segunda-feira, 28 de novembro de 2022

Brownie (o melhor do mundo?) e o que rolou nos últimos dias

 

                 

Olá, para todos!
Desde que fiz esta receita pela primeira tive que repeti-la inúmeras outras vezes. Se ela é a melhor do mundo, como afirmam muitos dos que a fizeram, eu não sei. Mas sei que por cá ela foi muitíssimo aprovada. Também não era para menos, é um bolo muito fácil de fazer, é até grandinho, pois rende 16 fatias, altinho, quando o comum do brownie é ser baixinho, muito gostoso, e o melhor, resulta bem todas as vezes. É realmente uma receita fantástica! 

A melhor receita de brownie

(daqui)

Ingredientes

1 xícara (225g) de manteiga (derretida e fria)

2 colheres de sopa de óleo vegetal (coco ou canola)

1 xícara mais 2 colheres de sopa (177g) de açúcar mascavo

1 xícara mais 2 colheres de sopa (227g) de açúcar branco

4 ovos grandes, na temperatura ambiente

4 colheres de chá de extrato ou essência de baunilha

1 xícara (142g) de farinha de trigo

1 xícara (115g) de cacau em pó sem açúcar (de boa qualidade)

1 colher de chá de sal

1 1/2 xícaras (255g) de chocolate grosseiramente picado ou lascas grandes de chocolate - misturei pedaços de uma barra de chocolate meio amargo, de 100 gramas, com 80% de cacau, com gotas de chocolate meio amargo de boa qualidade, na última vez que fiz esta receita 

Instruções

Pré-aqueça o forno a 175 ° C, forre uma assadeira de 22 x 22 cm ou outra, retangular, talvez de 20X25cm, com papel manteiga e reserve. 

Em uma tigela grande, misture a manteiga derretida, o óleo e os dois açúcares.

Adicione os ovos, a baunilha e o sal e bata por cerca de um minuto até ficar homogêneo.

Na mesma tigela peneire a farinha e o cacau em pó. Misture delicadamente os ingredientes secos aos ingredientes úmidos, só até ficarem combinados (NÃO misture demais). Acrescente metade dos pedaços de chocolate, misturando tudo. Despeje a massa na forma preparada e alise a superfície. Distribua o restante do chocolate sobre a massa.

Asse por 35-40 minutos, ou até que o centro dos brownies não balance mais e pareça um pouco firme ao toque (o dedo não suja, ao tocar o centro do bolo). 


                                               (imagem da Internet)

O que rolou nos últimos dias

Bem, eu vinha levando os meus dias bem no ritmo de normalidade e até com um certo entusiasmo, devido à proximidade do Natal. Já havia, inclusive montado a minha árvore e rascunhado um primeiro post natalino, quando fui contaminada pelo vírus da Covide 19. Foi o meu marido que transmitiu o vírus a mim. Porém, nos primeiros sinais de gripe, antes mesmo de ele ter obtido a confirmação de que era Covide, ele tomou todos os cuidados para que isso não ocorresse: isolou-se dentro de casa, manteve distância de nós, passou a dormir em outro quarto e não tirou mais a máscara. Mas, adivinhe só, acho que antes mesmo de apresentar sintoma ele já tinha passado o vírus a mim.   
Eu já havia tomado 3 doses da vacina e estava prestes a tomar a 4ª. Adiei um pouco a 4ª dose porque tinha sofrido reações fortes, que me deixaram acamada, nas doses anteriores. 
E eis que eu começo também a ter sintomas de gripe, que se iniciaram com uns espirros fortes, mas tão esparsos, que eu achei que devia era estar tendo uma ligeira reação alérgica a algo que eu ainda não sabia o que era. Daí veio o segundo dia e eu já caí de cama. Na noite desse dia eu dormi com febre alta e persistente e acordei, no meio da noite, toda trêmula e com dores no corpo. Tantas dores, que parecia até que eu tinha sido atropelada por uma carreta. Dormi gemendo, sem nem mesmo me dar conta de que estava fazendo isso. No dia seguinte, fui submetida ao teste e não deu outra: estava com Covide 19. Nos dois dias seguintes, já recebendo medicação, continuei tendo febre, coriza, tosse, um pigarro esquisito, dores no corpo e me apareceu também uma pequena bolha logo abaixo de uma narina. Enfim, foi uma gripe de pesadelo, nunca havia sofrido outra igual, em minha vida. E por que estou contando todos estes detalhes? Porque, como eu disse, eu peguei o vírus do meu marido, mas ele nem de longe sofreu o mesmo que eu. A diferença entre nós é que ele havia tomado a dose de reforço, e eu não. Então deixo aqui a advertência, se você está na mesma situação que eu estava, corrija logo isso, para não passar pelo que eu passei. A variante que está a se espalhar nesse momento trouxe outros sintomas, além dos já conhecidos. Um deles são as tais bolhas cutâneas, que eu cheguei a apresentar uma. 

Ah, quero agradecer aos amigos Pedrita e Luiz pelas mensagens de recuperação. Um abraço a cada um dos dois!

E é só para o momento, mas quero voltar ainda nesta semana com post novo. Até lá!

domingo, 6 de novembro de 2022

14 anos do blog! (e uns graffitis brasilienses)


 Hello, para todos!

Hoje este bloguito está completando 14 anos e eu, que pensei em fazer um bolo especial para celebrar o acontecimento (e comemorarmos os 89 anos de minha sogra, que coincidentemente aniversaria na mesma data do blog), simplesmente me esqueci, rsrs. Lembrei-me do fato no mês passado. E até fiz planos mentais para a celebração que faria. Porém, nesses últimos dias, muito provavelmente devido aos fatos políticos e outros, eu me esqueci. 

Mas... despertando a tempo, corri e comprei este 'Bentô Cake', que tem a inscrição "Happy birthday to you", escrita do jeito que a pronunciamos (uma das características deste bolo). E ei-lo aí para registrar os dois nivers de seis de novembro. 


O bolo tem massa branca e recheio de abacaxi. E eu espero que ele seja tão saboroso quanto o bolo trufado de abacaxi que já fiz muitas vezes e cuja receita se encontra aqui.

Resolvi publicar as fotos desses graffitis, que se encontram em paradas de ônibus de várias partes do DF, porque estou sempre prestando atenção em manifestações artísticas, sejam elas clássicas ou mais recentes e espontâneas, como é o caso.




E é só para o momento. 

Mas devo voltar muito em breve, para já irmos entrando no clima do Natal.


quinta-feira, 20 de outubro de 2022

Chuchus refogadinhos e o que rolou nos últimos dias

 

Olá, minha gente, como têm passado? Espero que bem, apesar dos pesares!

Em 2009 eu publiquei uma receita de chuchus refogados e hoje resolvi trazer outra. Esta, na verdade, não é muito diferente da primeira e eu só a estou publicando porque passei ainda há pouco pela foto dela, ao espreitar o meu álbum, rsrs.

Chuchus refogados

    Ingredientes
  • 1/2 kg de chuchus
  • 1 e 1/2 colheres (sopa) de óleo vegetal culinário
  • 2 colheres (sopa) de cebola picada
  • 2 dentes de alho médios esmagados
  • 1 colher (chá) rasa de sal ou a gosto 
  • 1/2 xícara de água fervente
  • 1 colher (sopa) de cheiro-verde picadinho ou uma pitada de pimenta do reino (moída na hora)

Preparo

Descasque os chuchus (sob água corrente para não ficar com as mãos impregnadas do líquido viscoso que ele solta). Descarte os miolos dos chuchus e corte-os na forma desejada. Numa panela pequena, de fundo grosso, esquente o óleo e frite nele a cebola. Acrescente o alho e frite-o ligeiramente. Junte os chuchus cortados e o sal. Dê uma refogada, mexendo para que o vegetal solte um pouco de água. quando estiver secando, vá pingando a água quente até que os chuchus fiquem "al dente". Desligue o fogo e salpique sobre eles o cheiro-verde ou a pimenta. 

Dias atrás eu resolvi fazer uma banoffee pie diferente e comecei por fazer uma massa de biscoitos de chocolate, no lugar dos bsicoitos comuns, de maisena. Também substituí o caramelo por ganache de chocolate meio amargo. E terminei por cobri-la com um chantilly ao qual acrecentei leite em pó e chocolate em pó. Por cima de tudo, joguei chocolate ao leite picadinho. 

  
E no feriado do último dia 12 eu fiz estes dois bolos para o aniversário de 88 anos de minha mãe. Eles foram feitos em dois dias em que estive meio adoentada. Então, em termos de aparência, não ficaram tão maravilhosos quanto eu queria que tivessem ficado. As receitas foram publicadas aqui e aqui e ambas resultam em bolos muito gostosos. 



E, de resto, tive que admitir que o dia do Halloween está se aproximando, pois já há muita gente o mencionado e até fazendo festas com este tema. Mas eu tenho estado desanimada, com relação aos povos lá do Norte, por causa dos tristes acontecimentos que se desenrolam no mundo no momento, como guerras e coisas do gênero. Tirei, porém, a minha caixa de abóboras de Halloween do armário e fotografei algumas. Não sei ainda se farei algo alusivo à data. Mas, de qualquer forma, aqui no blog há vários posts com receitas e ideias para festas de Halloween. 


E é só para o momento. Até breve!


quarta-feira, 28 de setembro de 2022

Bentô cake, a chegada da Primavera e umas mesas postas

 

(as fotos acima são minhas, mas os bolos não foram feitos por mim)

Bentô Cake, você sabe o que é?

São bolinhos individuais para celebração de aniversários (principalmente) ou outra. Eles pesam em média 300 gramas e surgiram na Coréia do Sul, mas tornaram-se um modismo, pelo mundo, como conseqüência do confinamento imposto pela pandemia. 

No início e no auge da pandemia, como todos nos recordamos muito bem, não foi possível festejar aniversários com grupos de pessoas, em razão das medidas restritivas impostas pelos governos. Disso resultou as celebrações com um mínimo de pessoas, as mais próximas. E, muitas vezes apenas com o aniversariante. 

No Brasil os bolinhos ganharam uma decoração que geralmente conta com um bonequinho (chamado “Flork”, personagem de memes) acompanhado de  mensagens engraçadas, de gozação, etc.


Primavera




E a Primavera chegou, no dia 21! É a minha estação preferida, e não apenas pelas belezas que a acompanham, mas também por simbolizar transformações (para melhor!) e recomeços! 
Por isso mesmo já mencionei, mais de uma vez, neste blog, os versos de uma canção do Paulo Soledade, que sempre me vêm à mente no início da Primavera, porque dizem:

"Vê, estão voltando as flores

 Vê, nessa manhã tão linda

Vê, como é bonita a vida

Vê, há esperança ainda"

 

 E para celebrar a Primavera andei testando montagens de mesas, que eu pretendia que ficassem com um ar primaveril:





segunda-feira, 5 de setembro de 2022

Focaccia grande e...

 



(foram assadas em fornos diferentes, por isso douraram diferentemente)

Olá, querido leitor, feliz mês de setembro!

Quem aí gosta de focaccia, a iguaria italiana que é um cruzamento entre pão e pizza, sobre a qual geralmente se põe ervas (especialmente alecrim, mas também manjericão ou outra), tomate, cebola, azeitona ou o que se desejar e que, no final, fica recendendo a tudo isso e também a azeite de oliva? Eu já publiquei uma ótima receita de focaccia
aqui no blog. Ela leva 500 gramas de farinha e produz uma focaccia que cabe numa assadeira de 25 X 35 cm. Mas em vários dos meus livros de culinária italiana as receitas são maiores, levando, geralmente, 1 kg de farinha. A receita abaixo é uma delas. Pode resultar em duas focaccias de 25 X35 cm ou em uma grande, que serve 10-12 pessoas. Outra diferença é que esta é feita com fermento fresco.

Focaccia grande de tomatinhos, azeitonas e alecrim
(serve 10-12 pessoas)

Ingredientes

1 kg de farinha de trigo (mais um pouco para polvilhar sobre a superfície de trabalho)
1 colher de sopa (nivelada) de sal
3 colheres de sopa (niveladas) de açúcar
600 ml de água morna (quase fria)
30 gramas de fermento fresco
50 ml de azeite (e mais um pouco para verter sobre a massa crua, antes de assá-la, e mais um extra para servir)
1/2 xícara de azeitonas fatiadas, sem caroço
12 tomates cereja partidos ao meio
3 ramos de alecrim partidos em segmentos de uns dois centímetros
sal grosso para salpicar sobre a focaccia (mais ou menos 1/4 de colher de chá, ou a gosto)

Preparo

Numa tigela grande, misture a farinha com o açúcar. Ponha esta tigela de lado. Então misture a água morna com o fermento, até que o fermento esteja totalmente dissolvido.
Faça um buraco no centro da farinha que foi posta na tigela, e derrame a água com o fermento no buraco. Acrescente os 50 ml de azeite e ponha o sal num cantinho da borda da farinha, longe da água (este cuidado é para evitar que o sal mate o fermento). Com uma colher de pau, vá misturando a água à farinha, puxando a farinha para a água até que toda a farinha esteja úmida. Polvilhe um pouco de farinha na superfície de trabalho e despeje a massa da tigela sobre a farinha polvilhada. Sove a massa, acrescentando mais farinha, se necessário (sempre o mínimo possivel), até que a massa se torne lisa e elástica (leva uns 10 minutos).
Ponha a massa de novo na tigela, cubra a tigela com filme plástico e deixe que a massa cresça por 30 minutos.
Abra a massa, transfira-a para uma assadeira untada com azeite (35 X 45 cm, ou para duas de 25 X 30 cm, todas untadas com azeite) faça furos nela com o dedo indicador (ou com o cabo redondo de uma colher de pau), introduza as metade dos tomatinhos, as fatias de azeitonas e os raminhos de alecrim no furos. Espalhe 2 colheres de chá rasas de azeite sobre a massa . E salpique o sal grosso sobre tudo. Cubra a assadeira com filme plástico e deixe que a massa cresça novamente por 40 minutos (quando completar 30 minutos do crescimento da massa, ligue o forno para preaquecê-lo). Ao fim dos 40 minutos, retire o filme plástico da assadeira e leve-a ao forno (já preaquecido) por 30-35 minutos, até que a focaccia esteja dourada e assada. Sirva com azeite de oliva a gosto.

Uma pequena reflexão


Há pelo menos cinco anos o mundo está a atravessar uma grave crise, que tem nos afetado de várias formas. É uma combinação de aflição econômica com tribulação sanitária (ocasionada pela pandemia e seus infelizes desdobramentos), somada às dificuldades nos relacionamentos humanos, resultantes - entre outras causas - da maciça circulação de desinformaçóes que, claramente, objetiva semear discordâncias e desentendimentos entre as pessoas.
Esta questão da disseminação de desinformações pode parecer novidade para muitos, mas trata-se da velha estratégia do "Dividir para Conquistar", tática antiga - desde sempre usada - quando se quer romper as estruturas do poder existente e impedir que pequenos grupos de descontentes se juntem. 
O resultado de tudo isso tem sido um aumento acentuado e ainda progressivo dos males associados às doenças emocionais e mentais. Estresse, ansiedade e depressão também estão se tornando epidêmicos. E isso tanto é verdade que elegeram o mês em curso como o da campanha mundial de prevenção ao suicídio.  
Há muita gente enfrentando um ou mais dos males acima mencionados. E, por isso mesmo, eu desejo realmente que essas pessoas encontrem auxílio em  amigos, em profissionais especializados etc. que venha as ajudar a superá-los. 
De minha humilde parte eu só quero dizer o seguinte: tudo nesse mundo passa, as coisas muito boas e também as muitos más. Aliás, os acontecimentos bons e ruins costumam se alternar no decurso da vida. Então, a consciência da transitoriedade de tudo, tem que vir em nosso amparo, nos momentos de crise. E é importante que nesses momentos a gente se esforce para não perder a fé de que as coisas podem (e vão) mudar. 

                     Imagens (aleatórias) de minha cidade e de minha casa:

                                                   Ponte JK
                                                        eixo sul
                                   árvore em um dos 'bairros'
                                                          em minha casa
                                                em minha casa

E é só para o momento, um abraço para todos!

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