Homus de beterraba
Ingredientes
4 beterrabas média (400 gramas mais ou menos)
1 colher de sopa de sumo de limão
1 pote de iogurte grego (170 gramas)
1 colher de chá (rasa) de sal grosso (ou sal a gosto)
3 dentes de alho pequenos (descascados e picados)
1/3 de xícara de tahine
¼ de colher de chá de pimenta do reino, moída no momento
Azeite de oliva para servir
Descasque e pique as beterrabas. Cozinhe-as em água (suficiente para as cobrir). Escorra a água e reserve as beterrabas. Ponha no processador de alimentos: as beterrabas cozidas, o alho, o sumo de limão e o iogurte. Bata tudo até que vire um creme. Junte o sal e a pimenta do reino e bata até misturar tudo. Sirva com um fio de azeite de oliva.
Eu desejava assistir a este filme desde que li - há décadas- uma entrevista, dada pelo diretor brasileiro, de cinema, Walter Salles (que dirigiu o premiado 'Ainda estou aqui'), em que ele dizia que foi esta obra que o fez decidir por se tornar cineasta. Mas só agora consegui atingir esse objetivo.
É o tipo de filme que, de certo modo, tende a dividir opiniões: uns o amam e outros... nem tanto, rsrs.
A despeito de tudo, o filme hoje está consagrado como uma obra prima. E por quê? Porque ele retrata uma viagem ao interior da alma do protagonista, um indivíduo chamado David Locke (interpretado por Jack Nicholson). Este homem, aliás, que é um repórter anglo-americano, meio cínico e muito desiludido com a vida, se encontra num árido e remoto local, no norte da África, para onde foi enviado com a missão de cobrir um conflito, que se desenrolava por lá.
Porém, coincide de ele se ver hospedado no mesmo hotel em que se encontra um inglês, cujo nome é David Robertson.
À certa altura, David Locke chega ao hotel, depois de um dia duro e frustrante, e resolve chamar Robertson, no quarto deste, para, talvez, desfrutarem de um momento de espairecimento. E depara com o homem morto, deitado na cama, como se estivesse a dormir. Um curto flashback mostra que os dois homens, antes, haviam se apresentado, conversado e meio que iniciado uma amizade. Na conversa, o inglês diz três coisas a Locke: que é um homem de negócios, que não tem família nem amigos; e que tem um coração fraco. A gente, então, deduz que o coração fraco o havia matado.Ao encontrar Robertson morto, David Locke resolve ali, assumir a identidade dele, trocando os próprios documentos com os do falecido. E se apropriando também de prospectos, com anotações, e da agenda do morto.
Passando-se por Robertson, logo Locke descobre que o inglês estava traficando armas, para um grupo envolvido com a guerra local. No meio tempo, surge uma bela jovem (Maria Schneider), que se envolve com Locke. Ela tenta ajudar o repórter a fugir da polícia e dos criminosos que, então, o perseguiam.
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