segunda-feira, 26 de outubro de 2026

Abobrinhas de Leite em Pó - Para o Halloween de 2026 - e A Questão do Bem e do Mal



           fiz também trufas e brigadeiros 
(na foto da mesa eles estão dentro das forminhas em forma de flor)

Olá, queridos leitores,

Resolvi trazer, novamente, as abobrinhas acima, como sugestão de docinhos para o Halloween, de 2026. Essas abobrinhas de leite em pó já apareceram aqui no blog, mais de uma vez. Também apareceram outras abobrinhas, feitas com outros ingredientes, inclusive com a própria abóbora (doce de abóbora sólido). Mas essas,  juntamente com as abobrinhas de manteiga de amendoim, são as mais fáceis de fazer, porque dispensam fogo.

Abobrinhas de Halloween (docinhos de leite em pó, em forma de abóboras, para o Halloween)

 Ingredientes

400g de leite em pó (1 lata)
2 xícaras (chá) de açúcar refinado
½
xícara (chá), caprichada, de leite de coco*
Gotas de corante alimentício na cor laranja
Gotas de corante alimentício na cor verde médio/escuro

Preparo

Misture os três primeiros ingredientes, até que se forme uma massa homogênea (atenção: Pode ser que seja necessário o acréscimo de um pouco mais de leite de coco, mas, só o acrescente se, depois de misturar muito bem os ingredientes, constatar que a massa ainda não dá ponto de enrolar. Não se apresse nesse passo, pois à medida em que a massa é manipulada, o leite em pó vai soltando gordura, que supre os líquidos necessários. Depois de homogeneizada, separe ¼ da massa para fazer as folhas. Tinja esta parte com o corante verde e o restante da massa com o corante laranja. Faça bolinhas com a massa laranja e dê a elas a forma de abóboras (risque-as com o lado não cortante de uma faquinha, imitando os ‘gomos’ das abóboras). Faça folhinhas com a massa verde e prenda-as ainda moles nas abobrinhas.

 Nota: dessa vez fiz as folhinhas com papel verde. 

                                                           

E, já que o Halloween está próximo, trouxe também as fotos dos docinhos abaixo, feitos nas celebrações passadas. Todos com posts publicados aqui no blog. E há outras postagens sobre o assunto.


isso aqui foi uma invenção minha: ovinhos de chocolate, colados com chocolate derretido e temperado, em aranhinhas de plástico (os olhos eram bolinhas doces), a foto está ruim, mas a ideia é válida

                           nhás bentas de compra, transformadas em fantasminhas

             bombons caseiros, moldados em forminhas com cavidades com o tema 'halloween'

bolachas caseiras, cobertas com pasta americana, com o desenho do Jack Skellington

                                            


                                         A Questão do Bem e do Mal


Em nenhuma outra época, eu tive uma percepção tão forte do bem e do mal quanto nos últimos anos. E isso porque fomos confrontados com o mal, tantas vezes, que fui obrigada a pensar no oposto, no bem. Esfregaram, na cara da gente coisas como:  o autoritarismo, a violência, a ganância, o egoísmo, a brutalidade, a incivilidade, a ignorância, os preconceitos, a malignidade, a hipocrisia...tanta coisa ruim, que a lista talvez seja infinita.  E o pior é que isso tem acontecido o tempo inteiro, sem trégua. E, aparentemente, em todo o Ocidente.

A coisa toda tem a ver com a estratégia política conhecida como “Dividir Para Conquistar”. Dizem que quem criou essa tática foi o general romano Júlio César. O conceito significa dividir uma força, em fragmentos menores, a fim de facilitar a derrota dela (ou mesmo o seu controle ou administração).

Um dos modos mais comuns de provocar a divisão é semeando discórdias, no meio da força (que quase sempre é uma população ou grupo de pessoas).  A criação de um “inimigo” também tem sido usada, a fim de “separar” os membros de um grupo. Um dos desdobramentos disso é cegar as pessoas envolvidas, para os interesses comuns delas.

O fato é que tem sido duro a gente deparar com a disseminação de mentiras, ou meias verdades, e ainda ter que lidar com gente que defende ferozmente as tais mentiras, mesmo que elas, claramente,  mostrem a própria falsidade.

Claro que existem inúmeros interesses, por trás dessa prática. E que muitos deles são fundamentalmente  injustos .

Eu acho isso uma coisa... sei lá, que já deveria ter sido superada, para dizer o mínimo.  Não acredito que más ações possam ter bons resultados. Não a longo prazo, pelo menos.

O filósofo grego, Aristóteles, criou o conceito de que o MAL é AUTODESTRUTIVO. Ou seja a natureza do mal é a destruição, porém, ele acaba por destruir a si mesmo.  E isso porque o mal se sustenta sobre coisas que não podem ser mantidas por muito tempo, como a mentira, a falsidade, a traição, a ganância etc.

Já o BEM seria estável, por se sustentar sobre coisas como a verdade, a virtude, etc., que tendem a perdurar.  

Pessoalmente eu ainda acredito que qualquer ‘vibração’ emanada, volta invariavelmente para a sua fonte. A fonte, da qual provém uma mentira, receberá a mentira de volta. Se nela originar-se o conflito, o conflito voltará para ela. E assim com tudo. 

                                             

É isso aí. Até a próxima! 


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