Pão de queijo
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
Pão de queijo
Pão de queijo
terça-feira, 19 de novembro de 2019
Pão de queijo com farinha de milho e uma reflexão sobre a palavra e o silêncio
embora eu tenha vários livros com receitas de pão de queijo, que levam farinha de milho, usei a deste livretinho acima.
Mas o silêncio também pode ser destrutivo, quando a pessoa o usa para - por exemplo - levar vantagens, omitindo as próprias opiniões contrárias, com o intuito de parecer agradável a alguém (um chefe, talvez).
As palavras podem determinar até mesmo o nosso destino, já que elas tendem a se transformar em ações e situações concretas.
É isso aí, até breve!
sábado, 23 de maio de 2009
Dois pães, dois métodos.

Ingredientes:
½ lata de água morna (quase fria)
½ xícara de óleo culinário (120 ml)
2 ovos médios
1 envelope de fermento seco para pão (10g)
500g de farinha de trigo (mais ou menos)

Pão bolo
Ingredientes:
5 gramas ou 1/2 pacote de fermento biológico seco (fermix)
1 ovo
250 ml de leite morno (é morno, isso significa quase frio!)
1/2 xícara (chá) de óleo (120 ml)
4 colheres (sopa) de açúcar (reduzi para duas, pois queria fazer pão "de sal")
1 colher (café) de sal
3 xícaras (chá) de farinha de trigo
Bater no liquidificador o ovo, o leite, o óleo, o sal, o açúcar e o fermento. Colocar a farinha de trigo em um recipiente e adicionar a mistura que foi batida, misturando bem. Fica uma massa um pouco pesada. Colocar em assadeira untada com margarina e polvilhada com farinha de trigo. Espalhar com uma colher. Deixar dobrar de volume e levar para assar em forno médio, até ficar dourado.
No primeiro pão, abri a massa, espalhei o recheio e a enrolei, como rocambole. No segundo, fiz dois discos de massa e sobre o primeiro (já posto no fundo de uma forma redonda de 35 cm de diâmetros), espalhei o recheio. Depois cobri o primeiro disco com segundo, e "colei" os dois, comprimindo-lhes as bordas. Finalmente pincelei o topo do pão com a mistura de gema, descrita acima. Mas você, em vez disso, pode polvilhar o seu pão com um pouco de queijo parmesão e orégano.
domingo, 24 de janeiro de 2010
Torta de Presunto e Pão de Salaminho
segunda-feira, 16 de outubro de 2017
Pão de Centeio - Para o World Bread Day 2017
Pão de Centeio (Máquina de fazer Pão)
1 colher de sopa de margarina
1 ½ colher de chá de sal
2 colheres de sopa de açúcar
1 colher de sopa de leite em pó
2 xícaras de farinha de trigo (480 ml)
1 xícara de farinha de centeio (240 ml)
2 ½ colheres de chá de fermento biológico seco
Preparo
Páginas de amigos que estão participando do World Bread Day 2017:
https://www.kochtopf.me/world-bread-day-06-pumpkin-bread-with-ginger-butter
http://www.nacozinhabrasil.com/2017/10/brioche-pata-de-cachorro-wbd-2017.html
http://orapitangas.blogspot.com.br/2017/10/wbd-2017-pao-torcido-de-cebola.html
http://www.caldeiraodabruxasolar.com/2017/10/pao-sirio-worldbreadday2017.html
http://www.cozinhandopara2ou1.com.br/2017/10/16/pao-challah/
http://www.leiliane.com.br/paes-pizzas-tortas/pao-sem-sova/
http://www.brisandonacozinha.com/2017/10/pao-de-batata-recheado-delicioso-e.html
http://aboboramenina-cristina.blogspot.com.br/2017/10/wbd-2017-paezinhos-de-abobora-com.html?spref=fb
http://saborear-saboreandoavida.blogspot.com.br/2017/10/pao-de-centeio-para-o-world-bread-day.html
http://deliciousbymari.blogspot.com.br/2017/10/pao-pretzel-diferente-e-delicious.html
http://sao33.blogspot.com.br/2017/10/pao-rustico-de-espelta-para-o-world.html
http://eueostachos.blogspot.com.br/2017/10/pao-rapido.html
https://receitasetruquesdaclarinha.blogspot.com.br/2017/10/pao-entracado-com-pesto-e-queijo.html
http://acasinhadasbolachas.blogspot.com.br/2017/10/pao-da-tita-minha-maneira-world-bread.html
quarta-feira, 26 de julho de 2023
Comidas de festa junina, as mais saborosas! (e uma questão de família)
eu até tirei fotos da mesa antes de as iguarias serem cortadas, mas elas não ficaram boas, sorry!
**********
Ingredientes
1 garrafa de vinho tinto seco (se gostar, acrescente 1 xícara de água à receita)
1 xícara de chá de açúcar mascavo
6 cravos da índia
2 paus de canela
Casca de 1 laranja
Casca de meio limão Tahiti
1 maçã cortada em cubos (se desejar, acrescente outras frutas picadas ou fatiadas, como pêssego e ameixas)
Preparo
Numa panela média, derreta o açúcar. Junte o vinho, o cravo, a canela, o gengibre e deixe que tudo ferva junto, em fogo baixo até que o açúcar volte a derreter. Junte a maçã e as cascas de laranja e do limão. Deixe que fervam novamente por uns dois minutos. Sirva quente.
Ingredientes
4 batatas cortadas em em cubos
1 litro de água
3 colheres (sopa) de óleo de cozinha
1 cubo de caldo de galinha
Sal e pimenta preta moída, a gosto
2 gomos de linguiça calabresa cortada em rodelas
1 cebola picada
3 dentes de alho socados
1/2 maço de couve cortada fininha
150 gramas de bacon defumado cortado em cubos
Preparo
Numa panela funda, frite a lingüiça no óleo e ponha-a de lado. Frite os cubinhos de bacon no mesmo óleo e ponha-os de lado. Reduza o óleo a umas 3 colheres de sopa. Frite nele a cebola e o alho. Junte a água o caldo de galinha e a batata e cozinhe tudo até que a batata esteja macia. Bata a batata no liquidificador com um pouco de água. Volte a batata batida à panela, junte a couve, o sal, e a pimenta. Acrescente a lingüiça frita e cozinhe tudo por 5 minutos. Sirva o caldo em tigelas, polvilhando o bacon frito sobre ele.
(Serve 5-6 pessoas) -
Tenho certeza de que, entre os casais normais, no meio dos quais eu me incluo, este tipo de dilema jamais é colocado. E isso porque sabemos que o amor ao parceiro tem uma natureza, o amor aos filhos tem outra, e ambos coexistem e se sustentam.
No entanto, no mundo há muitos casais diferentes, com visões diferentes sobre o assunto. E disso resultou a minha reflexão sobre o tema.
Não faz muito tempo, li
uma publicação, numa rede social, que contava uma estória absurda, em que uma
mãe optara pelo novo marido, em prejuízo do filho, de 10 anos (de um casamento
anterior), porque o companheiro dela havia exigido isso: ou ela abria mão do
filho, ou ele partiria. O menino, antes matriculado numa escola, não foi
entregue ao pai biológico nem a qualquer outro cuidador, mas simplesmente
expulso da casa, pelo padrasto.
Sem
ter para onde ir, a criança tornou-se um 'sem teto', porém, frequentando a casa
da mãe, quando os adultos estavam ausentes. Creio que a mãe tinha conhecimento das visitas
do filho, pois este dissera à professora (sim, o menino continuou indo à
escola, onde almoçava) que ia secretamente “em casa” todos os dias, a fim
de apanhar roupas limpas, para ir à escola.
Achei
essa estória de uma crueldade horrorosa, e penso que a tal mãe sequer merece ser
chamada de mãe.
Não
é desse tipo de gente que quero tratar neste texto, pois considero pessoas
assim simplesmente tresloucadas.
Dias
depois de ter lido a tal publicação, vi um vídeo em que um jovem marido dizia que
“à luz da Bíblia” o casal deve se amar mais que aos filhos.
Por
conta desses dois fatos, fiquei pensando na questão da distribuição do amor,
dentro de uma família, por ter me deparado com famílias em que essa
distribuição era desequilibrada, segundo o meu entendimento.
Sei
muito bem que os filhos devem ser amados e cuidados, que é, aliás, a inclinação
natural dos pais normais. E sei que os filhos também necessitarão, numa larga
faixa da vida, de grandes atenções e responsabilidades. Ações que também são
cumpridas naturalmente, pela maioria dos pais, já que o natural é os pais amarem
aos seus filhos.
Mas
eu sei também, que os filhos não são propriedade dos pais. E que vêm ao mundo
‘para serem dados ao mundo’.
E,
então, qual seria a resposta para a pergunta acima?
A
minha melhor amiga, na adolescência, tinha uma mãe que parecia grudada à
cozinha. Era uma mulher de traços marcantes e bonitos, mas que, aparentemente,
havia renunciado aos próprios interesses e, em certa medida, até aos
próprios cuidados, desde que se tornara mãe.
O
marido dela parecia valorizar os filhos mais do que tudo no mundo, o que talvez
explicasse o comportamento da mulher. O homem dispensava uma atenção aos filhos que,
com toda certeza, era maior do que a dispensada à mãe deles. E, desdobrava-se
para dar aos filhos o que de melhor ele pudesse oferecer.
O
casal viveu toda uma vida adiando a realização dos próprios sonhos, em
benefício dos filhos. E depois que esses cresceram, os pais ainda poupavam,
para que pudessem deixar uma herança à prole.
Para
ser sincera, acho isso um exagero. Penso que os pais devem se esforçar para
manter – entre eles – laços fortes também. Pesquisas feitas, já há muito tempo,
dizem que crianças criadas em lares em que o casal demonstra amor, um pelo
outro, do mesmo modo que demonstra por elas, são muito mais felizes. E essas
crianças crescem observando e aprendendo como deve ser o relacionamento entre
adultos que decidiram formar um par, e depois uma família. Então, em minha
opinião, é preciso que o casal tenha a sabedoria de perceber que se eles, como
pais, fizerem um bom trabalho, na criação dos filhos, estes - na época certa -
‘levantarão voo’ e irão construir a própria vida, enquanto que eles
permanecerão como companheiros um do outro.
E o que dizer da ideia de se criar uma vida em que - de cabo a rabo - os que se esforçaram não desfrutam das coisas boas que o dinheiro (resultante do esforço feito) pode comprar, para que os que ainda não não se empenharam possam fazê-lo?
Amar
e valorizar o companheiro, bem como a própria vida, consequentemente, é muito importante também!




















