segunda-feira, 15 de abril de 2019

Brigadeiro de Cenoura e Coco - (cenourinhas de Páscoa) e outras ideias para a Páscoa



Olá!

Estamos na semana da Páscoa e eu acho que já deixei claro, aqui no blog, que gosto muito dessa festa. Na Páscoa cristã comemoramos a ressurreição de Jesus Cristo, mas  relembramos ainda a libertação do povo judeu, do jugo da escravidão. Esta é, então, uma festa que celebra a vitória de Cristo sobre a morte. E também a conquista da liberdade, a renovação da vida e da esperança.



Por tudo isso vale a pena a gente caprichar na celebração, decorando o ambiente e escolhendo as comidas a preparar com cuidado. Sabemos que uma das tradições das Páscoa é o ato de presentear as pessoas das nossas relações com ovos de chocolate. Estes, porém, a cada ano, têm aparecido com preços mais altos, o que também tem nos levado a buscar um substituto para eles. Os docinhos do tipo "trufa" e brigadeiro são ótimas alternativas aos ovos de Páscoa, e foi pensando nisso que preparei estes brigadeiros de cenoura (em forma de cenourinhas).  


Brigadeiros de cenoura e coco em forma de cenourinhas (Para a Páscoa)

xícara = 24 ml

Ingredientes

1 cenoura média sem casca e ralada
1 lata de leite condensado
1/2  xícara de coco ralado (coco seco de pacote, sem açúcar)
1 colher de sobremesa de manteiga ou margarina

outros

açúcar granulado (ou de confeiteiro) para rolar os docinhos

raminhos de folhas artificiais laváveis, para decorar os docinhos (lavei os meus raminhos numa solução de água, detergente e água sanitária; enxaguei-os bem e os sequei com um pano de prato bem limpo)

Preparo


Misture todos os ingredientes, numa panelinha de fundo grosso, e leve a panelinha ao fogo - mexendo sempre - até que apareça o fundo da panela. Abaixe o fogo e continue mexendo a mistura por mais uns 3 minutos (para garantir que a massa não fique mole demais, devido à água da cenoura). Passe a massa para um prato untado levemente com manteiga. Quando a massa amornar, unte levemente as mãos com manteiga e forme as cenourinhas. Role-as no açúcar e decore cada uma com um raminho previamente lavado. Com o lado oposto à lâmina de uma faquinha, faça marcas nas cenourinhas, imitando as marcas naturais das cenouras. 

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Outra coisa que sempre tenho feito em nossas festas de Páscoa são os biscoitos. Aqui no blog eu já postei inúmeras receitas de biscoitos, de modo que, se você também desejar fazê-los, em sua festa, escolha a receita que preferir e ... mãos à obra. Para fazer figuras como coelhinhos ou biscoitos decorados, prefira as massas amanteigadas básicas, que costumam manter mais a forma, depois de assadas. 

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os biscoitos "3D" (foto abaixo) em forma de coelhinhos, foram uma invenção minha, que publiquei pela primeira vez neste post (em 2011). Depois disso já os fiz inúmeras vezes, pois fazem muito sucesso com todas as pessoas que os vêem, especialmente as crianças.

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mas você pode fazer os seus biscoitos em outras formas, e até bicolores (veja a foto abaixo)

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Ansiando pelos dias "normais"

                           (imagem da Internet)

Gente, vou lhes contar, para mim tem sido uma provação acompanhar as notícias e os comentários às notícias, publicados em redes sociais e outras mídias. É muita manipulação dos fatos, muita agressão e violência, um horror! 
Tenho ansiado pela volta dos dias normais, que para mim significa aqueles em que a gente pode discutir os acontecimentos, trocar ideias e informações sobre eles, de modo natural e sereno. 
De repente, as conversas e o compartilhamento de informações se transformaram numa guerra, em que as argumentações irracionais e violentas é que se tornaram a "norma". Somados a isso surgiram a  valorização da ignorância e o ódio ao conhecimento. Isso tudo é o oposto do que anseiam os corações humanos, que é a brandura, a gentileza e a sabedoria (que resulta também da compreensão, advinda do conhecimento).  
Contudo, teremos que encontrar um meio de superar tudo isso. E rapidamente. Ressentimentos e ignorância NUNCA são bons e nunca resolvem nada, pelo contrário, sempre complicam um pouco mais, as situações já complicadas. Temos que aprender a dialogar, a ouvir e a nos fazermos ouvidos, por aqueles com quem queremos nos comunicar. 
Feito isso, creio que voltaremos aos dias “normais”, ou seja, aos dias em que a cortesia e a boa vontade é que são as ações naturais, no convívio social. E é isso que todos desejamos, né não? 


domingo, 31 de março de 2019

Páscoa de 2019 - 2 - Decoração de Mesa e artesanato ..


Olá, minha gente,

Sempre considerei a Páscoa uma festa importante, por isso mesmo, venho tentando me animar para comemorá-la com o entusiamo de sempre.



Comecei tirando dos armários e gavetas as peças alusivas ao tema e outros elementos que podem ser adaptados ao mesmo. 


Mas este ano eu queria muito fazer alguma coisa artesanal, de Páscoa, que fosse simples e pudesse ser feito até mesmo por crianças (isso, aliás, é algo que eu tenho procurado sempre fazer nos meus posts com sugestões de artesanato para a Páscoa e para celebração do dia das crianças)


então eu pesquisei: "free printable bunny templates", que significa: "modelos de coelho imprimíveis grátis", e escolhi o modelinho que recortei em EVA azul


Há muitos modelos de coelhinhos na web, que você pode escolher para imprimir (desde que eles sejam do tipo "free printable", claro. Este que escolhi pode ser usado como porta talheres ou como marcador de lugar, como vocês podem ver nas fotos acima (eu quis fazer um coelhinho pequeno, mas você pode fazê-lo maior, com o material que quiser).  



também iniciei os testes para fazer ovos ou chocolates, nesta Páscoa, pois considerei abusivos os preços dos de "compra".  


Andei dando uma averiguada, aqui no blog, e vi que há vários posts com mesas para a Páscoa, das mais formais às mais informais, para Brunch ou outras refeições. Se estiver à procura, pesquise "Páscoa". na caixa de pesquisa que fica lá no alto da página, à direita 


E é só para o momento. Mas tenciono voltar com mais sugestões para a Páscoa em breve. Até lá. 







quinta-feira, 21 de março de 2019

Festa de aniversário com tema de Páscoa, Mansfield Park, de Jane Austen, e o que rolou nos últimos dias



Olá!


Tivemos um início de ano muito difícil, perdemos pessoa na família e surgiram casos de doenças. Mas, vamos levando, já que para a frente é que se anda. No entanto, durante muitos dias senti-me desestimulada, pois as minhas tribulações pessoais se somam às tribulações do país, que têm sido também difíceis de encarar.  
Apesar de tudo, comemoramos o aniversário de Bellita, ocorrido no último dia 13. Pensei em preparar para ela uma festa realmente especial - no que se refere a fofurices e delícias - mas o meu ânimo não deu para tanto, rsrs. 


Acabei por fazer uma festinha com tema de Páscoa, que apesar de tê-la agradado, não resultou como eu havia inicialmente idealizado.


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Cozinhei bastante, apesar de tudo





Mansfield Park, de Jane Austen

Inicialmente havia três irmãs de classe social baixa e sobrenome Ward. Embora elas não diferissem tanto, fisicamente, duas delas (a do meio e a mais nova) eram excepcionalmente bonitas e parecidas. A irmã mais velha - pouco atraente - se casa com um pároco – cujo nome era Norris - e vai residir - posteriormente - justamente no presbitério que serve à Mansfield Park, a propriedade do baronete que veio a ser seu cunhado, Sir Thomas Bertram  (o nobre que se tornou marido da bela irmã do meio da Sra. Norris) . A mais nova das irmãs Ward - também bonita - se casa, por amor, com um homem pobre e acomodado, que acaba por expor a família às carências e humilhações. É desta família pobre que sai a menina Fanny Price, a 'heroína' da história contada neste livro.  



   
A Sra. Norris, que vive metida na mansão da irmã, baronesa, não é o que se pode chamar de pessoa bondosa, mas ela gosta muito de parecer uma. Então, com o propósito de se passar por generosa a todos, e em especial à família da irmã pobre, ao mesmo tempo em que ‘arruma’ uma pessoa íntima e de confiança para fazer companhia à irmã nobre, ela sugere ao barão que “adote” a sobrinha Fanny Price, que então contava 10 anos. O barão, que apesar de ser durão, era de fato um bom homem, faz isso, e a menina Fanny, de origem humilde, tímida e amedrontada - e então - quase sem encantos físicos, e ainda por cima rejeitada (intimamente) pela tia Norris, devido à sua condição social, cresce nessa família e – depois de muitos percalços -  conquista nela o respeito que merece.

Quer saber dos detalhes? Leia o livro! rsrs.

Eu, particularmente, gostei muito deste livro, que contem um significativo 'comentário' social e também boas considerações éticas e morais.



sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

Bolo (grande) de Palha italiana e o filme Fanny e Alexander



Olá!!

Resolvi me dar um descanso do blog, em janeiro, porque maridex tirou uns dias de férias neste mês e eu decidi dar um pouco de atenção a ele.



Mas, eis-me de volta à ativa! E trazendo este bolo supimpa, de palha italiana (também chamado de 'Chocolate Biscuit Cake'), facílimo de fazer, delicioso e classudo. E é uma ótima sugestão de sobremesa para a celebração do Valentine's day, que se aproxima.  


Outra particularidade desse bolo é que ele é o preferido do príncipe, William, da Inglaterra, fato que foi propagado ao mundo na época do casamento dele, uma vez que o tal evento contou com dois bolos, o oficial e um desse. 


Bolo Grande de Palha Italiana

xícara = 240 ml

Ingredientes

500 gramas de chocolate meio amargo de boa qualidade, bem picado ou ralado  (usei 400 gramas de chocolate meio amargo comum e 100 gramas de chocolate meio amargo com 70% de cacau)

1 lata de leite condensado

1/4 de xícara de açúcar refinado

1/4 de xícara de manteiga

2 pacotes de bolachas do tipo 'Maizena'  quebradas (mas você pode aumentar ou diminuir as bolachas, a gosto, e pode também substituir uma parte delas por frutas secas picadas); não deixe, porém, que a quebra das bolachas resulte em pó, você quer ver pedaços de bolachas no bolo, e não pó de bolachas

Preparo


Forre uma forma de tamanho médio (22 cm de diâmetro) com filme plástico e reserve-a. Derreta o chocolate juntamente com a manteiga, em banho maria ou no microondas. Fora do fogo, junte o leite condensado e o açúcar e misture bem. Acrescente  as bolachas quebradas. Espalhe a mistura na forma preparada (se você desejar um bolo mais alto, use uma forma menor). Nivele bem a mistura  na forma e cubra-a com filme plástico também. Leve a forma à geladeira, por pelo menos 4 horas. Remova o filme plástico do topo e vire a forma no prato em que vai servir o bolo. Remova o filme plástico do fundo. Se desejar, prepare um ganache com 100 gramas de chocolate meio amargo e 40 gramas de creme de leite (basta misturar e derreter estes dois ingredientes em banho maria ou no microondas), e cobrir o bolo com este creme, depois de esfriá-lo ligeiramente.  


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Fanny Alexander 

(1982 – escrito e dirigido por Ingmar Bergman)- ganhador de 4 Oscares e aclamado instantaneamente como uma obra prima.        Elenco: Gunn Wållgren: Helena Ekdahl, Jarl Kulle: Gustav Adolf Ekdahl; Mona Malm: Alma Ekdahl; Angelica Wallgren: Eva Ekdahl ; Maria Granlund: Petra, Allan Edwall: Oscar Ekdahl; Ewa Fröling: Emelie Ekdah, Bertil Guve: Alexander Ekdahl, Pernilla Allwin: Fanny Ekdahl; Börje Ahlstedt: Carl Ekdahl

Fábula, fantasia, sonho, imaginação, acontecimentos sobrenaturais,  religião, ateísmo, relacionamentos familiares (com suas alegrias, mas também com seus dramas, abusos, confrontos, bizarrices e etc.), a arte e o papel do artista, liberdade, perdas, ilusões, desilusões, são muito os temas abordados nesta obra.



                                                  
Não vou explanar o enredo do filme que, por várias razões,  vale a pena ser visto, quadro a quadro. E também não quero prejudicar a surpresa de ninguém, mas não posso deixar de registrar o ocorrido com a mãe das duas crianças protagonistas, porque é um acontecimento que ilustra, maravilhosamente, os efeitos da sujeição que era imposta às mulheres, até meados do século passado (o filme é tipo uma autobiografia do diretor).

Emilie Ekdahl, faz parte da grande família cuja história é contada. Ela entrou nesta família na condição de nora da matriarca, que é o centro desta família. Emilie mora, com o marido e os dois filhos (um menino e uma menina), na grande e animada casa da sogra.

Emilie e o marido, ambos atores, são os donos do teatro no qual trabalham.
O marido de Emilie morre – repentinamente – e nessa circunstância, de grande dor e aturdimento, ela se vê amparada emocional e espiritualmente por um bispo viúvo.

O bispo é bem apessoado e parece sensato e estável, de modo que um tempo depois, Emilie acaba por aceitar o pedido de casamento dele. Sendo artista, ela às vezes tivera a impressão de que talvez lhe faltasse alguma austeridade, virtude que parece sobrar ao bispo.

Todavia, logo no início da vida de casada Emilie se dá conta de que caiu numa grande armadilha. De cara, o bispo a obriga a abrir mão de todas as comodidades e confortos, com os quais ela e os filhos contavam, na casa da sogra. Ele não permite que eles levem nada da casa em que moram, e é preciso registrar que é notável a diferença entre os dois lugares: a casa do bispo (que vive numa espécie de castelo antigo, com a mãe, a irmã e uma tia doente, além da criadagem) é um tanto sombria, sem cor nem viço. É uma casa que lembra um mosteiro. Já a casa em que a família antes vivia é cheia de cor, vida e alegria.

O bispo também logo se revela excessivamente  autoritário e disciplinador, com relação ao filho da nova esposa.

A família do bispo - desde o início - dá claros sinais de ser controladora e inflexível, o que virá a resultar em desgostos para Emilie e seus filhos. 

O bispo antes tivera esposa e duas filhas, que morreram juntamente (teria sido em consequência da rigidez dele?). 

De qualquer modo (e é isso que quero frisar aqui), logo a pobre Emilie percebe que está como que encarcerada, numa prisão da qual não tem como fugir. 

E isso porque - pela lei de então - ela perderia a custódia dos próprios filhos se abandonasse o homem com quem casou. Não existia a menor possibilidade de uma mulher desfazer unilateralmente um casamento, especialmente se o cônjuge tivesse profissão respeitável e boa reputação, como era o caso.

Faço questão de registrar isso, a título de informação, pois nesses últimos anos apareceram muitas mulheres, no Brasil e no mundo, que parecem acreditar que a liberdade e os direitos de que gozam hoje, sempre tenham sido proporcionados às mulheres "em razão da racionalidade e da justiça", como foi incutido na cabeça delas. Na verdade, cada um dos nossos atuais direitos foi pago com sangue suor e lágrimas, de mulheres que nos antecederam. Algumas delas - as mais combativas - foram chamadas depois de feministas.

Mas, voltando ao filme, como eu já disse, vale a pena vê-lo, mesmo a versão comercial, que sofreu cortes e edições,  depois liberadas numa versão mais longa e completa, que eu tenciono um dia assistir.

nota: todas as imagens relativas ao filme Fanny e Alexander foram retiradas da web.

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E é só, para o momento, até breve!


quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

Terrine de Campanha à minha moda e os 'ecos' do Natal


servi a minha Terrine com couscous marroquino



Olá e feliz 2019 para todos!

Esta terrine  seria um dos pratos do nosso jantar de Réveillon, mas acabei por servi-la hoje, já que havia outra carne no menu do jantar, e poucas pessoas à mesa. 
A Terrine de Campanha se caracteriza pela mistura de carnes de aves (antigamente eram aves de caça) + carne de vaca (ou outros animais) + gordura de porco (ou pedaços de porco) + vinho + tempero caprichado, incluindo especiarias. Ela tem uma origem humilde, mas sofisticou-se a ponto de ser hoje considerada uma iguaria nobre.
Eu adaptei a minha, porque não queria misturas demais de carne neste prato, rsrs. Atualmente, para ocasiões especiais, as pessoas têm juntado 'nuts' e outros ingredientes como frutas secas, em suas terrines.

Terrine de Campanha à minha moda
Ingredientes
300g de carne de vaca moída (usei patinho)
150 gramas de lingüiça calabresa sem a pele e picada
1 gomo de linguiça toscana sem a pele e “esfarelada”
1 pedaço pequeno de Pancetta, picada
2 fatias de pão de forma sem cascas e partidas grosseiramente
1 ovo ligeiramente batido
2 dentes de alho médios, esmagados ou bem picados
1 cebola média picada
½ pimentão vermelho picado
50 ml de vinho branco seco
50 ml de conhaque
4 folhinhas de manjerona picadas grosseiramente
3 raminhos de tomilho
4 grãos de pimenta do reino preta moídos na hora
1 folha de louro esmagada
1 pedaço de pimenta de cheiro picada (o equivalente a 1 colher de chá)
10 fatias finas de bacon (mais ou menos)
1 colher de sopa rasa de sal (ou a gosto)

Preparo

Na véspera (ou no mínimo 2 horas antes) prepare uma marinada com as bebidas, os temperos e as carnes. Misture tudo, ponha a mistura num saco plástico, bem fechado, e deixe o saco na geladeira.
No dia seguinte, dê uma ligeira refogada no pimentão juntamente com a cebola e deixe-os de lado.
Passe as carnes rapidamente por um processador de alimentos. Numa tigela grande, junte as carnes, o ovo, o pão e o refogado de cebola e pimentão.
Misture tudo muito bem. Forre uma forma grande de pão (ou a própria terrine, se você tiver uma) com uma folha de papel alumínio. Unte ligeiramente o papel com óleo de cozinha e espalhe as fatias do bacon no fundo da forma, sobre o papel alumínio. Espalhe a carne sobre o bacon, nivelando tudo com as costas de uma colher. Cubra a forma com papel alumínio e leve-a ao forno, baixo (170ºC), em banho maria, por cerca de 1 hora e meia. Deixe a carne esfriar na forma, em temperatura ambiente e depois leve a forma à geladeira por pelo menos 2 dias (no momento em que virei a minha carne no prato decidi levá-la ao forno (grill) para dourar um pouquinho o bacon. 



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O Natal veio e passou. E a gente ganhou o que?


livros, principalmente, que é um presente que sempre me agrada!

mas ganhei também chás especiais (outra paixão minha)

e cartões de Natal feitos por minhas duas artistas...


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E é só, para o momento. Espero tornar-me mais frequente este ano, neste bloguito. Até a próxima!




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