sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

Bolo (grande) de Palha italiana e o filme Fanny e Alexander



Olá!!

Resolvi me dar um descanso do blog, em janeiro, porque maridex tirou uns dias de férias neste mês e eu decidi dar um pouco de atenção a ele.



Mas, eis-me de volta à ativa! E trazendo este bolo supimpa, de palha italiana (também chamado de 'Chocolate Biscuit Cake'), facílimo de fazer, delicioso e classudo. E é uma ótima sugestão de sobremesa para a celebração do Valentine's day, que se aproxima.  


Outra particularidade desse bolo é que ele é o preferido do príncipe, William, da Inglaterra, fato que foi propagado ao mundo na época do casamento dele, uma vez que o tal evento contou com dois bolos, o oficial e um desse. 


Bolo Grande de Palha Italiana

xícara = 240 ml

Ingredientes

500 gramas de chocolate meio amargo de boa qualidade, bem picado ou ralado  (usei 400 gramas de chocolate meio amargo comum e 100 gramas de chocolate meio amargo com 70% de cacau)

1 lata de leite condensado

1/4 de xícara de açúcar refinado

1/4 de xícara de manteiga

2 pacotes de bolachas do tipo 'Maizena'  quebradas (mas você pode aumentar ou diminuir as bolachas, a gosto, e pode também substituir uma parte delas por frutas secas picadas); não deixe, porém, que a quebra das bolachas resulte em pó, você quer ver pedaços de bolachas no bolo, e não pó de bolachas

Preparo


Forre uma forma de tamanho médio (22 cm de diâmetro) com filme plástico e reserve-a. Derreta o chocolate juntamente com a manteiga, em banho maria ou no microondas. Fora do fogo, junte o leite condensado e o açúcar e misture bem. Acrescente  as bolachas quebradas. Espalhe a mistura na forma preparada (se você desejar um bolo mais alto, use uma forma menor). Nivele bem a mistura  na forma e cubra-a com filme plástico também. Leve a forma à geladeira, por pelo menos 4 horas. Remova o filme plástico do topo e vire a forma no prato em que vai servir o bolo. Remova o filme plástico do fundo. Se desejar, prepare um ganache com 100 gramas de chocolate meio amargo e 40 gramas de creme de leite (basta misturar e derreter estes dois ingredientes em banho maria ou no microondas), e cobrir o bolo com este creme, depois de esfriá-lo ligeiramente.  


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Fanny Alexander 

(1982 – escrito e dirigido por Ingmar Bergman)- ganhador de 4 Oscares e aclamado instantaneamente como uma obra prima.        Elenco: Gunn Wållgren: Helena Ekdahl, Jarl Kulle: Gustav Adolf Ekdahl; Mona Malm: Alma Ekdahl; Angelica Wallgren: Eva Ekdahl ; Maria Granlund: Petra, Allan Edwall: Oscar Ekdahl; Ewa Fröling: Emelie Ekdah, Bertil Guve: Alexander Ekdahl, Pernilla Allwin: Fanny Ekdahl; Börje Ahlstedt: Carl Ekdahl

Fábula, fantasia, sonho, imaginação, acontecimentos sobrenaturais,  religião, ateísmo, relacionamentos familiares (com suas alegrias, mas também com seus dramas, abusos, confrontos, bizarrices e etc.), a arte e o papel do artista, liberdade, perdas, ilusões, desilusões, são muito os temas abordados nesta obra.



                                                  
Não vou explanar o enredo do filme que, por várias razões,  vale a pena ser visto, quadro a quadro. E também não quero prejudicar a surpresa de ninguém, mas não posso deixar de registrar o ocorrido com a mãe das duas crianças protagonistas, porque é um acontecimento que ilustra, maravilhosamente, os efeitos da sujeição que era imposta às mulheres, até meados do século passado (o filme é tipo uma autobiografia do diretor).

Emilie Ekdahl, faz parte da grande família cuja história é contada. Ela entrou nesta família na condição de nora da matriarca, que é o centro desta família. Emilie mora, com o marido e os dois filhos (um menino e uma menina), na grande e animada casa da sogra.

Emilie e o marido, ambos atores, são os donos do teatro no qual trabalham.
O marido de Emilie morre – repentinamente – e nessa circunstância, de grande dor e aturdimento, ela se vê amparada emocional e espiritualmente por um bispo viúvo.

O bispo é bem apessoado e parece sensato e estável, de modo que um tempo depois, Emilie acaba por aceitar o pedido de casamento dele. Sendo artista, ela às vezes tivera a impressão de que talvez lhe faltasse alguma austeridade, virtude que parece sobrar ao bispo.

Todavia, logo no início da vida de casada Emilie se dá conta de que caiu numa grande armadilha. De cara, o bispo a obriga a abrir mão de todas as comodidades e confortos, com os quais ela e os filhos contavam, na casa da sogra. Ele não permite que eles levem nada da casa em que moram, e é preciso registrar que é notável a diferença entre os dois lugares: a casa do bispo (que vive numa espécie de castelo antigo, com a mãe, a irmã e uma tia doente, além da criadagem) é um tanto sombria, sem cor nem viço. É uma casa que lembra um mosteiro. Já a casa em que a família antes vivia é cheia de cor, vida e alegria.

O bispo também logo se revela excessivamente  autoritário e disciplinador, com relação ao filho da nova esposa.

A família do bispo - desde o início - dá claros sinais de ser controladora e inflexível, o que virá a resultar em desgostos para Emilie e seus filhos. 

O bispo antes tivera esposa e duas filhas, que morreram juntamente (teria sido em consequência da rigidez dele?). 

De qualquer modo (e é isso que quero frisar aqui), logo a pobre Emilie percebe que está como que encarcerada, numa prisão da qual não tem como fugir. 

E isso porque - pela lei de então - ela perderia a custódia dos próprios filhos se abandonasse o homem com quem casou. Não existia a menor possibilidade de uma mulher desfazer unilateralmente um casamento, especialmente se o cônjuge tivesse profissão respeitável e boa reputação, como era o caso.

Faço questão de registrar isso, a título de informação, pois nesses últimos anos apareceram muitas mulheres, no Brasil e no mundo, que parecem acreditar que a liberdade e os direitos de que gozam hoje, sempre tenham sido proporcionados às mulheres "em razão da racionalidade e da justiça", como foi incutido na cabeça delas. Na verdade, cada um dos nossos atuais direitos foi pago com sangue suor e lágrimas, de mulheres que nos antecederam. Algumas delas - as mais combativas - foram chamadas depois de feministas.

Mas, voltando ao filme, como eu já disse, vale a pena vê-lo, mesmo a versão comercial, que sofreu cortes e edições,  depois liberadas numa versão mais longa e completa, que eu tenciono um dia assistir.

nota: todas as imagens relativas ao filme Fanny e Alexander foram retiradas da web.

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E é só, para o momento, até breve!


quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

Terrine de Campanha à minha moda e os 'ecos' do Natal


servi a minha Terrine com couscous marroquino



Olá e feliz 2019 para todos!

Esta terrine  seria um dos pratos do nosso jantar de Réveillon, mas acabei por servi-la hoje, já que havia outra carne no menu do jantar, e poucas pessoas à mesa. 
A Terrine de Campanha se caracteriza pela mistura de carnes de aves (antigamente eram aves de caça) + carne de vaca (ou outros animais) + gordura de porco (ou pedaços de porco) + vinho + tempero caprichado, incluindo especiarias. Ela tem uma origem humilde, mas sofisticou-se a ponto de ser hoje considerada uma iguaria nobre.
Eu adaptei a minha, porque não queria misturas demais de carne neste prato, rsrs. Atualmente, para ocasiões especiais, as pessoas têm juntado 'nuts' e outros ingredientes como frutas secas, em suas terrines.

Terrine de Campanha à minha moda
Ingredientes
300g de carne de vaca moída (usei patinho)
150 gramas de lingüiça calabresa sem a pele e picada
1 gomo de linguiça toscana sem a pele e “esfarelada”
1 pedaço pequeno de Pancetta, picada
2 fatias de pão de forma sem cascas e partidas grosseiramente
1 ovo ligeiramente batido
2 dentes de alho médios, esmagados ou bem picados
1 cebola média picada
½ pimentão vermelho picado
50 ml de vinho branco seco
50 ml de conhaque
4 folhinhas de manjerona picadas grosseiramente
3 raminhos de tomilho
4 grãos de pimenta do reino preta moídos na hora
1 folha de louro esmagada
1 pedaço de pimenta de cheiro picada (o equivalente a 1 colher de chá)
10 fatias finas de bacon (mais ou menos)
1 colher de sopa rasa de sal (ou a gosto)

Preparo

Na véspera (ou no mínimo 2 horas antes) prepare uma marinada com as bebidas, os temperos e as carnes. Misture tudo, ponha a mistura num saco plástico, bem fechado, e deixe o saco na geladeira.
No dia seguinte, dê uma ligeira refogada no pimentão juntamente com a cebola e deixe-os de lado.
Passe as carnes rapidamente por um processador de alimentos. Numa tigela grande, junte as carnes, o ovo, o pão e o refogado de cebola e pimentão.
Misture tudo muito bem. Forre uma forma grande de pão (ou a própria terrine, se você tiver uma) com uma folha de papel alumínio. Unte ligeiramente o papel com óleo de cozinha e espalhe as fatias do bacon no fundo da forma, sobre o papel alumínio. Espalhe a carne sobre o bacon, nivelando tudo com as costas de uma colher. Cubra a forma com papel alumínio e leve-a ao forno, baixo (170ºC), em banho maria, por cerca de 1 hora e meia. Deixe a carne esfriar na forma, em temperatura ambiente e depois leve a forma à geladeira por pelo menos 2 dias (no momento em que virei a minha carne no prato decidi levá-la ao forno (grill) para dourar um pouquinho o bacon. 



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O Natal veio e passou. E a gente ganhou o que?


livros, principalmente, que é um presente que sempre me agrada!

mas ganhei também chás especiais (outra paixão minha)

e cartões de Natal feitos por minhas duas artistas...


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E é só, para o momento. Espero tornar-me mais frequente este ano, neste bloguito. Até a próxima!




quinta-feira, 20 de dezembro de 2018

O "Bolo da Vida" e outros bolos natalinos, para presentear ou se deliciar!



Olá!

Estamos a poucos dias do Natal, mas ainda dá tempo de fazer um ou vários bolos natalinos para comer ou presentear, nessa grande festa. Aqui no blog eu já publiquei muitas receitas de bolos natalinos ou bolos de frutas secas (que é o mais comum deles), porém não havia publicado ainda a receita deste bolinho da foto. Esta receita veio à público através da revista Claudia Cozinha, muitos anos atrás. Trata-se de uma receita cheia de simbologias ligadas ao espírito natalino, pois cada ingrediente tem um significado associado a uma virtude, dom ou qualidade (ovos: criatividade; açúcar: ternura; fermento: desenvolvimento; manteiga/margarina: compreensão/maleabilidade; farinha: força; frutas cristalizadas: fé, cerejas: amor; passas brancas: esperança/alegria; Passas pretas: Paciência; damasco: Perspicácia; canela em pó: coragem) 

Bolo da Vida

Ingredientes

6 ovos
1 1/2 xícara de chá de açúcar
1 colher de sopa fermento em pó
1 xícara de margarina
3 xícaras de farinha de trigo
3/4 xícara frutas cristalizadas
1/2 xícara de cerejas em calda, escorridas e picadas
1/2 xícara de passas brancas
1/2 xícara de passas pretas 
1/2 xícara de damascos picados
1/2 colher de café de cravo em pó 
1/2 colher de café canela em pó (coloquei 1 e meia colheres de chá)
1/4 colher de chá de pimenta da jamaica (acréscimo meu)
1/4 de colher de chá de cardamomo esmagado (acréscimo meu)

 Preparo

Antes de tudo, unte e enfarinhe uma forma grande, para pudim (ou deixe à mão 4 forminhas de papel forneável, como eu fiz).
Tenha as frutas já picadas, secas  e passadas em farinha de trigo (para que não afundem na massa, enquanto o bolo assa). Convêm deixar as passas mergulhadas em vinho do porto ou bebida doce, pelo menos umas duas horas antes do início do preparo do bolo (isso irá hidratá-las e amaciá-las, e ainda acrescentará um sabor extra ao bolo). 
Faça a 'mis en place', que significa: meça e organize sobre a mesa os ingredientes que serão usados.

Numa batedeira, bata os ovos com a manteiga e o açúcar, até ficar uma massa fofa e clara. Fora da batedeira, acrescente  a farinha de trigo peneirada, e misture tudo com um fouet. Adicione o fermento e misture delicadamente. Junte as frutas (já passadas pela farinha) e os demais ingredientes. Misture tudo. Ponha a massa na assadeira e leve-a para assar em forno pré-aquecido (170° C)  por aproximadamente 1 hora (ou talvez um pouco mais; estará pronto quando passar no teste do palito).

Cobertura:

1 xícara de açúcar de confeiteiro
3 colheres de sopa de leite

Preparo

Misture tudo e cubra o bolo ainda quente. Decore o bolo com as frutas que desejar.


                                  os bolos já embalados para presente


Como eu mencionei lá em cima, há muitos outros bolos natalinos aqui no blog. Para encontrá-los basta digitar: 'bolo natalino' ou 'bolo de natal', no quadro de busca, que fica na barra lateral direita, no alto da página.


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foto tirada em Gramado- RS, em 2017

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Temos visto que o mundo está a passar por um momento sombrio, caracterizado pelo individualismo, egoísmo e também pela brutalidade entre as pessoas. Ao longo dos séculos, o Natal tem nos relembrado a mensagem primordial do cristianismo (e tão esquecida, pelos que hoje se dizem cristãos): "Amai-vos uns aos outros, como eu vos amei!"


Feliz Natal!



  

quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

Beterrabas Recheadas (Para o Natal) e um Patê de ricota

             o creme em cima destas é uma pasta de ricota (veja a receita abaixo)

Olá, minha gente! Resolvi re-postar a receita destas beterrabas recheadas porque elas ficam saborosas, são saudáveis e podem resultar lindas, sendo uma ótima sugestão de prato para qualquer ocasião, especialmente as festivas, como o Natal. 

                      a tinta das beterrabas manchou  o queijo destas, mas elas ficaram deliciosas


                    Publiquei esta receita originalmente aqui, em 2012. 
                                                      foto abaixo



Beterrabas Recheadas (receita postada em 2012)
 
Ingredientes
 
4 beterrabas descascadas e cozidas inteiras (dica: Cozinhe as beterrabas por 10/12 minutos em panela de pressão, medindo o tempo a partir do chiado da panela - juntando 1/2 colher de chá rasa de sal e uma boa pitada de açúcar à agua, para que elas não percam a cor - tive que aprender isso na prática, rsrs).

Recheio:

1 colher (sopa) de manteiga
4 colheres (sopa) de farinha de trigo
1 xícara (chá) de leite
sal, a gosto
Pimenta do reino
noz-moscada outro tempero a gosto (opcional)

Preparo
 
Retire uma tampinha de cada beterraba (já cozida), marque com uma faquinha o diâmetro da abertura e escave um pouco a polpa (dica: uma pequena colher boleadora facilita esta ação). Reserve de lado as beterrabas e as polpas retiradas. Bata no liquidificador as polpas das beterrabas com um mínimo de água. Numa panela pequena, junte a farinha, o leite, a manteiga e o sal e cozinhe tudo, mexendo sempre, até engrossar e borbulhar.  Misture a polpa batida (que virou um purê) ao creme branco. Recheie as beterrabas com o creme obtido. Pronto! mais fácil do que isso é impossível! rsrs.

Nota: Na versão com a cobertura de queijo não bati as polpas no liquidificador, apenas as piquei e refoguei num pouquinho de óleo, com alho e cebola, bem picados. Juntei ao refogado ¼ de xícara de água, na qual adicionei uma colher de sopa de farinha de trigo (isso é para dar liga ao recheio). Acrescentei uma pitada de pimenta do reino moída e recheei as beterrabas. Por cima delas espalhei queijo mozzarella fatiado. E levei tudo ao forno.


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A versão com a pasta de ricota foi feita como a com queijo, apenas substituí o queijo pela pasta de ricota (que é um creme que usamos geralmente para passar em pães, torradas e biscoitos). Mas é claro que o recheio  e a cobertura podem ser diferentes.

Patê de ricota

Ingredientes

200 gramas de ricota picada
2 colheres (de sopa) de maionese
4 colheres (de sopa) de leite 
sal a gosto
2 dentes de alho (previamente picados e fritos, em pouca gordura)

Preparo

Ponha tudo no liquidificador e bata. Empregue.

Nota: muitos dos ingredientes deste patê podem ser mudados. Há versões com ervas frescas (e secas) e outros temperos, E há a versão light.






domingo, 2 de dezembro de 2018

O 'Melhor bolo de chocolate (nº 2) e Uma mesa de Natal





Olá, para todos! Dezembro começou trazendo novas esperanças aos nossos corações cansados (fala sério, este não está sendo um ano realmente  cansativo?!). Eu já disse aqui, mais de uma vez, que gosto muito deste mês, que é o último do ano. E é também o mês do Natal, festa maravilhosa, inspiradora - ou que deveria inspirar - os sentimentos de fraternidade e solidariedade, característicos do verdadeiro cristianismo. Então, depois de meses de desafios e lutas,  espero que possamos desfrutar de uns dias de trégua, nesta época natalina.
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Eu não gosto de afirmar que uma determinada receita é a melhor, pois trata-se de uma questão que depende de vários fatores, sobre os quais não há unanimidade de opiniões. E neste blog mesmo há outra receita de bolo de chocolate tão boa e rica que é considerada 'a melhor' para muita gente! No entanto, esta receita (e outras que são a mesma, com pequenas variações), ganharam uma tão expressiva aprovação, que a gente tem de admitir que se trata de uma ótima receita de bolo de chocolate descomplicado e econômico. Este bolo resulta úmido, chocolático e muito gostoso. Mas, como os do gênero dele, incluindo aí o bolo cujo link registrei - requer paciência, pois a massa, por levar muitos líquidos, demora também um pouco mais para assar. Observem que a receita produz um bolo com três camadas (assado em três assadeiras), mas eu preferi fazer um só. 
O melhor bolo de chocolate (nº 2)

(receita daqui)  - (rende cerca de 14 fatias)

Ingredientes

2 xícara de chá de farinha de trigo
2 xícaras de chá de açúcar
¾ de xícara de chá de manteiga em temperatura ambiente (macia)
¾ de xícara de chá de cacau em pó (sem açúcar)
½ colher de chá de sal
3 ovos
1 e 1/2 xícara de chá de leite
2 colheres de chá de essência de baunilha
1 colher de chá de bicarbonato de sódio
¾ de colher de chá de fermento em pó

Preparo

    Unte com manteiga e forre com papel manteiga o fundo e os lados de três assadeiras redondas de 20 centímetros de diâmetro. Unte também o papel. Em uma tigela misture a farinha, o  cacau em pó, o bicarbonato de sódio, o fermento em pó, e o sal. Reserve esta mistura de lado.
     Na batedeira, bata a manteiga em velocidade média por 30 segundos. Aos poucos, adicione o açúcar ( 1/4 xícara de cada vez), batendo em velocidade média até que fique tudo bem combinado (3 a 4 minutos). De vez em quando desligue a batedeira e raspe os lados da tigela, empurrando as raspas para baixo; continue batendo em velocidade média por 2 minutos. Adicione os ovos, um de cada vez, batendo após cada adição (cerca de 1 minuto no total). Adicione a essência de  baunilha.    Alternadamente, adicione a mistura de farinha e o leite à mistura batida, batendo ainda, em velocidade baixa, apenas até que tudo fique combinado. Então, bata em média velocidade por mais 20 segundos. Espalhe a massa, uniformemente, nas assadeiras preparadas.
      Asse no forno a 180º C -  de 35 a 40 minutos - ou até que um palito de madeira inserido no centro dos bolos saia limpo. Depois de assados, tire os bolos do forno e deixe que esfriem  por 10 minutos. Tire os bolos das formas e tire o papel deles. Deixe que esfriem completamente sobre uma gradinha.

      Cobri o meu bolo com ganache de chocolate meio amargo, se você quiser fazer o mesmo veja a receita do ganache abaixo; a receita original indica outra cobertura). 


Ganache de chocolate
Ingredientes

300g de chocolate meio amargo (de boa qualidade) picado ou ralado (no lado “grosso” do ralador)

1 caixinha de creme de leite (200g)

Preparo

Misture os ingredientes e leve-os ao micro-ondas (ou ao banho-maria) até que o chocolate derreta completamente (mas, atenção: no microondas, o chocolate deve ser derretido a meia potência, em intervalos de 30 segundos, entre os quais deve-se mexer a mistura).



O Natal está chegando, minha gente! E eu já comecei a incorporar o espírito da época, experimentando uma primeira decoração de mesa, com o objetivo de testar o efeito desses belos trilhos, comprados recentemente. 



Quero usá-los em pelo menos uma ocasião, nessas festas 


Agora sim, devo voltar aqui com uma frequência talvez semanal ou menor, para mostrar os meus preparativos para o Natal. Mas nem preciso lembrar que aqui no blog há outras mesas natalinas, inclusive uma em prata, né? Há também muitas sugestões de pratos e outros itens natalinos, como embalagens de presentes. 
Pois então diverta-se pesquisando páginas com a tag Natal ou natalino/a.

É isso aí, até já!




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