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quarta-feira, 2 de setembro de 2015

"Tortinhas" folhadas de Peras e as Plantas




Olá, meu povo! antes de mais nada quero desejar um setembro estupendo para todos!  Vi estas peras nesta página, e decidi no mesmo instante que ia fazê-las! Mas as fiz do meu modo, principalmente porque sabia que teria de usar a massa folhada de compra, pois tem feito muito calor por aqui,  motivo de eu nem ter cogitado em fazer a minha própria massa, rsrs. Mas é certo que com massa caseira a receita teria resultado muito melhor! Tenciono fazê-las de novo, quando esfriar um pouco.



Eu não sabia como chamar esta receita, acabei chamando-a de tortinhas mas, na minha opinião, trata-se de peras assadas sobre massa folhada, rsrs. Apesar da simplicidade, contudo, esta sobremesa é vistosa e bem saborosa, especialmente se acompanhada por uma bola de sorvete. O sorvete também pode ser substituído por um pouco de geléia ou outro doce. Mas pode-se até não acrescentar doce nenhum, se as peras forem docinhas.

Tortinhas Folhadas de Peras


Nem vou esquematizar a receita porque simplesmente desenhei e recortei umas peras em papel manteiga e depois usei o desenho como molde, para recortar a massa. Levei as massas recortadas à assadeira (não precisa untar nem fazer nada na assadeira) e deitei sobre elas as metades das peras previamente "descaroçadas" (também dei uma enxugada nelas antes, com papel toalha). Depois pincelei as bordas da massa com uma misturinha de gema de ovo + gotas de óleo de cozinha + gotas de água. E levei a assadeira ao forno (a 180º C) por 15 minutos. E pronto! Ah, usei 300 gramas de massa folhada e obtive 8 "tortinhas".


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Plantas

E como já entramos no clima de espera da Primavera, resolvi mostrar algumas das minhas plantinhas:

 
Estas são, no sentido horário: Peperômia, Prímula, Orquídea, mini Prímula e Buganvília, que também é chamada de Primavera.

Eu não tenho lá muito boa mão para planta, diferentemente de uma das minhas irmãs, que tem um maravilhoso dom para  a jardinagem. Mas tenho me esforçado, pois meio que acredito que isso é algo que se pode aprender, rsrs. 


É só, para o momento. Até a próxima!








sábado, 29 de agosto de 2015

Bolo de Morangos, Embalagens para Presentes e...


Olá, gente! Minha filha Lili veio passar (cerca de) uma semana conosco, por isso andei fazendo nossos pratos costumeiros, para que ela pudesse matar a saudade da comida daqui de casa, rsrs. Por estarmos na alta estação do morango, pensei em fazer este bolo, mas Lili estava evitando pratos muito amanteigados, então eu fiz umas adaptações na receita, para deixá-lo - digamos - mais magro. Escrevo "digamos", porque na verdade a quantidade de manteiga da receita não foi reduzida. Mas o aumento da farinha, ovos e leite tornou o bolo maior e mais leve. Ele também ficou mais estável, o que é uma vantagem extra até para ela, que costuma fazer receitas daqui do blog, rsrs.


O meu bolo de morangos

 xícara = 240 ml

Ingredientes

2 xícaras de farinha de trigo
1/2 xícara (100g) de manteiga sem sal, macia
2 colheres (chá) de fermento em pó
1/2 colher (chá) de sal
1 e 1/3 xícaras de açúcar refinado
3 ovos médios
¾ xícaras de leite
1 colher (chá) de extrato de baunillha
200 g de morangos limpos e desfolhados 
2 colheres (sopa) de açúcar de confeiteiro para polvilhar sobre o bolo (opcional)
 Preparo 

Ligue o forno em 180ºC. Unte e enfarinhe uma forma de 20 cm de diâmetro e ponha-a de lado. Peneire numa tigela: farinha, fermento e sal e reserve-os. Bata a manteiga com o açúcar, na batedeira, até obter um creme claro e fofo (uns 3 minutos). Acrescente os ovos -um por vez - e bata até que misturem. Desligue a batedeira e acrescente o leite e o extrato, misture tudo, com um fouet. Acrescente a farinha, aos poucos, misturando tudo – delicadamente - com o fouet (a massa ficará meio grossa). Espalhe a mistura na forma preparada e sobre ela espalhe os morangos, pressionando-os um pouco para que entrem na massa. Leve a forma ao forno, por uns 40 minutos ou até que o bolo passe no teste do palito. 




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 As embalagens 



Estas embalagens foram bem fáceis de fazer, já que em uma delas eu simplesmente recortei corações numa faixa de papel que colei em volta do pacote já embrulhado. E na outra colei este laço, que é um adorno natalino, comprado num pacote que vem com 3 ou 4 unidades. Eu apenas aparei as pontas da "fita", para ajustar o laço ao tamanho do pacote (veja a última foto).

 
        A idéia dos recortes de corações não é nova,  já a tinha apresentado em 2011 e  neste post de 2012.


 Acho que o melhor jeito de cortar corações é dobrando o papel ao meio e desenhando metade do coração em um dos lados dele. Desse jeito a gente garante - ao fazer o recorte - que o coração tenha dois lados iguais, o que já é alguma coisa, rsrs.  



Os corações devem - de preferência - ficar presos ao papel em dois pontos, em cima e em baixo. Mas estes ficaram só em um (nos locais mostrados pelas setas). Na outra caixa as setas assinalam os locais em que as pontas da "fita" do laço foram cortadas. 


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O assunto extra, do qual, aliás queria há muito falar, é o da beleza das coisas simples que nos cercam. Louça branca, por exemplo, é sempre bonita e elegante (em minha opinião, pelo menos). Por isso não resisti ao impulso de tirar uma foto de algumas das minhas, quando fui limpar o armário recentemente.







quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Bolachas Digestivas e filme 'Dúvida'





Olá, gente! Dias atrás estive pesquisando receitas de biscoitos e bolachas digestivas, porque queria os fazer para enviar a pessoas idosas de minha família. A palavra "digestiva" sempre nos remete a comidas mais saudáveis, não é verdade? Mas estas bolachas há muito tempo perderam esta característica, se é que um dia realmente a tiveram. Eu acreditava que elas correspondessem aos nossos biscoitos 'Maizena- Maria', que, por serem mais sequinhos (menos gordurosos?) e básicos, são utilizados até para fazer massas de tortas. As receitas que encontrei, porém, os mostravam como biscoitos "normais", amanteigados e/ou ricos em ingredientes calóricos e pouco digestivos, rsrs. Escolhi esta receita porque ela se chama "Perfet Digestives Biscuits" (Biscoitos Digestivos Perfeitos) e leva farinha integral, aveia e açúcar mascavo. E o fato é que gostei muito delas! São pouco doces (esta sim, uma característica dos biscoitos digestivos) saborosas e com uma textura meio granulosa. O único problema desta receita é que ela rende poucas bolachas (em minha opinião), dezoito, maiores do que uma bolacha Maria comum.
 
Bolachas Digestivas Perfeitas

Ingredientes:

 3/4 xícara de Farinha de trigo integral
 1/4 xícara de farinha de trigo
 1/2 colher de chá de fermento em pó:
 1 colher de sopa de flocos de aveia (coloquei duas)
 4 colheres de chá de manteiga
 4 colheres de sopa de açúcar mascavo
 4 colheres de sopa de leite


Passos


1. Preaqueça o forno à temperatura de 190º C. Unte, levemente com manteiga, uma assadeira de tamanho médio.
2. Numa tigela grande, peneire o fermento em pó e a farinha. Junte a farinha de aveia. Bata a manteiga e o açúcar mascavo juntos, e adicione-os à outra mistura. Junte o leite e certifique-se que a mistura se transforma em pasta grossa.
3. Na superfície enfarinhada sove a massa até que fique homogênea. Abra-a (com um rolo de massa (entre dois pedaços de plástico). Com cortador de biscoitos, corte a massa em rodelas não muito finas. Transfira as bolachas para a assadeira, e use um garfo para furá-las.
4. Para o processo de cozimento, você vai precisar de 15 a 18 minutos, e se certificar de que as bolachas comecem a dourar. Na grelha, deixe que esfriem e depois armazene-as potes herméticos.

Notas:

1 - A massa fica meio mole, mas chega ao ponto de abrir devido à farinha da superfície em que é estendida. Se você desejar que a massa fique mais firme, sem este acréscimo de farinha, ponha-a na geladeira por 1 hora, antes de abri-la. Acrescentei mais uma colher de sopa de aveia à minha massa e isto melhorou a textura e o sabor das bolachas.



2 - A manteiga pode ser substituída por margarina; e o leite por leite de soja ou água, o que deixará  as bolachas livres da lactose.




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Revi ontem, num dos canais pagos, o filme abaixo:






Filme: Dúvida (Doubt – EUA – 2008)

Pode existir algo mais injusto e odioso do que ser alvo de suspeitas infundadas de alguém? E se as desconfianças se transformam em fofocas, que distorcem ações bem intencionadas, transformando-as em manipulação e abuso? Mas... por outro lado, e se os juízos feitos não forem infundados e as acusações tiverem causa real? É esta a questão de que trata este filme. Todavia, nada fica definitivamente claro, e tudo colabora para que a dúvida persista. 

A ação se passa no início dos anos 60, época em que ainda havia muita rigidez nos costumes, sobretudo nos relacionados à educação de crianças. Esta rigidez era mais forte nas escolas de base religiosa, caso desta da qual iremos falar, que é uma escola católica. Ela é dirigida pela irmã Aloysio (interpretada por Meryl Streep) freira linha dura, conservadora, à antiga, e defensora da disciplina imposta através do medo. 

A escola acabou de receber o primeiro aluno negro, Donald, menino de doze anos, que devido à intolerância de que é vítima, se vê protegido pelo padre Flynn (Philip Seymour Hoffman), sacerdote da escola, mais liberal e contrário às rígidas práticas de irmã Aloysio. Padre Flynn parece ser uma pessoa mais humana e compassiva, enquanto que irmã Aloysio é pura austeridade e rigor. O rigor pessoal das freiras era tanto, que uma gratificação simples, como a de adoçar o chá, era vista como fraqueza. Ocorre que padre Flynn gostava de adoçar o chá, de música profana e das crianças. E também tinha o mau hábito de manter unhas sem corte!

Irmã Aloysio desaprovava tudo isso, mas só “comprovou” mesmo, que havia algo muito errado com o padre, quando outra freira (Amy Adams) relata que Donald fora chamado à reitoria, pelo padre Flynn. E voltara de lá com um jeito esquisito. Irmã Aloysio suspeita que o menino fora molestado pelo padre. E aí começa o embate entre este e as duas freiras.



Achei a interpretação dos três atores brancos maravilhosa. Mas, para mim, a parte mais emocionante do filme foi proporcionada pela atriz Viola Davis, que faz a mãe de Donald. Chorei na parte em que ela dialoga com irmã Aloysio - caminhando pela rua, porque dispunha de pouco tempo para a conversa com a freira. São muito comoventes as razões que ela apresenta para a postura que assume. Este filme é muito bom, recomendo!





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