semana.

Zizi Santos disse...

Espumante posso beber e o licor cassis, adoro com o mamão papaya quando vou a restaurante e peço comida a la carte.Esse drink adoraria! Uma feliz combinação!
Gostei de sua resenha, me fez ficar curiosa sobre o livro que a crítica tanto falou mas que você fez suas ponderações.
Talvez não seja sucesso como os primeiros livros. Mas ela é uma sra. autora! Fico com ela!
bj Zizi

Licia Dutra disse...

Marly,o coquetel é bem fácil de fazer,até para mim que não sei fazer nada de bebida,ótimo para receber as visitinhas em casa. O livro eu vi na livraria nessa última vez que fui e fiquei bastante curiosa. Obrigada pelo seu recadinho,ele sempre me deixa muito feliz. Tenha uma ótima semana! Bjss.

Luma Rosa disse...

Oi, Marly!
Favoritei a sua postagem para ler a sua opinião sobre o livro depois que eu também ler :)
O Kir Royale é uma bebida romântica - assim vejo. O licor de cassis é bastante versátil e como não gosto de bebidas doces, faço o "Fifi" que é uma mistura de Gim com o licor. O Gim é uma bebida bem feminina, pois não deixa hálito.
Sabe que o licor de Cassis foi criado por monges que usavam o extrato para matar veneno de cobra? Foi um barman que me contou... rs.
Boa semana!!
Beijus,

Heloísa disse...

Bebida linda, Marly.
E, com certeza, um livro com seu aval deve valer a pena.
Beijo.

Marly disse...

Lili,

A bebida não fica doce, rsrs.

Meninas, fiquei surpresa com o livro, pois tenho muitas reservas com relação à literatura que chamo de "comercial", na qual incluo os best-sellers, rsrs. Mas achei este livro bom, rsrs.

Beijos!

Renata disse...

Marly,
Eu ameeei o livro! E adoro quando vc fala sobre livros, sou uma viciada em leitura rsrsrs
bjos

Rosita Vargas disse...

Una rica bebida refrescante y el libro debo leerlo pronto,abrazos.

Tays Rocha disse...

Eu tomei esse drink em um casamento e adorei! A cor dele é tentadora... rsrsrssr. Ó... não li sobre a resenha, passei direto, assim que eu terminar, volto.

Beijos ♥

Patricia Merella disse...

Ola Marly
Eu amo esta bebida e cá em casa fazemos muito no verão.Tenho um pé de cassis que ano passado ja deram alguns frutos,rs o livro eu ainda n li,beijinhos

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