Ingredientes
400g de leite em pó (1 lata)
2 xícaras (chá) de açúcar refinado
½ xícara (chá), caprichada, de leite de coco*
Gotas de corante alimentício na cor laranja
Gotas de corante alimentício na cor verde médio/escuro
Preparo
Misture os três primeiros ingredientes, até que se forme uma massa homogênea (atenção: Pode ser que seja necessário o acréscimo de um pouco mais de leite de coco, mas, só o acrescente se, depois de misturar muito bem os ingredientes, constatar que a massa ainda não dá ponto de enrolar. Não se apresse nesse passo, pois à medida em que a massa é manipulada, o leite em pó vai soltando gordura, que supre os líquidos necessários. Depois de homogeneizada, separe ¼ da massa para fazer as folhas. Tinja esta parte com o corante verde e o restante da massa com o corante laranja. Faça bolinhas com a massa laranja e dê a elas a forma de abóboras (risque-as com o lado não cortante de uma faquinha, imitando os ‘gomos’ das abóboras). Faça folhinhas com a massa verde e prenda-as ainda moles nas abobrinhas.
Nota: dessa vez fiz as folhinhas com papel verde.
E, já que o Halloween está próximo, trouxe também as fotos dos docinhos abaixo, feitos nas celebrações passadas. Todos com posts publicados aqui no blog. E há outras postagens sobre o assunto.
A coisa toda tem a ver com a estratégia política conhecida como “Dividir Para Conquistar”. Dizem que quem criou essa tática foi o general romano Júlio César. O conceito significa dividir uma força, em fragmentos menores, a fim de facilitar a derrota dela (ou mesmo o seu controle ou administração).
Um dos modos mais comuns de provocar a divisão é semeando discórdias, no meio da força (que quase sempre é uma população ou grupo de pessoas). A criação de um “inimigo” também tem sido usada, a fim de “separar” os membros de um grupo. Um dos desdobramentos disso é cegar as pessoas envolvidas, para os interesses comuns delas.
O fato é que tem sido duro a gente deparar com a disseminação de mentiras, ou meias verdades, e ainda ter que lidar com gente que defende ferozmente as tais mentiras, mesmo que elas, claramente, mostrem a própria falsidade.
Claro que existem inúmeros interesses, por trás dessa prática. E que muitos deles são fundamentalmente injustos .
Eu acho isso uma coisa... sei lá, que já deveria ter sido superada, para dizer o mínimo. Não acredito que más ações possam ter bons resultados. Não a longo prazo, pelo menos.
O filósofo grego, Aristóteles, criou o conceito de que o MAL é AUTODESTRUTIVO. Ou seja a natureza do mal é a destruição, porém, ele acaba por destruir a si mesmo. E isso porque o mal se sustenta sobre coisas que não podem ser mantidas por muito tempo, como a mentira, a falsidade, a traição, a ganância etc.
Já o BEM seria estável, por se sustentar sobre coisas como a verdade, a virtude, etc., que tendem a perdurar.
Pessoalmente eu ainda acredito que qualquer ‘vibração’ emanada, volta invariavelmente para a sua fonte. A fonte, da qual provém uma mentira, receberá a mentira de volta. Se nela originar-se o conflito, o conflito voltará para ela. E assim com tudo.
É isso aí. Até a próxima!

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