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quinta-feira, 9 de junho de 2016

Brunch ou café da manhã Especial Para o dia dos Namorados


Olá, minha gente! O dia dos namorados está chegando, que tal surpreender o seu amor com um brunch ou um café na cama? Este tipo de surpresa sempre agrada, sobretudo se a data cair num domingo (como é o caso) dia em que a gente pode acordar mais tarde e desfrutar calmamente de uma boa refeição, junto à pessoa amada.

Você pode preparar desde já (e congelar), pratos como a torta de bacalhau (receita aqui)


Empadão ou empadinhas com o recheio que preferir (receita aqui ou aqui, por exemplo, mas há outras)


Se optar pela torta/quiche ou empadão com recheio vegetariano, como a da foto abaixo, melhor fazê-la de vésperas e dispensar o congelamento):

                                                       Quiche de abobrinhas (receita aqui)


     a quiche da foto era de bacalhau; a massa é a mesma da quiche de abobrinhas, e o recheio também é igual, exceto que a abobrinha foi substituída por um refogadinho de bacalhau.

Um prato especial e delicioso como o bobó de camarão (receita aqui), pode ser adiantado. Basta preparar o creme até dois dias antes, e providenciar a limpeza do camarão na véspera. Depois e só finalizar tudo, na manhã de domingo.




Quanto aos doces, há muitas boas opções (bolos, bolinhos, tortas e sobremesas diversas) para simplificar vou linkar só três:

Trifle (pavê) de morangos, receita aqui. Sobremesa gelada de abacaxi, receita aqui e mousse de maracujá e chocolate, receita aqui. 


No mais é celebrar o amor, que é a razão da vida!



Love is all!



Até já, um grande abraço para todos!




segunda-feira, 27 de julho de 2015

Quiche de abobrinhas e ...



           Nesta quiche eu acrescentei cenoura fatiada e restinhos de outros vegetais, como ervilhas

Olá, gente! Eu gosto muito de abobrinha preparada do jeito simples, refogada com temperos e amolecida só com os pingos de água que a gente vai jogando no refogado, até que a abobrinha fique "al dente", como na foto abaixo.




Mas, de vez em quando é bom variar, não é verdade? Então resolvi lançar mão desta receita, que saiu no suplemento de cozinha da revista Manequim, em outubro de 97 (como vocês podem ver nas fotos abaixo). Lá a receita era de "Abobrinhas com creme Bechamel" (creme Bechamel é uma variação do molho branco) porém eu a tenho variado muito, ao longo dos anos, rsrs. 




Hoje mesmo a fiz na versão "mini tortinhas de liquidificador", porque este é um jeito ótimo de dar uma nova cara e um novo sabor às abobrinhas. 





Mas não adianta nada glamorizar  um prato, se ele resultar meio insosso, por isso eu trato de caprichar nos complementos e temperos, para que ele se torne muito saboroso, como fiz hoje. Reparem que acrescentei cebola, tomatinhos, alho poró e alho, às minhas tortinhas e posso lhes garantir que elas ficaram maravilhosas. Na quiche da primeira foto eu juntei também restinhos de vegetais, que estavam rolando na geladeira (cenoura, pimentão e ervilha); se vocês desejarem, podem fazer o mesmo. Porém, só com os ingredientes desta receita já vão obter uma quiche muito saborosa.


Quiche de abobrinhas

Massa (abaixo) + 3 abobrinhas grandes fatiadas numa mandolina + 3 alhos porós pequenos, fatiados + 1/2 cebola grande cortada em pedaços + 1 dente de alho grande bem picadinho + 1 xícara de tomatinhos doces cortados ao meio + 1 xícara de creme de leite + 3 ovos ligeiramente batidos + sal a gosto para temperar o recheio + cheiro verde picado a gosto.

Como fazer:

1 - Prepare um refogadinho com o alho, a cebola e os alhos poró, fritando estes ingredientes em 1 e 1/2 colheres de sopa de óleo de cozinha (ou azeite de oliva). Tempere o refogadinho com um pouco de sal e reserve-o, para que esfrie. 

2 - Lave e enxugue as 3 abobrinhas. Corte e despreze as pontinhas delas. Fatie as abobrinhas, pelo lado comprido, numa mandolina. Reserve as fatias.  

Massa

2 xícaras (chá) de farinha de trigo
3 colheres (sopa) de manteiga gelada em pedaços
3 colheres (sopa) de banha gelada em pedaços
1 gema de ovo
1/3 colher (chá) de sal ou a gosto
4 colheres (sopa) de água fria


Preparo da massa

Unte muito levemente uma forma de abrir de 22 centímetros de diâmetro e reserve-a. Numa tigela, misture a farinha com o sal. Junte a manteiga e a banha, aos poucos, misturando-as com as pontas dos dedos (sem trabalhar muito a massa), ou com um misturador de massa, ou mesmo no processador de alimentos, até formar uma farofa. Adicione a água  e a gema e misture-as rapidamente, até obter uma massa lisa. Achate a massa, ponha-a dentro de um saco plástico, e leve-a à geladeira por pelo menos 30 minutos. Depois disso, abra a massa com um rolo de massa. Corte um disco de massa do tamanho do diâmetro da forma e estenda esse disco no fundo da forma. Com o restante da massa corte tiras de uns quatro centímetros de altura (vai depender da altura da sua forma), e fixe-as nas laterais da forma, unindo-as também ao disco do fundo. Reserve-a.

Recheio

Misture bem os ovos batidos com o creme de leite. Junte o refogado de alhos - já frio - a esta mistura. Corrija o sal, se  for preciso.

Montagem:

Depois de forrar a forma com a massa, despeje nela o recheio de ovos e creme. Acrescente os tomatinhos e o cheiro verde picado. Enrole as fatias de abobrinha e vá distribuindo-as à volta da borda da quiche, ou formando um desenho ao seu gosto (se quiser, acrescente mais rolinhos de abobrinhas, a torta ficará ainda mais bonita!). Leve a quiche ao forno moderado (180º C), por uns 35 minutos, ou até que ela doure.


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Eu recebi um pedido ontem, no Facebook, de sugestões de pratos para um jantar especial.  Infelizmente não tive tempo de pesquisar aqui no blog tudo que a pessoa solicitou, incluindo as sobremesas. Mas, rapidamente, recolhi os links abaixo, de pratos que enriquecem qualquer jantar ou celebração. Porém, o que não falta aqui no blog são pratos apropriados para jantares especiais ou celebrações.






Bobó de camarão: receita aqui.
Torta de frango: receita aqui.
Torta de bacalhau: receita aqui.
Tortinhas de siri: receita aqui.





quarta-feira, 10 de junho de 2015

Dia dos Namorados: Mesas e Muito amor neste post!



Olá, gente! O dia dos namorados está se aproximando e é uma delícia celebrar a data junto à pessoa amada. Eu gosto demais de preparar algo especial para as nossas celebrações, e a primeira coisa que me vem à mente - em qualquer ocasião festiva - é a mesa ou o lugar em que a comida será servida, rsrs. Desta vez preparei uma mesa simples, em que o toque romântico foi dado pelos coraçõezinhos de papel, que espalhei sobre ela.


Pequenos detalhes como um arranjo de flores naturais é que fazem a diferença final.


mas se a sua intenção for fazer uma mesa vermelha (cor da paixão) eis uma sugestão, que foi publicada em 2013 (mas aqui no blog deve ter outras)

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Por falar em corações de papel, eles são uma alternativa muito bacana às etiquetas de presente (esta idéia, aliás, já foi mostrada aqui no blog, mas eu não cheguei a falar sobre ela). 


enquanto recortava os coraçõezinhos me ocorreu que a gente também pode escrever neles - diariamente - mensagens curtas de amor.


e as mensagens podem ser guardadas num pote, à semelhança do que tem sido feito com as mensagens de gratidão.




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E, por fim, quero voltar a falar das emoções causadas pelo amor, sobretudo pelo primeiro. São sentimentos maravilhosos, não é verdade? rsrs. Que outra experiência pode ser igualada à do primeiro amor? A gente se enche de uma expectativa mágica, de intensas sensações, como se o mundo tivesse ganhado uma cor e um sentido novos. E o mais incrível é que tudo isso associa-se a uma pessoa, cuja existência talvez até desconhecêssemos, antes de nos darmos conta do efeito que ela provoca em nós. Mas os amores que se seguem ao primeiro também agitam o nosso espirito, e a prova disso é que todos os ramos da arte estão cheios de referências ao amor romântico. Na música, por exemplo, este talvez seja o tema mais abordado. Enquanto eu escrevia esta frase, me veio à mente três canções que falam de amores românticos (adolescentes). A primeira delas foi a lindíssima Sylvia, de Elvis Presley, em que ele diz, no refrão:

“Eu estou esperando por uma palavra de amor de Sylvia
Você acha que ela nunca tinha ouvido falar de amor, a minha Sylvia?
Mas quando estou com ela, Senhor, eu a perdoo
Porque ela é mais do que o mundo inteiro para mim...”

(Elvis Presley – Sylvia)


Os Beatles também gravaram várias músicas sobre o tema, uma delas é Michelle:

“Michelle, ma belle...

I love you, I love you

Isso é tudo o que eu quero dizer
Até eu encontrar uma maneira
Eu vou dizer as únicas palavras que eu sei que
você vai entender…”

(The Beatles – Michelle)


E a outra é Andréa, de Abílio Manoel. Ao ouvir esta canção a gente chega a "ver" o adolescente apaixonado, vagando pelos caminhos em que seria possível encontrar a tal Andréa, sem, no entanto, encontrá-la:

“Por favor apareça,
Antes que anoiteça 
E se faça tarde, eu preciso encontrá-la...

Andréa,
Vem chegando o fim do dia
Vai ficando mais vazia
A cidade onde eu te conheci...”

(Abílio Manoel – Andréa)


É isso!





quarta-feira, 3 de junho de 2015

Risotto de Funghi Secchi (e uma mesa) - Para o Dia dos Namorados



Olá, gente! O post anterior gerou duas réplicas de leitores que recebem a postagem do blog por e-mail. Um desses leitores - uma mulher - argumentou que um relacionamento não pode se basear só em tribulações, que o casal deve buscar sempre o retorno à leveza e alegrias da vida. Ela disse também, que os casais inteligentes devem procurar manter a magia do primeiro amor. 
Bem, eu concordo plenamente com tudo isso, acho que a gente deve esforçar-se por manter a alegria e a leveza na relação e também a magia, as expectativas e, se possível, a inocência do primeiro amor. 
Mas tenho que dizer que eu não neguei isso, em meu post. O que eu quis dizer (e creio que muitos o entenderam) é que as relações são permeadas por alegrias, tribulações e tristezas, e a gente tem de lidar com tudo. As tribulações e o tédio, aliás, são a causa principal das separações e da descrença das pessoas nos relacionamentos mais longos. Se fosse possível, a gente eliminaria essas coisas da relação, não é verdade? rsrs. Mas não existe esta possibilidade e, na verdade, eu acho que o mundo seria pior sem as tribulações, pois são elas que nos fazem amadurecer. 
Era da necessidade de a gente estar preparada para reconstruir o amor todos os dias, que eu estava falando. As tribulações e o tédio existem em todas as relações, mesmo naquelas em que as duas pessoas do casal são generosas, uma com a outra. Mas, o fato, é que começamos os nossos os relacionamentos quando ainda estamos despreparados para ele. Viver é um processo de amadurecimento, que é o mesmo que dizer que é ir ampliando a compreensão e fortalecendo o caráter. A gente vai aprendendo, esta é a verdade. 
Nesse processo, a gente vai entendendo que o amor é algo mais complexo e mais profundo. Chegar a esta compreensão não é nem um pouco fácil, sobretudo se você achar que o amor "perfeito" deve ser encontrado.
A outra réplica era a de um leitor gay, que disse não ter se visto representado no post. Ah, isso talvez tenha mesmo acontecido, especialmente no que diz respeito às fotos publicadas, sorry, rsrs. Porém, o que é dito no post é universal, vale para todos.


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É tradição aqui no blog apresentar sugestões de pratos para a celebração do dia dos namorados. Desta vez eu trouxe este risoto de cogumelos secos. 
O risoto é um prato fácil de fazer, pode ficar muito saboroso - se bem feito - e também é pura "comfort food", coisas que combinam muito com o dia dos namorados. Eu costumo fazer a receita de um chefe italiano, mas desta vez, adaptei a receita, ainda mais simples, que veio impressa no pacotinho de cogumelos, que é esta, abaixo:

Risoto de funghi Porcini secchi
(adaptada da receita impressa no pacotinho de funghi secchi)

serve 4 porções

Ingredientes

2 xícaras de arroz (Arbório, Carnaroli ou Vialone Nano)
1 cebola média picada
1 dente de alho picado
1 e 1/2 litros de caldo de legumes
25 gramas de funghi secchi porcini (cogumelos Porcini secos) reidratados
2 colheres de sopa de manteiga sem sal
200 ml de vinho branco seco
100 gramas de queijo parmesão ralado na hora

Preparo

Ponha os cogumelos secos numa tigela com 1 e 1/2 xícaras de água fervente, para reidratá-los (eles devem ficar na água por, pelo menos, 20 minutos). Enquanto isso, faça o caldo de legumes com 1 e 1/2 litros de água, temperando-o a gosto. Depois dos 20 minutos, escorra os cogumelos e reserve a água em que eles estavam. Pique os cogumelos em pedaços e ponha-os de lado. Refogue a cebola e o alho na manteiga, até que fiquem transparentes, Junte o arroz e misture tudo muito bem. Acrescente o vinho e mexa a mistura -  em fogo baixo - até que o vinho evapore. Junte os cogumelos e um pouco do caldo de legumes, mexendo sempre. Vá acrescentando o caldo e a água em que os cogumelos reidrataram, aos poucos e, mexendo constantemente. Faça isso até que o arroz esteja cozido "al dente". Desligue o fogo e mantenha a panela tampada por 5 minutos. Sirva o risoto com um pouco de queijo parmesão ralado na hora. 

Nota: eu reservo um pouco do caldo para adicionar aos risoto no instante em que  vou servi-lo, pois gosto dele bem úmido.



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A Mesa e outras imagens "românticas"



                            O amor é azul? -  ( Love is blue - Paul Mauriat)



    a velha guirlanda rústica, que eu mesma fiz e pendurei na porta de um dos armários


             a forminha de cobre e fitas com adornos em forma de coração, para (caixas de presente)
                  
            a latinha, o marcador de páginas e o suspiro de menta (suspiro de menta?)
    sim, andei fazendo suspiros de menta, para aproveitar umas claras, rsrs. Fiz       os suspiros com a receita de sempre. Mas substituí o sumo de limão por             essência de menta (e acrescentei também corante alimentar verde)





sábado, 30 de maio de 2015

Dia dos Namorados - O que é o verdadeiro amor?

                              (filme: Um amor para recordar - a walk to remember)

Olá, gente. Há muitos anos venho observando o modo como os casais que conheço expressam o amor que sentem. Também gosto de ler sobre o tema, o que me deu estas opiniões que agora exponho. A causa disso é a aproximação do dia dos namorados, evento que sempre me leva a pensar no amor romântico, e nas várias fases que ele atravessa, ao longo da vida. O primeiro amor, geralmente surgido na adolescência, é lindo e é ele, ou outro - que ocorre depois - que nos vêm à mente, quando pensamos no dia dos namorados.

                                                  (filme Os últimos cinco anos)

O amor entre jovens é maravilhoso, pois é cheio de expectativas e inocência. Nessa época, a gente ama o amor, e ama a idéia que faz do outro, que pode ser diferente da pessoa real. Quando nos apaixonamos, o objeto do nosso amor vira uma espécie de obsessão, e só nos sentimos bem quando estamos com ele. Mas esta fase tende a passar. E não é raro que seja seguida pela decepção ou pelo aturdimento, que ocorre quando descobrimos que não sabemos de fato quem é a pessoa com quem estamos. Mas há casais que têm sorte, porque a idéia que um faz do outro corresponde à pessoa real, ou vai  aproximando-se dela, com o passar do tempo.

                                               ( imagem encontrada em psychology.uh.edu)

O amor verdadeiro, porém, é algo profundo e sublime. Ele é construído, mas a sua construção depende de uma motivação que parece vir diretamente da alma. É o amor altruísta e capaz de grandes sacrifícios. É o amor que vivifica o outro, pois quer o seu bem. O amor vivificante é – por exemplo – o do marido que fica cuidando à noite dos filhos pequenos, porque a esposa faz uma faculdade noturna, que talvez seja até paga por ele. É claro que a situação pode ser oposta: é o marido que estuda, enquanto a esposa é a provedora que "encara" o “segundo turno”, em casa, depois de um dia de trabalho duro. A parte sacrificada aceita o sacrifício, porque deseja a plenitude do outro, deseja o bem dele. São muitas as situações que podem envolver sacrifícios numa relação, por isso eu não vou enumerá-las.


A pessoa que ama de verdade sabe que, movendo-se por amor, estará sempre contribuindo para o bem do outro e, por desdobramento, para o bem do mundo. O amor verdadeiro não é tão comum, ele é espiritual, poderoso e de muito valor.



É isso, por enquanto. Até já, com mais coisas sobre o dia dos namorados e o amor!





terça-feira, 5 de maio de 2015

O Bolo Kit Kat "Frozen" da Sophia, e sugestões para o dia das mães





Olá, gente! A minha sobrinha Sophia fez aniversário no dia 2, passado, então eu fiz para ela este bolo. Pediram que o bolo fosse Kit Kat - "Frozen", e então eu fui procurar os meios de executar a idéia, rsrs. Mas isso foi fácil, porque o tema parece estar em alta, já que as lojas de festas têm muitas coisas relativas a ele. Esta bonequinha, por exemplo, foi baratinha, porque ela é pequena (bem menor do que a 'tamanho' Barbie) e é também do tipo simples. E o boneco de neve é uma vela, rsrs. Claro que os bonecos têm de ser bem higienizados, para serem postos no bolo, o ideal é que as pernas da boneca sejam também enroladas em papel alumínio ou filme plástico, antes de serem introduzidas no bolo. A receita do bolo foi esta. Neste só mudou a decoração (os morangos entraram só no recheio).



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Dia das Mães de 2015


E, como o dia das mães está se aproximando, trouxe algumas sugestões de receitas para celebrar as mamães. 



Se o interesse for fazer um gostoso bolo para a mamãe, é só digitar "bolo" na caixa de pesquisa aí ao lado (os da foto são só alguns, do já publicados).





mas se o interesse for outro, também é possível encontrar boas opções aqui.








quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Halloween (especial)!



Olá, gente! estamos a dois dias da festa do Halloween, mas ainda dá tempo de fazer uns docinhos, como estes das fotos acima, e outros, como os que se encontram nos links abaixo. Tive que vir aqui 'correndo', fazer este post, porque fui contatada, hoje, por uma pessoa que está organizando uma pequena celebração com este tema, e pediu-me umas sugestões de doces, pois não conseguiu obter respostas no buscador do blog. Também fui informada, pelos Açúcares União, dias atrás, de que haverá post especial no site deles, no dia 31, em que tencionam usar alguma coisa deste blog. Fiquem de olho, hein? rsrs.



Os Links:

abobrinhas de leite em pó e fantasminhas de suspiros, aqui!
abobrinhas de doce de abóbora, receita aqui!
Biscoitos gatos 'assombrados', receita aqui!
Docinhos aranha (facílimos de fazer), receita aqui!




Bolachas e brigadeiros de Halloween, receita aqui!

E tem muito mais, é só observar os quadros do "Poderá gostar também de", que aparecem nos fins dos posts!

Até o dia das bruxas!


Atualização: a postagem dos Açúcares União está aqui, ó:







sábado, 4 de outubro de 2014

Outra Mesa Para Celebração e o Melhor Pão tipo bisnaguinha que você irá comer!



Olá! Quando desejo celebrar alguma coisa, costumo pensar nos detalhes da mesa com o mesmo cuidado com que penso na comida e bebida. Mas sempre evito decorações ostensivas e dispendiosas, pois, além de não possuir peças carésimas e luxuosas, quero que as pessoas se sintam acolhidas, em minha casa, e não intimidadas, rsrs.


Neste vaso, por exemplo, coloquei apenas meia dúzia de cravos bicolores (que são lindos demais!). Depois preenchi os espaços vazios com galhos de plantinhas daqui de casa. Usei, inclusive, uns "matinhos" que brotaram espontaneamente sob uma das buganvílias, rsrs.


  
Também não me envergonho de misturar louças e talheres diferentes, mesmo porque, muitas das minhas peças são únicas (compradas por unidade, que fique claro, rsrs)





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 os mais macios e saborosos pãezinhos de leite que você terá provado!


 A estória destes pãezinhos é a seguinte: anos atrás (1994!) eu estava folheando uma dessas revistas que tratam do mundo rural, quando dei de cara com uma receita de pães, tipo bisnaguinhas, que seria do saudoso padeiro Benjamim Abrahão. Como sempre fui fã do trabalho do "Seu" Benjamin Abrahão, assinalei logo a receita para a fazer quando desse. Mas, qual não foi a minha surpresa, quando, já com os ingredientes espalhados sobre a bancada, comecei a perceber incoerências entre a fórmula e o título dela. No título os pãezinhos eram de leite, porém, não havia leite entre os ingredientes, e sim água! Veja bem, não estou culpando o padeiro por isso, todos vimos o trabalho dele e pudemos testemunhar que era muito bom. Acho que houve erro na transcrição da receita. Contudo, para não ter que guardar os ingredientes e ficar na vontade de comer uns pãezinhos deliciosos, peguei a receita e fui adaptando-a ao meu gosto. Por exemplo, achei que ela levava manteiga e açúcar demais, por isso reduzi a quantidade destes dois ingredientes. Também substituí a água por leite - estabelecendo uma medida racional para este ingrediente -, que era indicado em 'copo' - 1 copo - (?), troquei o fermento fresco pelo seco (o que exige que se conheça a correlação entre ambos) e aumentei a quantidade de sal, que era só uma pitada. O resultado? só experimentando para comprovar a delícia que são estes pãezinhos, nós aqui somos todos viciados neles. Agora estou compartilhando esta receita com vocês, favor que merece um agradecimento, hein? rsrs.

 a massa destes pãezinhos fica maravilhosa, elástica na medida exata, para produzir pães fofos.


Bisnaguinhas de leite (Pãezinhos tipo bisnaguinhas de leite)

xícara = 240 ml

Ingredientes 

1/2 kg de farinha de trigo 
80 gramas de açúcar
80 gramas de manteiga
2 e 1/2 colheres de chá de fermento seco instantâneo para pão
1 colher (chá) de sal
2 ovos médios ligeiramente batidos
3/4 de xícara de leite morninho (igual à temperatura de mamadeira de bebês, rsrs)

1 ovo ligeiramente batido com umas gotas de água (ou café já preparado) e óleo de cozinha, para pincelar sobre os rolinhos

Preparo

Eu tenho usado a minha MFP (máquina de fazer pão) para preparar esta receita, e agora vou lhes explicar como. Coloco os ingredientes "líquidos" no fundo da cesta da máquina: leite, ovos e manteiga. Por cima deles coloco o açúcar e o sal. Sobre estes ingredientes jogo a farinha, faço uma covinha no topo dela e ponho o fermento ali. Ligo a MFP no ciclo 'Massa" (amassar) e deixo que a máquina trabalhe por 50 minutos. Após isso, desligo a máquina e despejo a massa sobre a mesa, levemente enfarinhada. Dou uma amassada nela (não é preciso sovar nada!). Formo um rolo e corto nele 12 rolinhos iguais, modelando-os para formar bisnaguinhas (se quiser que os pãezinhos fiquem realmente idênticos, pese os rolinhos que devem ter 50, 60 ou 70 gramas cada; se sobrar massa, faça outros pãezinhos com ela). Distribua os rolinhos numa assadeira untada e enfarinhada. Pincele ligeiramente o ovo com a água sobre eles e ponha a assadeira num lugar sem correntes de ar e 'quentinho', como o forno desligado. Deixe que os pãezinhos cresçam por 30 minutos e asse-os, em forno moderado (170ºC) por 30/40 minutos (até que corem e estejam assados, rsrs). Deliciem-se!
 
Quer fazer estes pãezinhos na 'mão'? Pegue os ingredientes relacionados acima e faça como foi indicado nesta receita (são outros pãezinhos de leite).

aqui eles novamente, não falei que somos viciados?





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