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quarta-feira, 16 de abril de 2014

8º Bookcrossing Blogueiro




 Olá, gente! Chegamos novamente à época do Bookcrossing blogueiro, evento coordenado, em nossa blogosfera, pela querida Luma, do blog Luz de Luma. Eu tenho sempre participado deste movimento porque acredito no poder dos livros. Nas edições passadas cheguei a listar num post os benefícios da leitura, que para além de ser um meio de entretenimento, geralmente  expande o nosso conhecimento e capacidade de compreensão do mundo, e da humanidade. 


É muito comum a gente dizer que um determinado livro nos transportou para outra realidade, e nos mostrou pessoas que têm outro modo de viver e enxergar o mundo. Este livro, que agora estou repassando, conta a estória do alemão, Henrich Harrer, que colocou a si mesmo dentro de “outro” mundo, que era o Tibet nos anos 40. Lá ele viveu muitas aventuras e conheceu e tornou-se amigo do menino Tenzin Gyatso, que viria a ser o atual Dalai Lama. A estória dele é muito interessante, e talvez por isso mesmo tenha virado um filme. 


 Quero acreditar que a próxima pessoa a ler este livro sinta o mesmo prazer que eu senti quando o li. E também que extraia dele algum conhecimento sobre a cultura tibetana e a pessoa do Henrich Harrer.



 Se você quiser viver também a experiência de repartir o seu prazer e todos os ganhos que resultaram da leitura de um livro, repasse-o a alguém, como estamos fazendo agora. É só imprimir o cartãozinho acima e anexá-lo ao livro, que será deixado num local em que transitam pessoas. No blog da Luma ela fala mais desse movimento, dê uma passadinha lá.









domingo, 13 de abril de 2014

Cestinha de Garrafa Pet (Para a Páscoa)



  Olá, gente! Estou passando aqui só para deixar o PAP -  muito simples - desta cestinha, feita com garrafa PET. A bem da verdade isto nem é um PAP, já que basta olhar para a foto para entender  a coisa toda, rsrs.  Eu colei as fitas decorativas com fita adesiva dupla face, mas você pode usar o processo que preferir. Por fim, amarrei o laço na alça da cesta.


Depois de montada é só decorar a cestinha de acordo com o seu gosto.

No post anterior publiquei o PAP de outra cestinha, bonita e igualmente fácil de fazer. E aqui no blog tem muitas receitas e idéias relativas à Páscoa.





segunda-feira, 7 de abril de 2014

Pão Challah + Uma cestinha para as guloseimas de Páscoa



Olá! Antigamente era comum a gente consumir um pão doce na Páscoa, no lugar do Pão em forma de pomba (colomba pascal), que de uns tempos pra cá tornou-se o pão desta festa, rsrs. Pensando nisso, resolvi trazer ao blog a receita do pão Challah (Challah bread), que não é outra coisa senão um pão adocicado, ou doce mesmo.  Ele é moldado em forma de espiral, no ano novo judaico, para simbolizar o ciclo completo do ano, e como trança, nos outros meses. Para a Páscoa a gente pode rechear esta rosca com frutas cristalizadas ou secas, uvas passas, enfim, pode torná-la mais festiva, rsrs.







Pão Challah (Challah bread)

xícara = 240 ml

Ingredientes

4 colheres de chá de fermento seco para pão
1/3 xícara de açúcar
1 xícara de água morna (a cerca de  43ºC, a minha estava menos quente)
6 colheres de sopa de manteiga sem sal, derretida (usei 100 gramas)
3 ovos (usei 4)
3 1/2 a 4 1/2 xícaras de farinha de trigo
1 colher de sopa de sal (rasa)

Instruções
 
Coloque o fermento, o açúcar e água morna em uma tigela. Mexa e deixe descansar por cerca de 10 minutos (até que fique cremoso e espumoso). Adicione a manteiga derretida e os ovos e misture bem. Combine a farinha com o sal. Adicione-os à mistura de fermento, uma xícara de cada vez, até que se forme uma massa macia. Coloque a massa numa superfície bem enfarinhada e amasse até que fique lisa e elástica (cerca de 5 minutos; eu amassei mais, rsrs). Ponha a massa em uma tigela grande, bem untada com óleo vegetal e em seguida, gire a tigela, para que a massa também fique untada. Cubra a tigela com filme plástico ou uma toalha e deixe descansar, em um lugar quente, por cerca de 1 hora, ou até dobrar de tamanho (coloquei a minha tigela dentro de um saco plástico grande).
Ligue o forno a 180 graus. Soque a massa  com a mão, para que ela desinfle. Forme uma rosca simples trançada, com duas ou mais tiras de massa. Ponha o pão numa forma grande untada e enfarinhada. Pincele a trança com uma  mistura de: gema de ovo +  um pouquinho de água + um pouquinho de óleo vegetal + café preparado.  Polvilhe açúcar granulado grosso sobre o pão. Asse-o por cerca de 1 hora, ou até que doure e apresente um som oco, se batido na parte de baixo, com os nós dos dedos. Deixe que esfrie antes de cortá-lo (atenção: deixei que o meu pão voltasse a crescer por 35 minutos antes de colocá-lo no forno; e o pão assou em 45 minutos!). 

Receita adaptada daqui


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Outra tradição da Páscoa são as cestas com ovos de chocolate ou outros doces, e elas relembram o antigo costume da bênção aos ovos, cujo consumo era proibido durante a quaresma. Com a chegada da Páscoa os ovos voltavam a ser ingeridos, mas antes disso os cristãos levavam-nos em cestas, para que recebessem a bênção do sacerdote.


Esta cestinha, para presentear crianças na Páscoa, é tão fácil de fazer que só uma olhada nela já permite a dedução completa de como foi feita, rsrs. Fiz as minhas com uns copinhos descartáveis,  mas qualquer objeto com espaço interno, ou seja, latas, caixinhas, etc. pode ser usado para este fim. É só cortar uma tira de papel, tecido ou outro material à escolha e revestir o objeto com a tira. Esta tira também pode ser só uma tira decorativa e não revestimento total do objeto.
 Com fita adesiva dupla face, colei um pedaço de papel celofane transparente à tira. e sobre a emenda colei outro pedaço de fita adesiva dupla face,  para colar ambos os papéis ao copo. Depois foi só encher os copinhos com biscoitos e arrematar tudo com um laço. 









quinta-feira, 3 de abril de 2014

Biscoitinhos de Mel e o Razão e Sensibilidade, de Jane Austen



Olá, gente! Ufa, quase que não consigo voltar aqui, por causa dos muitos afazeres da vida real, rsrs.  Contudo, finalmente consegui escapar por uma brechinha do tempo, para vir atualizar as postagens deste meu bloguito, rsrs. A receita destes biscoitinhos eu bem que poderia assumir que é minha, tantas foram as modificações que fui obrigada a fazer nela, para que os tais resultassem. Num dos livrinhos do açúcar União eles aparecem -  em forma de casadinhos - com o nome de "Luas de Mel", porém, talvez por ter me atrevido a fazer apenas meia receita, já que a inteira levava 800 gramas de farinha, a massa ficou muito engordurada e mole. Com as alterações, incluindo o amido, que não constava na receita original, os biscoitinhos ficaram amanteigados e com sabor de mel, ou seja, bem saborosos, rsrs.


     Por causa da proximidade da Páscoa, fiz os biscoitos também em forma de coelhinhos; na primeira foto eles são as bolinhas estreladas


Biscoitinhos  de Mel
 (rende uns 70)


Ingredientes



100 gramas de açúcar refinado

250 gramas de manteiga

400 gramas de farinha

100 gramas de amido de milho

Pitada de sal

½ xícara (chá) de mel

1 colher (chá) de fermento em pó

10 gotas de essência de baunilha

Açúcar de confeiteiro para rolar os biscoitos (opcional)


Preparo



Unte com manteiga e enfarinhe uma ou mais assadeiras grandes de assar biscoitos; deixe-a de lado. Ligue o forno à temperatura de 180º C. Se for rolar os biscoitos no açúcar de confeiteiro, ponha uma xícara deste açúcar numa travessa grande.

Misture bem: farinha, amido, sal e fermento. Junte os demais ingredientes e misture-os até obter uma massa homogênea. Estenda (entre dois plástico) e corte a massa, ou faça bolinhas e distribua-as na assadeira preparada. Asse os biscoitos por 12/15 minutos ou até que alguns  deles comecem a corar. Tire os biscoitos da forma e deixe que esfriem ligeiramente. Role-os no açúcar de confeiteiro, se desejar.





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Razão e Sensibilidade 

Como mencionei dois posts atrás, a minha recente "insônia" levou-me a folhear livros e revistas, e assim acabei relendo o Razão e Sensibilidade (Sense and Sensibility), de Jane Austen.  Como sou grande fã dessa escritora, resolvi falar um pouco deste livro aqui.



Um homem, o Sr. Dashwood, casado pela segunda vez, e pai de três filhas, duas moças e uma menina, está à morte, por isso chama o seu filho primogênito, nascido de sua primeira e falecida esposa, a fim de obter do rapaz a promessa de que assistirá financeiramente a sua atual esposa e filhas, depois que ele se for. Ele faz isso porque as leis de então estabeleciam que praticamente todo o patrimônio de um pai fosse transmitido ao filho homem, e não às filhas, que recebiam apenas uma pequena renda. O homem obtém a promessa solene do filho e morre em paz. Porém, assim que o filho relata à esposa dele o compromisso assumido, esta, por ser insensível e gananciosa, o convence a não cumpri-lo. Desse modo, a viúva, a Sra. Dashwood, e suas três filhas: Elinor, Marianne e Margaret, perdem o direito de residir na casa em que sempre viveram, e tratam de procurar outro lugar para morar. 

 

                               (imagem da produtora do filme)


Não vou me estender mais, para não arruinar a surpresa dos que forem ler o livro de Jane Austen ou assistir ao filme (imagem acima) estrelado por Emma Thompson, Kate Winslet e Hugh Grant. 

Razão e Sensibilidade foi o primeiro livro publicado de Jane Austen, e nele ela dá extensas provas de seu talento literário. A partir da estória da família Dashwood o leitor é exposto às complexas facetas humanas, exemplificadas nas grandezas e vilezas dos seus personagens. Porém, é como se sobretudo a autora fizesse a seguinte pergunta: "o ser humano deve guiar-se pelas emoções  ou pela razão?".  Ela mesma não oferece uma resposta definitiva para esta questão, embora nós leitores possamos ver claramente as consequências das ações motivadas por uma ou outra dessas possibilidades, como a nobreza decorrente da racionalidade e bom senso da personagem Elinor. Mas Marianne, que é muito mais emotiva e romântica (e jovem também, já que tem apenas 16 anos, no início da estória), tem também grandes qualidades, como, por exemplo, a franqueza, a transparência e  o talento musical.
Os leitores atentos extrairão grandes ensinamentos deste livro, pois praticamente todos os personagens expõem com clareza o próprio caráter. 
Força moral ou a falta dela, sabedoria, superficialidade, imaturidade, emotividade, senso prático, generosidade, amor, há de tudo nos personagens desta estória, que talvez por isso mesmo resulta muito cativante.
O filme, de 1995, é adorável e muito fiel ao livro.