Olá, amigos!
Submeti-me a uma cirurgia recentemente, mas só quero falar do processo que me levou a ela depois que ele estiver concluído.
No dia dos namorados preparei este delicioso risoto de aspargos. Eu ainda não havia feito risoto com este vegetal e achei que o prato fica surpreendentemente gostoso. Também li o livro abaixo e preparei algumas mesas, desde o meu último post, conforme podem ver nas fotos a seguir.
No dia dos namorados preparei este delicioso risoto de aspargos. Eu ainda não havia feito risoto com este vegetal e achei que o prato fica surpreendentemente gostoso. Também li o livro abaixo e preparei algumas mesas, desde o meu último post, conforme podem ver nas fotos a seguir.
Risoto de aspargos
(atenção para o cozimento diferenciado das partes do aspargo)
(atenção para o cozimento diferenciado das partes do aspargo)
Ingredientes
2 xícaras de arroz arbório ou carnarolli
1 maço de aspargos (cerca de 400 gramas)
1 litro de caldo de vegetais (se necessário, complete o cozimento do risoto com água em que cozinhar o aspargo. O caldo deve permanecer aquecido, em fogo baixo, durante o preparo do risoto)
sal a gosto
1 cebola pequena picada
1 dente de alho esmagado
2 colheres de sopa de azeite de oliva extra virgem
4 colheres de sopa de manteiga (duas para o risoto, e duas para fritar as pontas superiores do aspargo)
1/2 xícara de vinho branco seco (ou duas colheres de sopa de um bom vinagre)
1 xícara de queijo parmesão de boa qualidade, ralado no momento
Preparo
Comece higienizando e cortando as pontas inferiores do aspargo, caso estejam muito duras (costuma ser uma parte pequena). Corte e separe as pontas superiores (que medem uns 3 centímetros). Corte em pedaços o restante do aspargo e ponha para cozinhar em água com um pouco de sal, até que amoleçam. Escorra a água e reserve-a. Bata os aspargos cozidos, com um pouco da água do cozimento, no liquidificador, para que vire uma pasta. Reserve esta pasta. Frite as pontas superiores em duas colheres de manteiga e tempere essas pontas com sal, pimenta ou o que desejar. Reserve-as.
Numa panela média, de fundo grosso, aqueça o azeite. Acrescente a cebola e frite-a até que fique transparente. Junte o alho e continue fritando a mistura até que o alho comece a dourar. Adicione o arroz (sem lavar!) e frite tudo por 1 minuto. Acrescente o vinho e cozinhe tudo, mexendo sempre, até que o vinho evapore.
Então vá acrescentando o caldo de vegetal - que deverá estar sendo mantido em fogo baixo - até que o arroz fique quase no ponto (que é 'al dente'). Junte a massa do aspargos batido e misture tudo. Adicione a manteiga restante e as pontas fritas do aspargo. Sirva imediatamente polvilhado com o queijo.
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Li o
livro Flores raras e banalíssimas (de Carmen L. Oliveira), que aborda o relacionamento da socialite (paisagista e esteta) brasileira Maria
Carlota Costallat de Macedo Soares (conhecida
por Lota Soares) e a – muito celebrada e premiada - poeta norte americana
Elizabeth Bishop.
Lota Soares e Elizabeth Bishop - imagens da Internet
Bishop
chegou ao Brasil por uma casualidade, em 1951, após decidir-se por viagem à América
do Sul, em decorrência do recebimento de certo valor, em dinheiro, do Bryn
Mawr College (a título de incentivo). Aqui reencontrou Lota Soares (que conhecera anteriormente nos EUA) e com ela iniciou um relacionamento amoroso, que a levou a permanecer no país por quase
20 anos.
O livro prende a atenção pela escrita simples e
cativante, mas também e principalmente, devido à singularidade das duas
mulheres retratadas: homossexuais assumidas (embora, claro, discretas, naqueles
anos de muita repressão), talentosas (cada uma à sua maneira) e vanguardistas.
Como pano de fundo, assistimos à história do Brasil, com destaque para os anos
50 e 60, fato que considerei de suma importância, especialmente agora, que
parece haver muitas pessoas interessadas em que a história recente do país seja
apagada.
Aliás, sem que a autora tenha se aprofundado no
tema político é possível entender até mesmo a conjuntura política atual (se o leitor
não for um completo alienado). Também nos são mostradas as velhas picuinhas e
mesquinhas disputas políticas, sempre tão arraigadas em nossa história.
Antes de ler esta obra eu já conhecia algumas
das frases de Bishop sobre o Brasil (sempre críticas ou satíricas) e isto me
levou a comprar um livro de cartas dela, do qual tenciono falar depois que o tiver lido.





























