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quarta-feira, 29 de maio de 2019

Bolachas de farinha de Polenta e os elementos do Chá



Olá, minha gente! Demorei para voltar aqui desde o último post, né? Pois foi pelas razões que me têm travado, ultimamente. Agora acrescentou-se a elas um inesperado problema de saúde, que eu tenho me empenhado para superar. 


Já publiquei aqui no blog outras receitas de bolachinhas (ou sequilhos) de farinhas de milho (inclusive uma de farinha para polenta). Mas estas têm a vantagem de ter receita simples e exata, resultando numas bolachinhas muito parecidas com as broas de padaria, porém, menos gordurosas e menos doces (o que considero um ganho, rsrs). 

Bolachas de farinha de Polenta 

xícara = 240 ml

Ingredientes

1 xícara de farinha de polenta
1 xícara de farinha de trigo (se desejar bolachinhas mais delicadas, substitua 1/4 de xícara da farinha de trigo por amido de milho)
1/2 xícara de açúcar
1/4 de xícara de manteiga
1/4 de colher de chá de sal
2 ovos médios
1 colher de sopa (rasa) de fermento em pó
1 colher de sopa (rasa) de sementes de erva-doce ou tomilho seco

Preparo

Ligue o forno em temperatura média (180ºC). Unte e enfarinhe um tabuleiro grande, para biscoitos. ou dois médios. Ponha-os de lado. Numa tigela, misture: os ovos, a manteiga, o açúcar e o sal. Acrescente as farinhas o fermento e a erva doce. Combine tudo até que obtenha uma massa maleável. Faça bolinhas - do tamanho que desejar - e disponha as mesmas no tabuleiro preparado, deixando um espaço entre as bolachinhas, pois estas crescem e podem grudar umas nas outras. Leve-as para assar de 15 a 20 minutos (ou até que fiquem coradas no fundo). Tire o tabuleiro do forno, deixe que as bolachinhas esfriem ligeiramente e passe-as para uma gradinha, para que acabem de esfriar.


Os elementos do Chá


Tenho feito a receita acima até que com frequência, e acompanho as minhas bolachinhas com uma boa xícara de chá. 


Ultimamente venho consumindo os chás que ganhei de minhas filhas, que são do tipo que exige peneira ou um infusor. 


Tenho vários infusores, e um deles parece ter sido inspirado no Palmito, o gato da casa (vejam as fotos abaixo, rsrs).  


Os bulinhos da foto acima são anéis de guardanapos.





sexta-feira, 3 de junho de 2016

Sequilhos de fubá (e polvilho - sem glúten) e o Evento de Tunguska



Olá, gente, chegamos ao meio do ano, feliz mês de junho para todos! Tenho certeza de que, como eu, muito de vocês gostam especialmente desse mês. E não é para menos, já que é nele que acontecem as tradicionais festas juninas, com as suas deliciosas comidas típicas e outras atrações. É neste mês também que cai o dia dos namorados, data que a gente gosta de celebrar, não é verdade? rsrs.   Na minha opinião estes sequilhos combinam com os dois eventos, pois se saem bem como quitanda de junho e podem figurar numa bandeja de café da manhã especial.  Eles são do tipo clássico, macios e delicados, daqueles que derretem na boca, o que talvez seja a razão de eles serem também chamados de quebradores.  Esta receita deve ser a mais antiga e a mais simples que existe. Tirei esta versão do livro da Helena Sangirardi, cuja página pode ser vista na foto abaixo (notinha: aqui no blog eu já publiquei outras receitas de sequilhos/biscoitos de fubá). Observem que este biscoito também não tem glúten.



Sequilhos de fubá - sem glúten - simples e saboroso  (receita adaptada desta aí de cima)/ rendeu 37 sequilhos

Ingredientes

100 gramas de fubá peneirado
100 gramas de manteiga
100 gramas de açúcar (coloquei apenas 70 gramas, pois acho os biscoitos antigos doces demais)
1 ovo médio
Polvilho doce o quanto baste (a receita indica araruta, mas eu, apesar de ter araruta em minha despensa, preferi usar o polvilho)

Preparo

Ligue o forno em 180º C. Unte e enfarinhe duas assadeiras médias e ponha-as de lado.  Combine os quatro primeiros ingredientes, numa tigela, e vá juntando o polvilho até que a massa  possa ser moldada. Faça bolinhas e distribua-as nas assadeiras preparadas. Marque as bolinhas com os dentes de um garfo. Leve as assadeiras ao forno médio por uns 15 minutos (até que o fundos dos biscoitos dourem e eles exalem aroma de biscoitos assados). Espere que esfriem ligeiramente e passe os biscoitos para uma gradinha, para que acabem de esfriar. 



Como eu já mencionei, a minha ausência aqui não significa que eu não andei cozinhando, mas apenas que não pude vir postar o que preparei. Uma das iguarias que voltei a fazer foi a bolacha de nata, que é especialmente apreciada por aqui:


 estas bolachas são simultaneamente crocantes e macias, saborosas por conta da nata e da canela com o açúcar em que são roladas. 

e, a exemplo destas, que são de leite condensado (receita, aqui), elas também podem virar presente do dia dos namorados.  



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Há uma frase, atribuída a Albert Einstein, que diz: "Só existem duas maneiras de ver a vida: uma é pensar que não existem milagres e a outra é que tudo é um milagre".

Eu me enquadro no grupamento das pessoas que acham que tudo é um milagre. Na verdade, são raros os dias em que não deparo com coisas que considero impressionantes, sejam elas relativas às ações dos animais, às belezas da natureza... enfim, a tudo, rsrs.

O chamado "Evento de Tunguska" é algo que considero incrível, porque - para mim - ele veio confirmar que somos como que poupados de muitos desastres, que poderiam facilmente nos sobrevir.


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 O Evento de Tunguska


(imagem encontrada na web)


Tunguska é uma cidade russa, que fica na região da Sibéria, próxima ao rio Podkamennaya. No dia 30 de junho de 1908, pouco depois das 7 horas da manhã, uma bola de fogo foi vista caindo do céu sobre o lugar.  A queda do objeto provocou uma tremenda explosão, que foi seguida de um terremoto de 5 graus na escala Richter. Uma área de milhares de quilômetros foi arrasada, milhões de árvores foram destruídas (e os animais que habitavam no local também, claro). E, durante muitos dias, os céus sobre a Europa apresentaram uma estranha luminescência. Estima-se que a energia da explosão corresponda a centenas de vezes a da bomba atômica lançada sobre Hiroshima, na segunda guerra mundial.   
O detalhe é que até hoje, mais de um século depois, ninguém sabe ao certo o que caiu sobre Tunguska. Por isso mesmo, muitas teorias foram levantadas, das mais estapafúrdias, como a que diz que o que houve ali foi a aniquilação de um pedaço de antimatéria, caído do espaço (ou a explosão de uma nave alienígena), até a hipótese que hoje é a mais aceita, que atribui a coisa toda ao deslocamento de ar provocado pela explosão de um fragmento de cometa, que teria sido totalmente vaporizado, antes de atingir o chão. Sim, porque não foram achados fragmentos de corpos materiais no lugar! 

Acho esse acontecimento incrível porque, pela lógica, esse tipo de incidente era para ser mais frequente (que Deus nos livre!), já que corpos celestes pequenos caem na Terra o tempo todo. Por outro lado, vários objetos celestes maiores já cruzaram o espaço "raspando" na Terra, como o tal asteroide 1989 FC (batizado provisoriamente com este nome, por ter sido descoberto em 1989).  A passagem deste corpo, que é cruzador do planeta Marte, deu margem a especulações, por parte de especialistas. Eles disseram que se ele caísse na Terra (em terra firme ou no mar) viveríamos o apocalipse, porque, se caísse em terra, a crosta do planeta se fenderia provocando terremotos e erupções absurdas. Se caísse no mar, provocaria maremotos inimagináveis, com todas as suas consequências.

No entanto, apesar de todos esses perigos, e a não ser pelas maldades cometidas pelos homens, a vida na Terra segue tranquila. Que Deus seja louvado por isso!





sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Sequilhos e suspiros alagoanos!




Olá! Depois de três semanas na praia, comendo muitos frutos do mar e outras delícias do lugar, eis me de volta ... ou quase, rsrs. Ao sair eu tinha intenção de manter o blog atualizado, e para isso deixei uns posts programados e outros em rascunho. Também tencionava fazer - em trânsito - um post sobre o dia da criança, aproveitando para ilustrá-lo com este joguinho de chá, que comprei para minha sobrinha Ana Clara, lá no nordeste. A receita dos sequilhos da foto já foi publicada aqui. E os suspiros, comprados também no nordeste, têm sabor idêntico ao daqueles cuja receita publiquei aqui. Observem que os doces parecem muito grandes, porque estão em pratinhos de brinquedo, rsrs.


 A combinação de programas 'errantes' mais uma conexão ruim, à Internet, impossibilitaram a atualização das postagens do blog.

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No meio tempo aconteceram várias coisas, entre elas, o aniversário de 80 anos de minha mãe.

 aqui ela sendo cumprimentada pelo neto Diogo (conduzida por alguém, já que é possível ver também uma mão de mulher nas costas dela, rsrs). Este querido sobrinho é filho de minha saudosa irmã Dirce, que partiu deste mundo em julho de 2012, conforme mencionei aqui.

Antes de viajar eu informei à minha mãe que em meu retorno celebraríamos o aniversário dela, com um bolinho feito por mim. Mas o restante da família preferiu fazer uma festa à altura do acontecimento, idéia que achei muito apropriada (mas o meu bolinho ainda há de sair, rsrs).


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Bem, vamos começar a animar, porque na semana que vem tem a festa do Halloween.



E depois vem a época que eu considero a mais linda do ano, com as festas de Ações de Graças, Natal e Rèveillon!

é isso aí!



sábado, 20 de abril de 2013

Sequilhos de Fubá (no Vale a pena ver de novo) e a 6ª edição do BookCrossing Blogueiro !




Olá! você sabe o que é BookCrossing? É o repasse daqueles livros que você já leu  - e não pretende reler (por falta de tempo, por exemplo) -  a outros leitores. A Luma organizou o BookCrossing Blogueiro e todo ano tem nos convidado a participar deste movimento, que visa a incentivar a leitura. Pessoalmente acho a idéia do repasse muito bacana, pois salva os livros da inevitável deterioração a que estão sujeitos nas estantes, e ainda beneficia outras pessoas, quem sabe até alguém sem condições econômicas para comprar livros. Nesta edição eu rapassarei os dois livros abaixo.


 

Ah, e a receita dos sequilhos de fubá e outras idéias para um chá se encontram aqui!




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