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segunda-feira, 5 de novembro de 2018

Risoto Delicioso de Churrasco, entrando no Clima natalino e o filme O Libertino


Olá, amigos e amigas! Recentemente recebemos a visita dos pais do Gabriel (que é o namorado de minha filha Lili). Trata-se de uma família gaúcha, e por isso quisemos oferecer um churrasco a eles. Mas, sabendo que os gaúchos são especialistas em churrascos,  não ousamos preparar as carnes nós mesmos. antes pedimos ao casal que nos ensinassem os segredos do churrasco da região, favor que eles gentilmente nos fizeram. 
Tendo sobrado muita carne assada, decidiram nos fazer um arroz de Carreteiro, para o jantar daquele dia. O prato resultou DELICIOSO! Porém, eu verifiquei que o preparo deste famoso arroz é idêntico aos dos risotos (nesta família, pelo menos!), por isso eu o estou chamando assim. Eis a receita.

Risoto de Churrasco (ou seria o Arroz de Carreteiro do Sul?)

Ingredientes

2 xícaras de arroz agulhinha (sem lavar)/reparem que usam o arroz comum, o que não diminuiu em nada a delícia final do prato!
3 xícaras de cubos de carnes que sobrarem de churrasco (a medida é aproximada, quanto mais carne, mais rico o risoto)
alho e cebola picados, a gosto
1/2 pimentão vermelho picado
1/2 pimentão verde picado
3 colheres (sopa) de óleo
+ou - 1/2 xícara de vinagrete já preparado (ou três tomates médios, sem sementes, picados + 3 colheres de sopa de vinagre de vinho (o vinagre dá um delicioso toque ácido ao risoto)
1,2 litros de caldo de legumes já preparado (ou 1,2 litros de água + 1 envelope de caldo de legumes em pó - não empregue o caldo todo de uma vez, vá acrescentando-o aos poucos até que chegue ao ponto de risoto: cremoso mas com o arroz 'al dente') - mantenha o caldo em fogo bem baixo.
sal, a gosto

Preparo

Numa panela grande, aqueça o óleo. Junte o alho e a cebola e frite-os. Acrescente a carne e refogue tudo. Junte o sal, os tomates e metade dos pimentões (sempre é bom guardar um pouco para acrescentar no fim do preparo do prato, para garantir que fiquem al dente e emprestem cor ao risoto). Junte o vinagrete e um pouco do caldo e deixe que a carne amoleça ligeiramente no fogo). Acrescente o arroz e mais um pouco de caldo, mexendo sempre e acrescentando mais caldo até que o arroz cozinhe. Por fim junte o restante dos pimentões e corrija o tempero, se for preciso. Sirva imediatamente.



O Natal está chegando!

Este ano tem sido especialmente turbulento e desafiador, de modo que é até com certo alívio que estamos (quase!) adentrando a época natalina, tempo de arrefecimento dos ânimos e de uma especial busca de serenidade e fraternidade. Eu resolvi ir introduzindo, em minha casa - gradativamente -  a decoração natalina (mais como uma  prévia ou teste), a fim de ir trazendo o espírito do Natal para às nossas vidas. Espero com isso neutralizar, um pouco que seja, as durezas que têm permeado as nossas relações


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Começo trazendo a ideia da reutilização dos vidros de conservas (e outros). Estes foram higienizados e tiveram as tampas pintadas com tinta spray na cor vermelha. Eles podem simplesmente ajudar a compor a decoração de um armário.


      ou se transformarem em embalagens de presentes (guloseimas feitas em casa, por exemplo)


Também vale empregar latinhas, fitas e outros elementos natalinos que talvez você já tenha em casa (de outros Natais).




Sempre tive cadernos de notas, e folheando um de 2007 (pois é, de mais de 11 anos atrás!) encontrei as anotações abaixo, sobre o filme O Libertino, assistido por mim em meados daquele ano. Sei que a minha resenha vai parecer muito moralista, que é algo que desagrada até mesmo a mim, rsrs. Mas é que já vi. na vida real, muitas estórias com início e desfecho semelhantes, por isso eu me permiti as associações que fiz. 


Filme

O Libertino
(atenção, 'spoiler', texto com revelações sobre o filme abaixo)


ficha técnica:

ano de lançamento: 2006
diretor: Laurence Dunmore
elenco: Johnny Depp. John Malkovich, Clare Higgins, Samantha Morton (e outros)


A obra aborda a estória do conde de Rochester (John Wilmot), que viveu no século XVII. Ele teve vida curta (morreu com 33 anos), e foi um escritor culto, irreverente e voltado para as artes, a sátira e o teatro, condições que o tornaram amigo do rei Carlos II e figura célebre na corte da Restauração Inglesa. 
Para mim o filme foi uma narrativa - quase didática - dos acontecimentos de uma vida voltada para os prazeres e excessos, que no fim, busca a redenção do espírito.  
Lord Rochester gasta os seus primeiros anos de jovem adulto na satisfação desenfreada dos seus apetites carnais: a fornicação e o vinho (principalmente).
Como acontece com frequência, ele só desperta para os sentidos mais profundos da vida depois que é atingido pela dor. 
Isso me remeteu aos versos do livro de Eclesiastes (11:9-10): 

"Alegra-te jovem, na tua juventude, e recreie-se o teu coração nos dias da tua mocidade. Anda pelos caminhos que satisfazem  ao teu coração e agradam aos teus olhos: Sabe porém que de todas essas cousas Deus te pedirá conta"

Lembrei-me também da frase de Ésquilo:

"A sabedoria é filha da dor e nasce com muitas lágrimas".

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É só, para o momento. Até breve!





terça-feira, 16 de outubro de 2018

Pãezinhos Simples para o World Bread Day 2018



Olá, pessoal,
Estou chegando esbaforida, para o World Bread Day 2018. A esta altura todos já sabem que este evento foi criado pela Zorra, do blog Kochtopf, em 2006, e que, portanto, esta é a sua 13ª edição.  Desta vez, devido às correrias de sempre, escolhi uma receita (adaptada por mim, ao longo dos anos) de pão branco simples. Eu a tenho feito em forma de pãezinhos (dinner rolls) e/ou bisnaguinhas, porque este é o formato preferido da turma cá de casa. Esta receita rende muito (rendeu 16 pãezinhos de 70 gramas e 14 bisnaguinhas de- mais ou menos - 50 gramas (nem todas resultaram com o mesmo peso, para aproveitamento total da massa).



estes pãezinhos ficam super macios, parecem feitos de algodão

Pão Branco Simples (e muito bom Para o World Bread Day de 2018)

xícara = 240 ml

Ingredientes

1 kg de farinha de trigo branca comum (mais um pouco para enfarinhar a mesa)
3/4 de xícara de açúcar
3/4 de xícara de óleo vegetal
2 colheres (sopa) de fermento biológico seco
2 colheres (chá) de sal
250 ml de leite
250 ml de água
1 ovo (batido ligeiramente)
1 gema para pincelar nos pães (eu misturo a minha gema com um tiquinho de óleo vegetal + um tiquinho de café preparado)

Preparo

Misture a água com o leite e aqueça-os muito rapidamente, até que amornem (só podem chegar aos 47º C no máximo). Numa vasilha grande (tigela, bacia etc.) despeje a mistura aquecida. Junte 1/4 de xícara de açúcar e o fermento. Misture tudo e cubra a bacia, deixando que a mistura descanse por uns 10-15 minutos (isto é para testar o efeito do fermento que, ao fim do tempo deverá ter se transformado numa 'espuma' grossa. Junte então o restante do açúcar, o óleo, o ovo e a farinha (guarde um pouco - 1 xícara ou mais -  para adicionar no fim do processo, pois a massa tem que ficar elástica e maleável e pode ser que a farinha não seja toda empregada). Adicione o sal por último Vá misturando tudo - inicialmente com uma espátula e depois com as mãos. Vire a mistura sobre uma superfície limpa, lisa e ligeiramente enfarinhada e vá sovando a massa, acrescentando aos poucos a farinha restante, até que obtenha uma massa lisa, macia e elástica. Lave, seque e unte com óleo a tigela  usada e ponha a massa dentro dela. Vire a tigela para que a massa fique também untada. Meta a tigela dentro de um saco plástico grande e deixe que a massa cresça por mais ou menos 1 hora e meia (a massa deve dobrar de volume e ficar leve e aerada). Despeje a massa sobre a mesa e abaixe-a com o punho. Faça os pãezinhos e distribua-os em assadeiras previamente untadas e enfarinhadas (em vez de pãezinhos você pode fazer pães tipo forma ou em outro formato que preferir). Pincele os pãezinhos com a gema e leve-os a crescer de novo (por meia hora, mais ou menos) dentro do saco plástico grande, mas cuide para que o plástico não encoste nos pãezinhos. Leve as assadeiras ao forno médio (180º C) para que os pãezinhos assem até que fiquem cozidos e dourados (leva de 35 a 45 minutos em média).

Obs: Salpiquei sementes de linhaça sobre as minhas bisnaguinhas.     



quarta-feira, 26 de setembro de 2018

Bolo Bombom (de novo!) e o que rolou desde o nosso último encontro


Olá, pessoas queridas! Correram muitos dias desde o meu último post, sei disso! Mas é que, como eu disse na última vez em que estive aqui, a atual situação política do país tem me desanimado. Mas eu - naturalmente - continuo cozinhando, e um dos preparados que fiz, ainda no início de agosto, foi este bolo bombom. Este bolo foi apresentado à web, aqui no blog, em 2010. Naquela época ele era feito em tabletinhos individuais (mais ou menos do tamanho de um sabonete). De lá para cá surgiram novas versões dele, inclusive a versão grande, do tamanho de um bolo comum. Ele resulta com um visual muito atraente e é muito saboroso.  E o melhor de tudo é que não é difícil de fazer, que - creio - foi o motivo de ele ter "ganhado" o mundo. Este da foto tinha massa de "Nega Maluca" e recheio de brigadeiro branco e morangos. A única recomendação especial que faço é que usem um chocolate de qualidade e não muito duro, para fazer o revestimento externo do bolo, do contrário não será muito fácil cortá-lo. A receita e os segredinhos para o preparo dele você encontra aqui. Você pode usar - como eu fiz com o bolo acima - uma forma de  acetato (há delas em todos os formatos e tamanhos) para transporte de bolos (e até para outros fins), para moldar o seu  bolo. 



Outro bolo feito também em agosto (para o dia dos Pais) foi este Floresta Negra, cuja receita foi postada pele primeira vez aqui no blog em 2009 (veja aqui, pois já criei até uma releitura deste bolo, que também já ganhou o mundo).

Ah, e entre as receitas repetidas, fiz também a saladinha no palito, que foi apresentada aqui no blog em 2012. Nem vou colocar aqui o link porque basta olhar para a foto para ver como ela é feita: você escolhe os vegetais que quer usar e outros ingredientes e monta os seus espetinhos (nestes eu usei rodelas de cenoura previamente cozidas com sal + lâminas de pepino japonês + pedacinhos de ovos de codorna cozidos +  pedacinhos de azeitonas pretas + tomatinhos doces). Depois é só caprichar no molho. 



                                                    
                                                     

No dia 15 de setembro tivemos por cá, numa das lojas que frequentamos, a abertura da temporada de Natal de 2018 (isso mesmo, você não entendeu errado! rsrs). 



                                                       

É isso para o momento, até breve, que espero e vou me esforçar para que seja breve mesmo!



sábado, 28 de julho de 2018

Mousse enformada de manjericão e o filme: As confissões de Schmidt


Olá, meu povo, eis-me de volta ao blog, para a minha alegria (e espero que também para a alegria de vocês, rsrs)!
E venho trazendo esta mousse (ou patê, como queiram) de manjericão! Esta receita é pequena e boa para quem esteja à procura de receitas de patê para servir com belisquetes e/ou com outros patês. Mas ela pode ser aumentada - duplicada, triplicada, etc. sem perda do sabor ou outras complicações, o que é ótimo, pois ela também faz um linda figura em qualquer mesa, especialmente nas de festas!

Mousse de manjericão Enformada

Ingredientes

1 e 1/2 xícaras de chá de folhas de manjericão frescas e higienizadas
1/2 xícara de chá de queijo parmigiano ralado
1 caixinha (200 gramas) de creme de leite (use o fresco, se preferir)
1/2 xícara de chá de ricota picada
1/2 xícara de chá de maionese
1 colher de chá de gelatina em pó sem cor e sem sabor (hidratada e dissolvida, veja como fazer isso no modo de preparo)
Sal e pimenta do reino moída na hora a gosto
óleo de cozinha para untar a forma

Modo de Preparo


Antes de tudo, ponha a gelatina numa tigelinha que possa ir ao microondas e despeje sobre ela água suficiente para cobri-la (umas duas ou três colheres de sopa). Misture tudo para que a gelatina fique hidratada. Leve a tigelinha ao microondas, na potência 3 ou 4, até que a gelatina dissolva e a mistura fique líquida. Não dissolva a gelatina em temperatura muito alta, para que ela não perca o efeito (se preferir, faça isso em banho-maria) ). Enquanto isso, unte a forma a ser usada com o óleo. Ponha os ingredientes da mousse no copo do liquidificador e bata até que tudo fique liso e homogêneo. Despeje a mistura na forma preparada e leve a forma à geladeira por umas 3 horas (pelo menos). Desenforme a mousse afastando-a um pouco das paredes da forma (use os dedos para fazer isso), pois a entrada de ar, nas laterais da forma, facilita o desenforme. Sirva-a com torradas, pães ou o que achar melhor. 

nota: use mais gelatina, se quiser que a mousse fique mais firme; e prove um pouco da mistura, ainda no liquidificador, para ajustar os temperos ao seu gosto.

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Filme: As confissões de Schmidt
(About Schmidt - 2002 - co-escrito e dirigido por Alexander Payne. Com Jack Nicholson, Kathy Bates, Dermot Mulroney e Hope Davis)

(Atenção, 'Spoiler', texto com revelações sobre o enredo desta obra!)



Vi este filme na época do lançamento e lembro-me de o ter apreciado muito, de modo que nem sei porque ainda não o havia mencionado aqui no blog. No entanto, nos últimos dias ele vem sendo reprisado nos canais pagos, o que me levou a decidir que faria isso agora.
Eu sempre gostei das obras que abordam as imperfeições humanas, e o caminho que trilhamos, até chegar ao conhecimento do que é verdadeiramente importante na vida. E Warren Schmidt, o protagonista deste filme, é um exemplar desse ser humano imperfeito e em transformação, que representa – sem sombra de dúvida – a maioria de nós.
A estória de Schmidt começa a ser narrada no dia da aposentadoria dele, que foi, por muitos anos, funcionário numa companhia de seguros. Sem o emprego, ele logo começa a sentir-se inútil e deslocado e, assistindo à TV, ele vê um anúncio que pede amparo financeiro para crianças pobres da África. Pelo programa do anúncio, as pessoas que aceitassem patrocinar uma criança, deveriam enviar à instituição que a assiste, uma quantia em dinheiro, mensalmente, para ajudar na subsistência dela. Schmidt decide patrocinar um menino, cujo nome, ele fica sabendo depois, é Ndugu. Schmidt começa a escrever cartas ao menino, falando de si e dos acontecimentos de sua vida. E as cartas são bastantes confessionais e sinceras.
Entrementes, Schmidt revela espanto e descontentamento, com relação à esposa, Helen, com quem ele está casado há 42 anos (ela havia envelhecido, e só então ele parece dar-se conta do fato). Porém, ele é muito consciente de que quase tudo que ela faz o irrita (sem motivo específico, que fique claro). 
De repente,  Helen cai morta, vítima de um AVC. E a filha do casal – juntamente com o noivo dela – vêm, de outro estado, apoiar o pai e futuro sogro; e o ajudar nos procedimentos para o funeral. 
Schmidt não gosta do noivo da filha, que é vendedor de colchões de água e agente de um daqueles fraudulentos esquemas financeiros, que ficaram conhecidos por “Pirâmide”.  Contudo, quando Schmidt tenta advertir a filha sobre o erro dela, na escolha do noivo, a moça o repreende, por ele ter escolhido o caixão mais barato que havia na funerária, para a mãe dela: “Ela fazia tudo por você, custava ter gastado um pouco mais com ela, uma única e última vez?”, pergunta a filha.
Desse modo ficamos sabendo que Schmidt também era mesquinho, com a esposa, no que concerne ao dinheiro.  Ele nega isso e responde à filha que despendera uma boa quantia na compra de um motorhome (um daqueles veículos grandes, como um ônibus, equipados com as comodidades de uma casa: cozinha, sala, banheiro, etc.), apenas porque a esposa desejara que comprassem um. Mas a filha argumenta que a mãe lhe contara que tivera de vender umas ações, para pagar parte do veículo.
Após o funeral e a partida da filha, depois que ‘a ficha caiu’ com relação à perda da esposa, porque, com o correr dos dias Schmidt não pôde deixar de reparar que a casa se tornara suja e desordenada, por já não ter mais quem a limpasse e dirigisse, ele, finalmente, dá-se conta do quanto a esposa esforçava-se para manter tudo bonito e organizado. E ele sente-se sinceramente desolado. Nesse ponto eu não pude deixar de pensar nas milhões de esposas do mundo (e também nos muitos empregados domésticos) que jamais tiveram reconhecido o esforço despendido no trabalho que faziam.
E Schmidt também apercebe-se de que tivera muita sorte, em poder contar – por tantos anos -  com uma esposa diligente e abnegada.  E lamentando não ter reconhecido o bem que tivera, a tempo, ele vai buscar um pouco de Helen, nos objetos dela. 
E assim ele descobre que a esposa tivera um caso, com um amigo dele. E isso o enfurece. Mas não demora muito para que ele também se aperceba de que provavelmente fora o comportamento dele, que “empurrara” a esposa para o adultério. E ele, paradoxalmente, acaba pedindo perdão a ela.
Scmidt também passa por entreveros e mal-entendidos, na viagem que empreende, até chegar à casa da futura sogra da filha (para onde se deslocara para o casamento desta). E passa por mal-entendidos e constrangimentos ainda maiores, na casa da tal senhora.
Mas a essência do filme gira em torno da pergunta: “Que diferença eu fiz no mundo?”.  A vida inteira Schmidt calculara a estimativa de tempo de vida das pessoas, e ele sabia que ele próprio já não teria muito tempo, sendo então esta uma pergunta crucial, para ele. 
Schmidt acaba por concluir que um dos atos dele, de maior significado, pelo altruísmo envolvido (que na realidade havia sido pouco) fora justamente o de ajudar – minimamente -  um menininho desconhecido, que morava na África. 



terça-feira, 19 de junho de 2018

Quentão de vinho nº 2 (e o que rolou nos últimos dias)




Olá, minha gente!
Acho que desde que criei o blog, este foi o intervalo mais extenso que me permiti ficar distante dele. O motivo tem sido o mesmo, dos últimos meses: falta de tempo, chateações por permanentemente encontrar fotos e outros conteúdos da página em outras páginas, e também os aborrecimentos decorrentes dos equívocos relacionados à política, que têm aparecido muito nas páginas de pessoas do meu círculo de relações. Tais pessoas, em vez de se absterem de tomar parte nesses assuntos, uma vez que não entendem nada do mesmo, ‘danam’ a compartilhar memes e mensagens 'contundentes', como se essas expressassem verdades absolutas, as quais devêssemos assimilar sem demora. E ficam nisso o tempo inteiro, criando uma atmosfera de antagonismos e divisões, sem nem mesmo se darem conta do que estão a fazer. 

O amor ao blog, porém, sempre tem me trazido de volta, rsrs.


Cá em casa, neste último fim de semana, montamos um 'arraiá' junino, para o qual convidamos a família. Foi uma festa bem boa, como costumam ser as reuniões que envolvem essa gente barulhenta e cheia de boas energias, rsrs. Todos contribuíram com pratos típicos e uma das iguarias que me coube fazer foi este quentão de vinho. Ele fez muito sucesso entre os presentes, por isso resolvi trazer mais uma receita de quentão de vinho aqui para o blog (já temos uma publicada aqui). A receita de agora produz uma bebida mais diluída e muito gostosa.

Quentão de vinho nº 2

Ingredientes

·         1 garrafa de vinho tinto suave
·         1 garrafa de água (use a garrafa do vinho para medir; ou use menos água, se preferir o quentão mais concentrado)
·          1 xícara de açúcar
·         3 paus grandes de canela
·         10 cravinhos da índia
·         1 pedaço de gengibre descascado, cortado em fatias finas (o meu pedaço tinha uns 4 centímetros)

Preparo

Ponha a água e o açúcar numa panela e mexa até que o açúcar esteja bem dissolvido. Acrescente os temperos e deixe que a mistura ferva por 20 minutos, em fogo baixo (abaixe o fogo quando começar a ferver). Por último, junte o vinho e deixe que a mistura ferva mais 5 minutos. Sirva quente.

Obs: se desejar uma bebida mais alcoólica, acrescente uma xícara de cachaça à mesma, antes da primeira fervura. 

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E o que rolou também até agora, neste mês de junho




Claro que nos dias em que estive ausente fiz o que costumo fazer sempre: viajei, cozinhei, li e etc. Os últimos livros lidos foram estes, da foto acima. Desta vez – por desejar espairecer um pouco - pois tenho lido praticamente só assuntos ligados à não ficção ou temas mais ou menos sérios, eu incluí estes dois livros, entre as minhas leituras. Deles eu gostei mais do Os imperfeccionistas, de Tom Rachman. Nele o autor registra, em cada capítulo, a vida de um personagem, que é empregado num jornal de língua inglesa, fundado nos anos 50, em Roma, Itália. Assim vamos conhecendo a história daquelas pessoas e também a história do jornal. Particularmente, como alguém que já trabalhou fora de casa, eu acho muito interessante os relatos que tratam do trabalho, do objetivo dele, e das relações que se estabelecem entre os que trabalham num mesmo meio. O fato de este jornal haver sido fundando em Roma, por um norte americano – self made man – rico, foi tido desde sempre, e até mesmo pela família dele, como um ato de pura excentricidade. No fim do romance, porém, a gente fica sabendo do motivo que o moveu. O livro é bom e eu o recomendo! 

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No dia dos namorados eu fiz novamente o bolo bombom, uma das receitas mais buscadas aqui no blog. Desta vez o fiz de um modo ligeiramente diferente. A receita dele foi postada aqui (em 2010).




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E é só para o momento, até breve!



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