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quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Abobrinha de festa, uma mesa de Primavera e as receitas do blog que 'bombam' em outros sites...




Olá! Um dia desses eu vi, numa velha revista gringa, sobre alimentação vegana, uma abobrinha cuja apresentação era um pouco parecida com esta. Resolvi logo que ia fazer a minha versão dela, rsrs. A minha receita não tem segredos, é só cozinhar fatias grossas de abobrinhas (e eu cozinhei estas no vapor) e depois combiná-las com outros vegetais - cozidos ou crus - à escolha. Juntei as minhas, à fatias de beterrabas cozidas em água e sal, e acrescentei também fatias fininhas de pepino + metades de tomatinhos cereja. Assentei tudo sobre um a espécie de molho Pesto rico em alho e cebola (previamente fritos).  Joguei um fiozinho de azeite extra virgem sobre tudo. 

Antes de montar o prato eu salpiquei sal nas abobrinhas. Elas poderiam ter sido recheadas com um refogadinho feito com a própria polpa delas, retiradas para fazer a cavidade, como eu já fiz em outra ocasião. Tente isso, se você quiser realmente meter o pé na jaca, rsrs. Aqui no blog tem muitas outras receita de abobrinha, inclusive uma recheada aqui (não é esta da foto abaixo):  






Com a chegada da Primavera, que é a estação em que a natureza renova a sua beleza, eu sempre fico com vontade de espalhar flores pela casa e também de preparar uma mesa... primaveril, rsrs. 



Comecei por arrumar esta mesa, aproveitando que compramos este conjunto (baratinho) de louças, num supermercado da cidade.




Resolvi reapresentar, daqui para a frente, algumas receitas já publicadas no blog, depois de vê-las, repetidas vezes, em outros sites ou vídeos. 

Uma dessas receitas é a mousse de maracujá com chocolate, que foi publicada aqui. O interessante é que a primeira vez que combinei a mousse com chocolate, em 2013, este entrou na receita em forma de creme (da receita do 'Pot au crème', também já publicada neste blog) e não de ganache, como vim a fazer posteriormente, em 2015. 



Por falar em mousse de maracujá, na última vez que a fiz, resolvi acrescentar uma camada de chantilly e farofa de biscoitos caseiros a esta sobremesa, como vocês podem ver na foto abaixo.


Outra receita que acho especialmente boa (que foi, aliás a primeira que traduzi e publiquei neste blog, bem aqui, em 2008, logo no primeiro post) é a do  pão branco Amish. Este pão também apareceu depois em muitas outras páginas.



aqui está a imagem original dele


Bem, é só para o momento. Até breve!





domingo, 16 de março de 2014

Mesa Para Brunch de Páscoa e Muitas Dicas sobre Merengues.



Olá, gente! Nos últimos dois dias tive de ficar afastada da Internet, por causa das exigências da vida real. Mas como publicando ou não, eu nunca deixo de cozinhar ou de arrumar mesas, fiz essas duas coisas, nos dias em que me ausentei, rsrs. A tortinha de maçãs, da foto acima, não foi feita por mim, e sim pelo Yudi, o japinha de que falei neste post. Ele continua cozinhando e gentilmente nos trouxe, anteontem, esta sobremesa, que além de linda está deliciosa, cheia de pedaços de maçã e não muito doce, como eu gosto, rsrs.  Aqui no blog tem várias receitas de tortas de maçãs.


O uso das velas nesta mesa deve-se ao fato de que as celebrações da Páscoa cristã, tradicional, começam quando o dia está amanhecendo, (ainda escuro) para coincidir com a hora em que as Escrituras dizem ter ocorrido a ressurreição de Jesus. 


Fiz tortas-merengue de limão e outras, no mesmo dia em que fiz aquela torta de maçãs, com calda de laranja, cuja receita foi publicada aqui. Eu já tinha feito a torta merengue de limão dos gringos, outras vezes, mas o que me levou a fazê-la naquela ocasião, foi o filme que conta a vida do chef britânico, Nigel Slater, vocês já o viram? O filme chama-se Toast, nome que recebeu no Brasil o complemento - A História de uma criança com fome. Eu o assisti duas vezes, na TV, porque na primeira vez cheguei ao canal já com o filme iniciado, rsrs. Nas duas vezes fiquei com muita vontade de fazer a  torta merengue de limão, que foi motivo de batalha travada entre o chef e a madrasta dele, rsrs. 

                              (imagem dos realizadores do filme Toast)

Como desta vez, porém, não deu para fotografar sequer uma fatia destas tortas, hoje vou falar apenas do merengue, usado no topo delas (e de outras tortas-merengues). É que o merengue, que é elemento muito importante nestas tortas, por conferir a elas identidade, textura e sabor, pode vir a ser um problema, já que ele costuma encolher e soltar líquido ("chorar" - como dizem os confeiteiros), à medida em que vai esfriando. Com o encolhimento o merengue desprende-se das bordas da torta e fica como que boiando, sobre o líquido que ele solta, o que compromete a aparência da torta e a torna menos apetitosa. A questão que surge então é descobrir o que pode ser feito para evitar isso.

(Dicas para evitar o encolhimento do merengue empregado no topo das tortas)

As pessoas que costumam fazer tortas com merengues usam alguns truques que – digamos – dificultam o encolhimento e  o “choro” do merengue, e estes são:

1 - Dissolvem bem o açúcar nas claras, de preferência levando claras e açúcar ao banho-maria suave, até que o açúcar fique completamente dissolvido. Mas é preciso cuidado, nesta operação, que é rápida, pois as claras não podem realmente aquecer, ou ficarão cozidas, rsrs.

2 - Assam o recheio (na crosta da torta) antes da aplicação do merengue; nunca assam ambos juntamente. Assim que o recheio assa - estando ainda quente -, espalham sobre ele o merengue, selando bem as bordas da torta, pois merengue separado da crosta irá encolher e “chorar”, com certeza.

3 - Não batem o merengue demais, porque merengue duro também irá encolher,  depois de assado.

4 - Não assam o merengue em forno muito quente.

5 - Frequentemente usam receita de merengue que leve amido de milho.

6 - Procuram servir a torta no mesmo dia em que foi feita, sem que ela tenha passado pela geladeira, pois o frio também favorece o encolhimento e o “choro”.

Outra opção, que é a que eu costumo usar, é a do merengue italiano,  aquele em que as claras são cozidas pelo calor da calda de açúcar, enquanto são batidas. Esse merengue, de modo geral e por causa da água que entra nele, ( e dependendo da quantidade de açúcar usada), não deve ir ao forno, mas pode ser dourado, rapidamente, com maçarico, para dar o efeito que se vê na foto acima:
 
O merengue italiano, do qual já falei algumas vezes aqui no blog, pode ser feito a partir de várias receitas, o que significa que pode haver grande variedade nas quantidades de açúcar, água e claras. Mas uma que tenho usado, ao longo dos anos, e serve também para fazer o topo desta torta e rende uma boa quantidade, é a que usa a medida em xícaras, empregando sempre o dobro da medida de açúcar, com relação à medida de água (podendo a quantidade de claras variar). 

Merengue Italiano 

Ingredientes 

2 xícaras de açúcar comum (granulado)
1 xícara de água
4 claras de ovos grandes
1 colher de chá de glucose clara de milho, tipo Karo (opcional, mas eu gosto de usar)
essência ou sumo de limão (cerca de 1 colher de chá).

Preparo

Numa panelinha, dissolva bem o açúcar na água. Junte a glucose e misture tudo. Leve a panelinha ao fogo e não mexa mais na mistura. Espere que a mistura ferva. Quando a calda começar a engrossar (se você tiver um termômetro de doces, verá que isso acontece quando ela chega aos 110º C e deve continuar no fogo). Ponha as claras na tigela da batedeira e comece a batê-las devagar. Espere a calda atingir os 121º C e então, tire-a do fogo e imediatamente despeje-a, em fio, sobre as claras em neve, com a batedeira ligada, em velocidade média (cuidado, para não se queimar!). Deixe que bata até que a calda fique morna. Um pouco antes disso, acrescente o aromatizante. Empregue o merengue.

Nota: Se você não tiver um termômetro, considere a calda no ponto (para ser despejada sobre as claras), quando, jogando um pouquinho dela num pires com água, puder pegá-la, com as pontas dos dedos. No ponto, a calda se transforma numa bolinha que vai endurecendo, em contato com a água fria. 




quarta-feira, 5 de março de 2014

Biscoitinhos de leite condensado e amido (versão Páscoa) e Outras Mesas para a Páscoa de 2014



Olá gente! Faz tempo que não apareço por aqui, né? rsrs. É que resolvi me dar uns dias de descanso, devido ao feriadão de Carnaval e outros fatores, como a visita de minha filha Lili. Nesses dias não deixei de cozinhar, mas as receitas que preparei serão publicadas depois.


Estes biscoitinhos apareceram aqui em abril de 2011, por isso para mim foi uma surpresa descobrir que a "invenção" deles já está sendo atribuída a outra pessoa, que os postou em 2013! A estória desses biscoitinhos é a seguinte: antes de fazer os biscoitos, vi uns pãezinhos em forma de coelhinhos (bunny rolls) numa página japonesa. Muitos de vocês devem tê-los vistos também, pois a imagem deles depois circulou pela Internet. Os coelhinhos eram moldados numa bolinha de massa de pão e as orelhas eram cortadas com tesoura. Ao vê-los me ocorreu que era mais fácil conseguir moldar coelhinhos em massas de biscoitos, que são mais - digamos - estáveis do que a de pão, já que esta costuma fermentar mais. Como moldar biscoitinhos tem sido uma das minhas terapias mais antigas, meti as mãos na massa e saíram esses biscoitinhos, portanto, eu não os copiei de ninguém, apenas me inspirei na idéia dos pães coelhinhos. Porém, a apropriação de idéias e invenções de outros na Internet é coisa tão séria, que sequer consegui localizar agora a postagem original que me inspirou, mas achei a dita imagem uma 'trocentas' vezes em páginas diferentes da primeira. Não publicarei portanto o link de ninguém, pois não achei quem tenha publicado o original só os seguintes!

Todavia, na primeira vez que moldei os biscoitos coelhinhos usei a massa de polvilho, que se encontra no link acima e desta vez usei a massa dos biscoitos de leite condensado e amido que postei aqui, em 2008. Desta vez, porém, fiz uma ligeira modificação na receita, por isso vou repeti-la abaixo:


Biscoitinhos de amido e leite condensado
(sequilhos amido e leite condensado)

Ingredientes

1 lata(s) de leite condensado (395g)
2 unidade(s) de gema de ovo (médios)
500 g de amido de milho
100 g de manteiga (1/2 xícara rasa)

Preparo

Numa tigela, misture tudo. Faça bolinhas (ou molde-as como eu fiz) com as mãos e amasse-as de leve com um garfo (para fazer uns tracinhos na superfície dos biscoitos) ou estenda a massa com um rolo e corte-a com cortadores de biscoitos. Disponha os biscoitos em tabuleiros untados e enfarinhados e leve-os ao forno médio (180ºC), por uns vinte minutos. Estes biscoitos não levam fermento mas mesmo assim derretem na boca.

Observação:

Para variar os sabores desse biscoito, acrescente à massa raspas da  casca de laranja ou limão, essência a gosto (amêndoas, baunilha etc). 

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As Mesas de Páscoa

Desde que publiquei aqui uma mesa Pascal na cor azul no ano passado, fiz algumas variações de mesas nesta cor. A mesa da Páscoa cristã ganhou um ar lúdico e meio infantil, nos últimos anos, ao contrário das mesas da Páscoa judaica que continuam sérias e cheias de simbologias (não há crítica nesta frase  não, hein? rsrs).



                                   abaixo destaquei alguns elementos da mesa acima

             
                                   Nesta, para o café da manhã Pascal eu também utilizei a cor azul





quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Doce de Leite (condensado) de Corte e a 1ª Mesa de 2014!


 
Olá, 2014, bem vindo, seu lindo! rsrs. Mas, falando sério, que este ano seja realmente lindo, trazendo  muitas alegrias para todos nós. Por aqui, o primeiro dia do ano não tem sido assim tão feliz, porque, de repente, a casa que antes estava cheia se esvazia: uma das filhas volta para a cidade em que está morando. E a outra sempre tem dado um jeito de ir celebrar o Réveillon na casa da família do namorado.


Mas como eu me esforço para manter o meu ambiente alegre, geralmente tento fazer duas coisas: procuro algum trabalho para executar, de preferência que exija criatividade, ou busco me cercar de alguma beleza, rsrs. Desta vez eu simplesmente pus a mesa, porque, com isso, também tinha a intenção de dar as boas vindas ao ano novo. Mas a mesa posta foi a pequena, da copa/cozinha, pois eu queria uma coisa simples, como vocês podem ver.

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A cozinha funcionou "a todo vapor", nestes últimos dias, e um dos pratos que fiz foi este doce de leite condensado de corte (ou de cortar, como diz uma parenta minha, rsrs). Para chegar a estes docinhos, "adaptei" a receita das cocadinhas de leite condensado, que postei aqui em 2009. Na verdade, descobri que as cocadinhas podiam virar docinhos de leite, ainda na adolescência, num dia em que, já começando a misturar os ingredientes para fazer a dita, percebi que não tínhamos em casa o coco ralado, rsrs.


Estes docinhos ficam macios e muito saborosos, nem preciso dizer isso, né? Já postei aqui no blog, uma receita de docinhos de leite de corte (que entraram aqui como "rapadurinhas de leite", porque são durinhos). Mas estes acima são os meus preferidos. Eles também têm a vantagem de chegarem ao ponto bem antes do doce de leite comum. Mas exigem atenção, para que não queimem.

Doce de Leite (condensado) de corte

Ingredientes

1 lata de leite condensado
2 latas (a mesma lata do leite condensado) de açúcar refinado
1 colher (café) de manteiga sem sal (às vezes uso a com sal mesmo)

Preparo

Unte com manteiga uma pedra de mármore limpa ou superfície plana, como o fundo de uma forma retangular grande. Misture todos os ingredientes numa panela de fundo grosso. Leve ao fogo médio, inicialmente, e depois que começar a borbulhar, fogo baixo, mexendo sempre,  até desprender do fundo da panela Tenha atenção e cuidado, porque os doces feitos com açúcar refinado tendem a queimar com mais facilidade. Desligue o fogo, dê umas boas e rápidas mexidas no doce (se mexer muito açucara), e espalhe-o sobre a superfície preparada. Espere amornar e corte os quadradinhos. Mas não não espere esfriar totalmente, para que os docinhos não quebrem durante o corte.

Nota: estes docinhos podem ser feitos com o açúcar granulado, mas ficam mais arenosos. Com o açúcar refinado eles ficam mais lisinhos e delicados. 




quinta-feira, 26 de setembro de 2013

Mesa Simples de Primavera. E viva a Primavera!



Olá, para todos! A Primavera já começou há quase uma semana, mas sempre que isso acontece, durante vários dias, eu fico pensando nos significados mais profundos ou mais transcendentes  dela. No ano passado, no início da estação, eu mencionei que a Primavera sempre esteve ligada à idéia de renovação e até de ressurreição. E isso é assim pela razão óbvia de que, nela, tudo na natureza volta às atividades normais, ou seja, ao movimento, vigor, germinação, crescimento e florescimento, após a dormência e recolhimento impostos pelo inverno (coisas que acontecem especialmente em regiões de invernos rigorosos). Para além disso, há o fato de a Páscoa acontecer na Primavera, nos países do Norte, e como a Páscoa está ligada também à idéia de renovação, de passagem e ressurreição, isso só confirma o caráter renovador da Primavera.

Na minha infância, a chegada da Primavera era celebrada, na escola, com eventos e canções relacionados ao tema. Uma música que cantávamos, que depois minhas filhas também aprenderam, tinha este versinho inicial, rsrs. 

"Desperta no bosque, gentil primavera
Com ela chegou o canto
gorjeio dos sabiás...
trá-lá-lá..."  



Depois de adulta, sempre que a Primavera começa eu me lembro dos versos da linda canção do Paulo Soledade, que foi gravada por muita gente, ao longo dos anos (coisa que já mencionei aqui, aliás, rsrs):   

                                 "Vê, estão voltando as flores
                                       Vê, nessa manhã tão linda 
                                       Vê, como é bonita a vida
                                       Vê, há esperança ainda..." 
 
com a imagem destas flores, que ganhamos em estações passadas, 
desejo a todos uma Primavera muito feliz!
  

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

Mesa Verde e O Prato Giratório Usado em Confeitaria


A Mesa: 



 Olá, gente, não bastasse a correria e a minha eterna falta de tempo, a minha conexão esteve o dia inteiro problemática, motivo de só agora eu poder vir dar uma atualizada aqui. Recentemente eu fotografei esta mesa, mas as imagens não ficaram boas, pois o dia já estava findando e a minha câmara nunca fotografa bem sem luz natural. Mesmo assim resolvi publicar estas fotos, ainda que seja só para voltar a fotografar a mesma mesa com outra luz e (ou outra câmara!) e comparar as imagens, rsrs.

E o Prato Giratório dos confeiteiros:


Também trouxe a dica (para quem não conhece!) do Prato Giratório, que é usado em confeitaria, para auxiliar na aplicação das coberturas dos bolos e tortas. Acho que ele ajuda muito a realizar esta tarefa de modo perfeito. Este meu é velhinho e é mais parecido com a estrutura de um carrossel do que propriamente com um prato, não é verdade? rsrs. Os modernos são iguais aos pratos de bolos com pés (cake stand). Este é um utensílio que eu acho indispensável, para quem quer se aventurar nas - digamos - 'confeitagens' de bolos e torta, rsrs. Por falar em palavras específicas de confeitaria, fiquem sabendo que a palavra 'pastelaria' não significa a loja que faz e vende pastéis, aquela iguaria que tanto amamos, que é constituída de uma massa geralmente recheada, e sim o ofício e o local em que trabalha o pasteleiro que é o especialista em... bolos! Decidi-me a esclarecer isso porque um tempo atrás li um post em que a blogueira, recém chegada de viagem, dizia ter se surpreendido ao constatar que em Portugal (se não me engano) as pastelarias não vendem pastéis, rsrs.

P.S: Não acho que a blogueira mencionada tenha a obrigação de saber o sentido real da palavra pastelaria. E ela certamente não é a única a associar este termo aos nossos tão conhecidos 'pastéis', rsrs.

Bem é isso para hoje, até a próxima! 




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