
quarta-feira, 7 de outubro de 2026
Bombons com recheio de cerejas, para o dia das crianças e o início da Primavera

sexta-feira, 11 de setembro de 2026
Torta de Bis, de novo, e...
Olá, queridos leitores,
Publiquei a receita dessa torta, pela primeira vez, aqui, em novembro de 2010. Mas já naquele post eu fiz uma restrição ao recheio dela, que levava muita gelatina. O recheio desta não levou gelatina nenhuma. E foi só um creme, o alpino, em vez de dois. O creme alpino é uma mistura de doce de leite com chocolate. O próprio chocolate endurece um pouco o recheio, de modo que o uso da gelatina é dispensável. Quem desejar, pode fazer dois cremes, como era feito na receita original. Ou um creme de sabor à escolha (já fiz assim). Mas não pode ser uma receita grande, pois a barrinha de Bis é pequena (ou diminuiu de tamanho, sei lá, rsrs). Recomendo fortemente que leiam o primeiro post, para entender como a torta é montada.
A torta da foto acima foi feita assim (numa forma, de fundo removível, de 25 cm de diâmetro):
- 2 embalagens de Bis branco + 2 de Bis preto, para a lateral da torta (nem todas as barrinhas serão usadas, mas serão necessárias duas caixas de cada Bis, para isso).
- Uma camada de bolo de chocolate ligeiramente umedecido com água filtrada (receita abaixo). Em vez de bolo, a primeira camada pode ser também de bolachas ligeiramente umedecidas no leite, como a da primeira receita.
- uma camada de creme alpino. Este creme alpino foi feito com 600 gramas de doce de leite, batido com 250 gramas de chocolate derretido (usei o meio amargo) + 2 xícaras (de 200ml) de creme de leite fresco + 1/2 xícara (de 200ml) de cacau em pó. Bate tudo na batedeira, para misturar bem, e aplica (não vai ao fogo).
- no topo, salpicado de flocos de chocolate ou outro ingrediente como nozes, etc.
Bolo de chocolate
Ingredientes
2 xícara (chá) de farinha de trigo1 xícara (chá) de leite morno
1/2 xícara (chá) de óleo de cozinha (caprichada!)
2 ovos grandes
1/2 xícara (chá) de chocolate em pó
1 xícara (chá) de açúcar
1/2 colher (chá) de café instantâneo em pó
1/2 colher (sopa) de fermento em pó
1/2 colher (chá) de bicarbonato de sódio
1/2 colher (chá) de essência de baunilha
1 Pitada de sal
Preparo
terça-feira, 25 de agosto de 2026
Quindim e o que rolou nos últimos dias
Olá, queridos leitores,
quinta-feira, 6 de agosto de 2026
Pavlova, novamente. E o que rolou nos últimos dias!
Nem vou tentar justificar a 'prolongada' ausência, porque ela se deveu à minha preocupação com as coisas que vêm acontecendo no Brasil e no mundo. Refiro-me à constante tensão que nos rodeia: a ameaça à democracia, à civilização e mesmo à ameaça à vida (guerras).
Porém, eu sei que uma forma de resistir a tudo isso é continuar a ser feliz e a fazer as coisas de que gostamos, portanto, eis-me de volta, rsrs.
Os dias secos, como têm sido os atuais, cá no Centro Oeste, são os ideais para se fazer certas iguarias culinárias. A Pavlova é uma delas (os macarons são outra, para citar só essas duas). Fiz uma Pavlova recentemente, por ser uma das sobremesas preferidas do povo de casa.
terça-feira, 30 de junho de 2026
Homus de beterraba e o filme O Passageiro, Profissão Repórter
Homus de beterraba
Ingredientes
4 beterrabas média (400 gramas mais ou menos)
1 colher de sopa de sumo de limão
1 pote de iogurte grego (170 gramas)
1 colher de chá (rasa) de sal grosso (ou sal a gosto)
3 dentes de alho pequenos (descascados e picados)
1/3 de xícara de tahine
¼ de colher de chá de pimenta do reino, moída no momento
Azeite de oliva para servir
Descasque e pique as beterrabas. Cozinhe-as em água (suficiente para as cobrir). Escorra a água e reserve as beterrabas. Ponha no processador de alimentos: as beterrabas cozidas, o alho, o sumo de limão, o tahine e o iogurte. Bata tudo até que vire um creme. Junte o sal e a pimenta do reino e bata até misturar tudo. Sirva com um fio de azeite de oliva.
Eu desejava assistir a este filme desde que li - há décadas- uma entrevista, dada pelo diretor brasileiro, de cinema, Walter Salles (que dirigiu o premiado 'Ainda estou aqui'), em que ele dizia que foi esta obra que o fez decidir por se tornar cineasta. Mas só agora consegui atingir esse objetivo.
É o tipo de filme que, de certo modo, tende a dividir opiniões: uns o amam e outros... nem tanto, rsrs.
A despeito de tudo, o filme hoje está consagrado como uma obra prima. E por quê? Porque ele retrata uma viagem ao interior da alma do protagonista, um indivíduo chamado David Locke (interpretado por Jack Nicholson). Este homem, aliás, que é um repórter anglo-americano, meio cínico e muito desiludido com a vida, se encontra num árido e remoto local, no norte da África, para onde foi enviado com a missão de cobrir um conflito, que se desenrolava por lá.
Porém, coincide de ele se ver hospedado no mesmo hotel em que se encontra um inglês, cujo nome é David Robertson.
À certa altura, David Locke chega ao hotel, depois de um dia duro e frustrante, e resolve chamar Robertson, no quarto deste, para, talvez, desfrutarem de um momento de espairecimento. E depara com o homem morto, deitado na cama, como se estivesse a dormir. Um curto flashback mostra que os dois homens, antes, haviam se apresentado, conversado e meio que iniciado uma amizade. Na conversa, o inglês diz três coisas a Locke: que é um homem de negócios, que não tem família nem amigos; e que tem um coração fraco. A gente, então, deduz que o coração fraco o havia matado.Ao encontrar Robertson morto, David Locke resolve ali, assumir a identidade dele, trocando os próprios documentos com os do falecido. E se apropriando também de prospectos, com anotações, e da agenda do morto.
Passando-se por Robertson, logo Locke descobre que o inglês estava traficando armas, para um grupo envolvido com a guerra local. No meio tempo, surge uma bela jovem (Maria Schneider), que se envolve com Locke. Ela tenta ajudar o repórter a fugir da polícia e dos criminosos que, então, o perseguiam.

















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